Quinta-feira, 20 Dezembro, 2018

MAAYAN NIDAM See Of Thee CD / 2LP

€ 11,95 CD Perlon

€ 20,95 2LP Perlon

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Quarta-feira, 28 Setembro, 2016

SPACETRAVEL Dancing Therapy CD / 2LP

€ 12,50 CD Perlon

€ 19,95 2LP Perlon

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O desenvolvimento de uma corrente techno mais cerebral não tem sofrido grandes quebras, neste século, e a Perlon, embora tenha abrandado o ritmo de edições, sabe escolher os argumentos certos para se mostrar no mercado. Spacetravel (Itália) preserva um fio condutor que se reconhece dos 90s (‘intelligent techno’), uma organização abstracta (se tal fenómeno é possível) de elementos seguros que se emancipam claramente do chamado techno minimal para existirem num plano bem mais dinâmico e prometedor de emoções. A presença desta música na pista de dança pode ser mero acidente, apesar de o título ser “Dancing Therapy”, mas até isso é relativo, já que basta subir o volume para o corpo sonoro reclamar o seu espaço. Belo álbum que segue os cânones clássicos para continuar a escrever no painel do futuro.

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Quarta-feira, 6 Julho, 2016

MARGARET DYGAS Even 11 12″

€ 9,50 12″ Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERL108-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL108-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL108-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL108-4.mp3]


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Quarta-feira, 27 Abril, 2016

FUMIYA TANAKA You Find The Key CD / 3LP

€ 12,50 CD Perlon

€ 26,50 3LP Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERL107-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL107-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL107-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL107-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL107-5.mp3]

Álbum seco de techno moderno estilo Perlon, e nem seria preciso prosseguir para quem tem seguido a editora. Mais próximo das produções de Ricardo Villalobos, nem lhe chamamos já “minimalismo” mas há um elemento constante de percussão que carrega quase todo o trabalho, nas suas minúcias sempre cambiantes. Algumas vozes surgem e desaparecem (alguns pedaços em português, até), quase independentemente do correr da música. Fumiya Tanaka tem aprimorado o seu saber techno desde o meio dos 90s, a década sagrada para tantos de nós que incorporaram esta música no seu ADN. “You Find The Key” é, obviamente, um título-desafio que funciona para todo o álbum: nada sem nós, nada sem a nossa interpretação, nada sem o nosso mundo próprio que dá sentido à música que se escuta. Pouco exuberante mas, no volume certo, preparem-se para serem encostados á parede.

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Quinta-feira, 16 Julho, 2015

VILOD Safe In Harbour 2LP

€ 19,50 2LP Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERLON105CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON105CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON105CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON105CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON105CD-5.mp3]

Depois de uma aventura que não colheu a unanimidade que estava prevista nas escrituras – a ida ao cofre da ECM em 2011 -, Ricardo Villalobos e Max Loderbauer voltam-se a encontrar para uma prova mais tenra, mais directa e mais imediatamente sedutora. Vilod é o nome de grupo – a produção dos dois talvez prometa mais capítulos para breve – e este “Safe In Harbour” atira a electrónica do duo para terrenos jazzísticos de geometria variável. Em termos rítmicos, a pulsação falsamente desorganizada de Villalobos preenche grande parte do espectro sonoro, aliando-se em alguns dos temas à percussão realista que amplifica o factor jazz, mesmo que este largue um lastro cibernético. Nesses momentos apenas nos vem à boca o sabor clássico de Flanger – outra dupla germânica com ponte sul-americana -, onde um ar latino invade os circuitos e contamina um techno que nunca se assume mas que nunca desaparece. Para quem tem o hábito de consumir sem moderação a música de Villalobos e Loderbauer, “Safe In Harbour” é um vício quase interminável, cheio de todas as substâncias que nos obrigam a fazer a vénia aos dois músicos. Um senão? As sete faixas não poderem somar sete horas, porque quase tudo o que ouvimos parece ter capacidade elástica para nos deleitar durante horas a fio. Sem surpresa, um álbum único, super elegante e altamente contagiante.

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Quinta-feira, 18 Setembro, 2014

PORTABLE Sportable 12″

€ 8,50 12″ Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERL102-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL102-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL102-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL102-4.mp3]

Portable chega de novo com os seus pertences, os mesmos que reconhecemos de edições anteriores: voz profunda, afectada, emotiva, produção house complexa, futurista, entra sem medo em território EBM/industrial (o “spank” da batida em “Continue”, por exemplo). Compõe verdadeiras canções para a pista de dança sem procurar o brilho pop fácil. Não necessita de utilizar recursos mais populares para conseguir groove e efeito melódico poderoso e “Sportable” soa como o mais sofisticado single que já ouvimos de Portable. Os anos de produção na semi-sombra, aperfeiçoando a sua abordagem, distanciando-se cada vez mais quer da cena minimalista alemã (não que ele alguma vez estivesse realmente ligado a ela, mas a Perlon sim) quer do subgénero pop techno (diferente de techno pop) que, nas suas mãos, fica mais house e mostra como uma canção pode viver à vontade neste meio.

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Segunda-feira, 18 Março, 2013

RICARDO VILLALOBOS Dependent And Happy Part 4 12″

€ 11,50 12″ Perlon

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERLON924-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON924-2.mp3]

“Precox” instala um beat Villalobos durante boa parte dos 11 minutos e pouco de duração da faixa, mas já nos habituámos a que muitas das suas faixas sejam verdadeiras obras de arte em matéria de narrativa sónica. Há um mundo inteiramente auto-suficiente dentro da sua música, onde até por vezes as pessoas falam umas com as outras, mas o mais fascinante, por exemplo, em “Precox”, é escutar todo o desenvolvimento através das pequenas subtilezas que desembocam na resolução lógica da faixa, um comedown relativamente longo, no qual a vida se vai extinguindo pouco a pouco. Em seguida, “Two Kids Set Off” estende o prazer por mais 13 minutos de imagens na cabeça, vozes soltas, um motor com energia incessante e uma atmosfera rude que, apesar disso, acolhe a nossa mente, e tanto mais quanto mais longe nos deixamos conduzir. Não há como não apelar ao esoterismo quando se ouve Ricardo Villalobos neste apuro de forma.

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Quinta-feira, 15 Novembro, 2012

RICARDO VILLALOBOS Dependent And Happy CD

€ 16,50 € 12,50 CD Perlon  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERLON92CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON92CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON92CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON92CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON92CD-5.mp3]

Na abertura do álbum parece-nos que foi deixado um microfone aberto para captar algumas coisas que as pessoas na sala dizem, enquanto a música progride em primeiro plano. A definição do som é altíssima, como sempre na música de Villalobos. O microcosmos de sons quase fica macro, tal a clareza dos detalhes, e mais uma vez a frase redundante: ninguém faz isto (remotamente, sequer) como Ricardo Villalobos. Os sons familiares de outras paragens são de tal forma descontextualizados que se tornam estranhos e surpreendentes. As ricas construções rítmicas, a nitidez dos ambientes que quase podem ser descritos como locais físicos em vez de música, as coisas vivas que sentimos mexer enquanto escutamos o disco, são aspectos que Villalobos sempre trabalhou, mas como este é o álbum mais recente, pode dizer-se que representa o pico dos métodos do seu autor. “Dependent And Happy” é 3D intenso, uma pena se não puderem ouvir este disco nas condições certas: bons auscultadores, por exemplo. É um evento.
Nota: o CD tem as faixas coladas/misturadas sem intervalo.

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Sexta-feira, 8 Junho, 2012

RICARDO VILLALOBOS Any Ideas 12″

€ 8,50 12″ Perlon  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERLON91-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERLON91-2.mp3]

As duas faixas anunciam um álbum em típico modo Villalobos. Nele, a expressão “minimal” nunca é bem isso porque, por longas e constantes que sejam as faixas, os acontecimentos sucedem-se e portanto o torpor superficial é ne verdade destinado a ajudar-nos a seguir à mesma velocidade da música, como o alinhamento que as naves em certa ficção científica têm de seguir para uma entrada suave na estação espacial. Não se consegue detalhar em pormenor o que vocês, que já conhecem Villalobos, sabem tão bem como nós. Apenas acrescentar que o lado B coloca à nossa disposição uma experiência de realidade virtual em música, incluindo um longo e brilhante final. Ainda mais ninguém faz isto assim.

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Segunda-feira, 14 Maio, 2012

STL The Early Tracks 12″

€ 8,95 12″ Perlon


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Sexta-feira, 21 Outubro, 2011

PORTABLE Into Infinity CD / 2LP

€ 16,50 € 12,50 CD Perlon  ENCOMENDAR

€ 25,50 € 20,50 2LP Perlon  ENCOMENDAR

Com certeza que já escrevemos antes que Portable (Alan Abrahams) prossegue uma das abordagens mais pessoais na house contemporânea. As raízes old school da sua música são transformadas numa paleta de sons que facilmente já reconhecemos como Portable (ou, alternativamente, Bodycode). A visão melancólica da house pode efectivamente abafar o potencial puro para pista de dança, mas é absolutamente preciosa nos momentos de maior vulnerabilidade, quando mesmo quem gosta de dançar precisa de carinho extra para manter o corpo a funcionar. Num álbum inteiro como “Into Infinity” sentimos a junção de passado e presente num acto tão simples como unir as duas extremidades de uma folha. Tudo flui naturalmente. A voz, com bastante preponderância neste disco, define claramente uma assinatura e entrega a Abrahams a sua distinção de todos os outros. São canções cuja melodia pende sempre para a melancolia, mas num contexto distante de noções mais habituais de pop electrónica. Portable continua a gravar música muito especial, consistente na qualidade do som mas também nos valores que representa. Há um caminho à nossa frente, é preciso percorrê-lo.

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Quinta-feira, 21 Julho, 2011

MARGARET DYGAS Margaret Dygas CD

€ 16,50 € 12,95 CD Perlon  ENCOMENDAR

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PERL86CD-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL86CD-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL86CD-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL86CD-4.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PERL86CD-5.mp3]

Um currículo de vida internacional parece conduzir Margaret Dygas, inevitavelmente, até Berlim. Polónia, Alemanha, Califórnia, Nova iorque e Londres ficaram fisicamente para trás mas é-nos transmitido que todas as experiências resultam no álbum que agora ouvimos. Já tinha havido discos anteriores (o primeiro foi para a Contexterrior de Jay Haze) e um som sempre mutante, nem sequer muito firme em território techno. Este álbum parece vaguear numa zona neutra em que a sensibilidade e improviso próprios do jazz moldam uma estrutura electrónica que, mesmo quando assenta claramente num ritmo 4/4, aceita interferências suficientes. Os momentos mais techno aproximam Dygas de Villalobos e algum dub techno menos esotérico e mais arrojado. “Missing You Less”, logo no início, sustenta samples cortadas por cima da cadência dub quente e é a faixa mais extrovertida no disco, muito melhor definido pela série de títulos em que as quebras de percussão colocam a acção bem acima da fasquia habitual, mesmo numa editora vanguardista como a Perlon. “Pressed For Time” e “Country Way Of Life”, sobretudo, dão-nos uma imagem de jam virtual entre um baterista físico e uma produtora (Margaret, claro) que o dirige à distância a partir do sono. É mental mas não cerebral como se calhar estarão a pensar.

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Quinta-feira, 8 Outubro, 2009

SHACKLETON Three EPs CD / 3LP

€ 12,95 CD Perlon  ENCOMENDAR

€ 22,95 3LP Perlon  ENCOMENDAR

Shackleton é desde há muito um nome que se desvinculou das regras estritamente dubstep para intensificar as suas forças com componentes associados ao techno. Praticamente desde que se começou a falar em bass culture que se têm ouvido híbridos estimulantes conduzidos por sons graves (o baixo é o batimento cardíaco mas também, em muitos casos, a respiração da música). Na era dubstep privilegia-se o espaço mais do que a complexidade rítmica, procura-se o transporte de quem ouve para zonas alienígenas (ou simplesmente “estrangeiras”, como é o caso do flirt que alguns produtores mantêm com estéticas orientais), não necessariamente para o Espaço exterior mas muito para o espaço interior. A Perlon ter-se-á aproximado sobretudo com o álbum “Thé Au Harem D’Archimedes” de Ricardo Villalobos. Mais tarde, Villalobos remistura Shackleton. Agora, a presença de Shackleton na Perlon parece uma continuação lógica da progressão para dentro da música electrónica de clube, menos expansiva mas também sem ser minimal no sentido de “minimal” como estética (em descrédito, aliás). É música com relativamente poucos recursos sonoros mas uma aplicação dedicada desses recuros para máximo impacto. Esse impacto é tanto sonoro (num bom sistema de som) como visual, tal a capacidade geradora de imagens destas composições. Tudo tenso e dinâmico, não é um exercício de contemplação, os sentidos têm de registar uma série de pequenos detalhes (muitos deles associados à percussão e, por consequência, ao ritmo), é um álbum para descobrir com disponibilidade, algures entre as melhores coisas de Claro Intelecto e a ciência de Pole.

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Terça-feira, 14 Outubro, 2008

RICARDO VILLALOBOS Vasco CD

€ 16,50 € 12,50 CD Perlon

Cada novo disco de Ricardo Villalobos provoca simultaneamente uma sensação de óbvio reconhecimento e de surpresa por mostrar ainda zonas inexploradas. O seu som é, neste momento, tão característico que, mesmo quando a direcção é claramente dançável (neste disco não é), o som de Villalobos sobe mais alto que a maioria dos outros. Notável é o facto de, em consecutivos discos com temas extra-longos (“Vasco” tem duração de álbum mas apenas quatro faixas), ser possível seguir percursos que ainda não se conheciam. Sonoramente, compensa em absoluto dedicar tempo à audição, não se desiludam se escutarem este disco enquanto fazem outras coisas em casa ou se existir muita interferência exterior porque o que vão ouvir será apenas ritmo. É só na minúcia do detalhe que o génio de Ricardo Villalobos é perceptível, e aí desenvolve-se um mundo de pequenos nadas que, todos juntos, fazem um corpo perfeitamente autónomo e diferente de tudo o resto. Quase não é música mas ciência, microcirurgia, e uma coisa que Villalobos sempre consegue transmitir é que há um coração humano a dirigir todas as operações, por mais sintéticas que pareçam. Mais do mesmo é dizer muito.

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