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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Mosz</title>
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		<title>Denseland &#8220;Chunk&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 17:23:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[David Moss]]></category>
		<category><![CDATA[Denseland]]></category>
		<category><![CDATA[Hannes Strobl]]></category>
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		<description><![CDATA[
DENSELAND
Chunk
CD Mosz &#8211; 16.50 eur 12.50 eur
A Mosz continua a tentar sobreviver ao declínio da cena electrónica Vienense, numa altura em que a Mego parece crescer para patamares inéditos &#8211; editar Emeralds ou Bill Orcutt é uma declaração fortíssima de intenções. Na sua vigésima segunda edição, Denseland junta David Moss, Hannes Strobl e Hanno Leichtmann [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-11072" title="denseland" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/11/denseland-200x200.jpg" alt="denseland" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>DENSELAND</strong><br />
Chunk<br />
CD Mosz &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>A Mosz continua a tentar sobreviver ao declínio da cena electrónica Vienense, numa altura em que a Mego parece crescer para patamares inéditos &#8211; editar Emeralds ou Bill Orcutt é uma declaração fortíssima de intenções. Na sua vigésima segunda edição, Denseland junta David Moss, Hannes Strobl e Hanno Leichtmann num álbum que parece mostrar como a electrónica hoje sobrevive: interligada (in)dependentemente de tudo o resto. David Moss faz aquilo que tão bem sempre fez; cantando, falando, sussurrando, fragmentando a sua voz em milhares de pedaços para remontar tudo de seguida. Hannes e Hanno fazem a música, com ritmo, abstraccionismo, paisagens lunares, farrapos de ruídos e um pequeno espaço para livre improvisação, mesmo que na realidade não o seja. Como banda, gostam de chamar os Material e os Golden Palominos como referências para o que fazem, mesmo que o resultado esteja mais para o lado dos, também citados, Pop Group. Mas dificilmente se conseguirá perceber que música percorre &#8220;Chunk&#8221;, e essa pode ser uma qualidade importante.</p>
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		<title>September Collective &#8220;Always Breathing Monster&#8221; + &#8220;All The Birds Were Anarchists&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 12:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mosz]]></category>
		<category><![CDATA[September Collective]]></category>

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		<description><![CDATA[
SEPTEMBER COLLECTIVE
Always Breathing Monster
CD Mosz &#8211; 15.50 eur 12.50 eur
Ninguém, ou muito poucos, deram por eles quando apareceram, e talvez por isso o espanto é inevitável quando se diz que os September Collective editaram o seu primeiro álbum em 2004, na Geographic, de Stephen &#8220;The Pastels&#8221; Pastel. Alguns anos depois deram o salto para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7365" title="september collective" src="http://www.mosz.org/mosz021_cover.jpg" alt="september collective" height="200" /></p>
<p><strong>SEPTEMBER COLLECTIVE<br />
</strong>Always Breathing Monster<br />
CD Mosz &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">15.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>Ninguém, ou muito poucos, deram por eles quando apareceram, e talvez por isso o espanto é inevitável quando se diz que os September Collective editaram o seu primeiro álbum em 2004, na Geographic, de Stephen &#8220;The Pastels&#8221; Pastel. Alguns anos depois deram o salto para a Mosz onde encontraram a família electrónica e editaram em 2007 um óptimo fresco pastoral: &#8220;All The Birds Were Anarchists&#8221;. Foi um disco que preenchia espaços, ao contrário de &#8220;Always Breathing Monster&#8221;, que se alimenta deles. Foi logo após a edição de &#8220;All The Birds&#8230;&#8221; que o trio se apaixonou pela igreja Johannes em Dusseldorf e decidiu que seria instrumento e estúdio para as suas próximas composições. Barbara Morgenstern, Stefan Schneider e Paul Wirkus levaram sons e melodias para as libertarem no espaço, colocaram microfones para receber o que a igreja lhes devolvia (incluindo o seu órgão) e nos últimos anos dedicaram-se a compor o resultado com muitas horas de edição e processamento. O resultado dá-nos um disco especial e único, uma simbiose perfeita entre as anteriores experiências do trio e um novo método de trabalho, igualmente atento aos detalhes, igualmente preocupado em nos hipnotizar pelos ambientes. Será uma pena passarem ao lado deste encantamento.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7701" title="september collective" src="http://www.mosz.org/mosz014_cover.jpg" alt="september collective" height="200" /></p>
<p><strong>SEPTEMBER COLLECTIVE</strong><br />
All The Birds Were Anarchists<br />
CD Mosz &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">16.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>Editado em 2007, &#8220;All The Birds Were Anarchists&#8221; foi a estreia do trio na Mosz, a editora de Stefan Németh dos Radian. A capa verdejante sugere-nos com algum grau de exactidão um lânguido cenário bucólico, sabendo, contudo, que os participantes possam olhar o mundo através das máquinas. Se usarmos a cabeça em vez do coração, estes September Collective funcionarão com Barbara Morgenstern a dominar o lado soft pop, Stefan Schneider como responsável pela animação rítmica e batimento kraut, enquanto que Paul Wirkus é o agitador de serviço. Globalmente, é um disco ambiental, de electrónica pop instrumental, feita de pequenos sussurros e muitas ideias simples e eficazes, e que se liga umbicalmente aos seus pais e filhos directos &#8211; Morgenstern, Mapstation, To Rococo Rot, Jan Jelinek.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=zcthJxyIcUs">http://www.youtube.com/watch?v=zcthJxyIcUs</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=VJVeQoDeHvY"> http://www.youtube.com/watch?v=VJVeQoDeHvY</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=_dOXyO5a7gs"> http://www.youtube.com/watch?v=_dOXyO5a7gs</a></p>
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		<title>Fennesz, Dafeldecker, Brandlmayr</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2008/12/19/426/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2008/12/19/426/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 16:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brandlmayr]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Fennesz]]></category>
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		<description><![CDATA[
FENNESZ, DAFELDECKER, BRANDLMAYR
Till The Old World&#8217;s Blown Up And A New One Is Created
2CD Mosz &#8211; 13.95 eur
Quase inesperadamente, a Mosz sobrevive à morte de muitas editoras de electrónica e, no final de 2008, consegue editar um álbum (duplo, para todos os efeitos) que, pelos intervenientes, obriga a virar algumas cabeças e até fazer parar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2008/12/fennesz-dafeldecker-brandlmayr.jpg" alt="fennesz-dafeldecker-brandlmayr" title="fennesz-dafeldecker-brandlmayr" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-429" /></p>
<p><strong>FENNESZ, DAFELDECKER, BRANDLMAYR</strong><br />
Till The Old World&#8217;s Blown Up And A New One Is Created<br />
2CD Mosz &#8211; 13.95 eur</p>
<p>Quase inesperadamente, a Mosz sobrevive à morte de muitas editoras de electrónica e, no final de 2008, consegue editar um álbum (duplo, para todos os efeitos) que, pelos intervenientes, obriga a virar algumas cabeças e até fazer parar um carro ou outro. Nenhum deles precisa de apresentação, mas como temos que escrever umas linhas para este texto ficar do mesmo tamanho que os outros, há a dizer que Christian Fennesz é muitas vezes referido como o mais relevante estratega da música de computador e que o seu &#8220;Black Sea&#8221; é dos discos que mais vendemos este ano por cá; que Martin Brandlmayr é a encarnação do baterista moderno perfeito, atento ao ritmo e aos detalhes subliminares da electrónica, dono da propulsão Radian e Trapist; e Werner Dafeldecker faz parte da cena há mais de 20 anos, fundou a Durian e fez uma mini-revolução no rock bastardo quando agitou as águas a bordo dos Shabotinski. Dos três austríacos esperava-se algo que não é possível ouvirmos: um combo rock, de guitarra, baixo e bateria. Em vez disso, ouvimos um intrigante jogo fantasmagórico entre os músicos, os seus instrumentos e o silêncio, depois de quatro anos de testes, aperfeiçoamento e finalização. No disco 2, os pedaços originais desta aventura toda, com cada músico a tomar controlo criativo em cada um dos três temas: Fennesz espraia o seu romantismo lânguido em final de tarde, Dafeldecker recicla memórias de Radian em formato ambiental centrifugado, e Brandlmayr recupera o tal sonho rock que nunca se concretizou. Muita gente importante, muitas ideias, muito bom.</p>
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