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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Photonz</title>
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		<title>Marfox &#8220;Eu Sei Quem Sou EP&#8221; + Photonz &#8220;WEO / Chunk Hiss&#8221; em stock</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 15:41:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chegou o momento e parece loucura ter chegado nesta fase da vida da indústria, do mercado, das pessoas. Príncipe é uma nova editora baseada em Lisboa, gerada a partir de uma confluência de energias e entusiasmo de gente da Flur, Filho Único e Escravos de Zonk (próxima noite &#8211; Lounge, em Lisboa, Sábado 19 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegou o momento e parece loucura ter chegado nesta fase da vida da indústria, do mercado, das pessoas. Príncipe é uma nova editora baseada em Lisboa, gerada a partir de uma confluência de energias e entusiasmo de gente da Flur, Filho Único e Escravos de Zonk (próxima noite &#8211; Lounge, em Lisboa, Sábado 19 de Novembro). Capas e rótulos desenhados por Márcio Matos, já sabem o que esperar. Masterização feita por Tó Pinheiro da Silva, figura desmesuradamente importante na música popular gravada em Portugal durante as passadas três décadas &#8211; engenheiro de som, músico, produtor ou masterizador em grande largura do espectro das edições discográficas portuguesas &#8211; Sérgio Godinho, Heróis do Mar, António Variações, Banda do Casaco, Rodrigo Leão, Sétima Legião, B Fachada, Manuela Moura Guedes e tantos outros nomes.<br />
É um modo particular de participarmos numa afirmação de identidade especialmente importante nos dias que correm. São coisas feitas por nós, a partir de trabalho de gente próxima de nós, inspirada por gente que fez o mesmo antes de nós.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-15624" title="marfox" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/11/marfox-200x200.jpg" alt="marfox" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-15617" title="photonzWEO" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/11/photonzWEO-206x200.jpg" alt="photonzWEO" width="206" height="200" /></p>
<p><strong>MARFOX</strong><br />
Eu Sei Quem Sou EP<br />
12&#8243; Príncipe -<span style="color: #ff0000;"><strong> 7.50 eur</strong></span></p>
<p>Marfox inaugura a editora, desde logo, com a declaração &#8220;Eu Sei Quem Sou&#8221;. Em vez de arrogância, vejam nisso a afirmação de identidade referida acima. A partir de uma base techno africana, Marfox interpreta e amplifica os sinais de origem para uma outra noção de hardcore, uma certa radicalização habitualmente mal-afamada mas que, na sua expressão mais real, representa um distanciamento genuíno em relação às tendências instituídas. Oiçam &#8220;Pensamentos&#8221;, a última faixa, para imaginar como a tradição rave é conduzida por África. E tão sentimental como se consegue ser ao trabalhar com matéria em bruto. &#8220;Mitologia&#8221; condensa ainda mais culturas numa só entidade, sem subtilezas; &#8220;Bit Binary&#8221; é puro afro-tech e, reduzidas as BPM&#8217;s, adquire outra vida, do outro lado do mundo ou, até mais apropriado, debaixo dele.</p>
<p><strong>PHOTONZ</strong><br />
WEO / Chunk Hiss<br />
12&#8243; Príncipe &#8211; <span style="color: #ff0000;"><strong>7.50 eur</strong></span></p>
<p>Photonz revelam uma das suas bombas certificadas, &#8220;WEO&#8221;, quase um grito de guerra no centro de um som que enche o espaço da pista. &#8220;Chunk Hiss&#8221; parece revisitar as paragens à beira-mar recentemente mostradas no disco de Sangue de Cristo (Photonz + Tiago), um longo desenvolvimento a partir da orla costeira em direcção ao interior &#8211; interpretado como quiserem. Mas a relativa melancolia de Sangue de Cristo é substituída por uma postura mais assertiva e sintética, no sentido laboratorial de procurar a síntese dos elementos justos para conseguir um efeito prático. Ambas as faixas neste disco deixam espaço à reflexão, para quem gosta de seguir o som, mas não ignoram &#8211; digamos &#8211; a raiz da questão: transformar os elementos químicos primordiais em nova energia rítmica.</p>
<p>À venda, em exclusivo na Flur, segunda feira 21 de Novembro.</p>
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		<title>Sangue de Cristo &#8220;Ponta do Mato / Cova do Vapor&#8221; em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/11/10/sangue-de-cristo-ponta-do-mato-cova-do-vapor-em-stock/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 13:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Matos]]></category>
		<category><![CDATA[One Eyed Jacks]]></category>
		<category><![CDATA[Photonz]]></category>
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		<description><![CDATA[
SANGUE DE CRISTO
Ponta do Mato / Cova do Vapor
12&#8243; One Eyed Jacks - 7.95 eur
A One Eyed Jacks dos Photonz segue caminho com o terceiro maxi, resultado de uma colaboração com Tiago em progresso desde 2009. Dois títulos para conhecedores da Margem Sul, naturalmente &#8220;Cova do Vapor&#8221; soa mais vivo e complexo porque a própria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="sangue de cristo" src="http://s.dsimg.com/image/R-3147255-1317936462.jpeg" alt="sangue de cristo" height="200" /></p>
<p><strong>SANGUE DE CRISTO</strong><br />
Ponta do Mato / Cova do Vapor<br />
12&#8243; One Eyed Jacks -<strong> <span style="color: #ff0000;">7.95 eur</span></strong></p>
<p>A One Eyed Jacks dos Photonz segue caminho com o terceiro maxi, resultado de uma colaboração com Tiago em progresso desde 2009. Dois títulos para conhecedores da Margem Sul, naturalmente &#8220;Cova do Vapor&#8221; soa mais vivo e complexo porque a própria localidade assim o sugere. House na escala de qualidade de Photonz (os seus sons estão lá) com produção adicional de Tiago para o tom mais psicadélico que a Cova do Vapor exige. &#8220;Ponta do Mato&#8221; inventa um híbrido mais espacial, com reverberação de guitarra por cima de um groove house para todas as épocas. Deep, adulto, totalmente empenhado em fazer levantar a cabeça junto com os pés, quando a pista impõe o sempre bem-vindo momento de introspecção. Como sempre, rótulo desenhado / colado por Márcio Matos. Classe. Tudo.</p>
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		<title>Photonz &#8220;Aquarian Ball / Urban Dreams&#8221; em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/10/25/photonz-aquarian-ball-urban-dreams-em-stock/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 18:53:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Photonz]]></category>

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		<description><![CDATA[
PHOTONZ
Aquarian Ball / Urban Dreams
12&#8243; One Eyed Jacks &#8211; 7.95 eur
Disco inaugural da One Eyed Jacks, editora exclusivamente dedicada a material dos Photonz e &#8211; digamos &#8211; quem eles escolherem para editar. O break selvagem de bateria dá o mote para o espírito rave que aqui se experimenta. A percussão começa por ter um efeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10507" title="photonz" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/10/photonz.jpg" alt="photonz" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>PHOTONZ</strong><br />
Aquarian Ball / Urban Dreams<br />
12&#8243; One Eyed Jacks &#8211; <span style="color: #ff0000;"><strong>7.95 eur</strong></span></p>
<p>Disco inaugural da One Eyed Jacks, editora exclusivamente dedicada a material dos Photonz e &#8211; digamos &#8211; quem eles escolherem para editar. O break selvagem de bateria dá o mote para o espírito rave que aqui se experimenta. A percussão começa por ter um efeito semelhante a <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BS5V_-RLSRM">&#8220;The 2nd Coming&#8221;</a> de Adamski mas enquanto este contém a expansão, &#8220;Aquarian Ball&#8221; vai mesmo pisar todo o terreno em volta. Memórias da Kaos e do &#8220;paradise called Portugal&#8221; vendido à cena de dança estrangeira em meados dos anos 90.  O lado B chama-se mesmo &#8220;Urban Dreams&#8221; (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ioVrbVG0urs&amp;feature=related">aqui está a génese</a>, segundo os próprios Photonz), um tributo de amor a uma cena que estes produtores experimentaram enquanto putos com as compilações da Kaos e do Alcântara-Mar. &#8220;Urban Dreams&#8221; segue a linha house melódica de &#8220;Shaboo&#8221; com uma outra complexidade. Menos jack, mais deep, enche o espaço e convoca quase imediatamente imagens digitais dos primeiros videos chill-out com plantas e animais.</p>
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		<title>Lista #10: Photonz</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/08/lista-10-photonz/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 12:28:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[Photonz]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Photonz (Portugal)
Produtores / DJs
MARÇO 2010
RON HARDY Sensation / Dub (Rush Hour / Trax)
PAUL DU LAC Blowback (Jack For Daze)
TAPES Hissing Theatricals (Jahtari)
ANTHONY &#8216;SHAKE&#8217; SHAKIR At The Bonnie Brook / Osborne Remix (Astrolab)
KYLE HALL The Dirty Thouz (Wild Oats)
PAUL BENNETT One (Modernista)
JOY ORBISON The Shrew Would Have Cushioned The Blow / Actress remix (Aus)
KA§PAR Music [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6741" title="borftteewhite" src="http://c4.ac-images.myspacecdn.com/images02/53/l_3aaf73d1e4604e9192dc1f2a7ba668b3.jpg" alt="borftteewhite" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-6742" title="Kord_f-1" src="http://djsbag.com/uploads/posts/2009-12/1261421956_cs1502952-02a-big.jpg" alt="Kord_f-1" height="200" /></p>
<p><strong>Photonz (Portugal)</strong><br />
Produtores / DJs</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MARÇO 2010</span></strong></p>
<p><strong>RON HARDY</strong> Sensation / Dub (Rush Hour / Trax)<br />
<strong>PAUL DU LAC</strong> Blowback (Jack For Daze)<br />
<strong>TAPES</strong> Hissing Theatricals (Jahtari)<br />
<strong>ANTHONY &#8216;SHAKE&#8217; SHAKIR</strong> At The Bonnie Brook / Osborne Remix (Astrolab)<br />
<strong>KYLE HALL</strong> The Dirty Thouz (Wild Oats)<br />
<strong>PAUL BENNETT</strong> One (Modernista)<br />
<strong>JOY ORBISON</strong> The Shrew Would Have Cushioned The Blow / Actress remix (Aus)<br />
<strong>KA§PAR</strong> Music Life / Photonz remix (Groovement)<br />
<strong>DIRTY JESUS</strong> Don&#8217;t Fuck With My Shit / RV Cock Black Cock Mix (Juno)<br />
<strong>CLOUDED VISION</strong> Outside / Photonz remix (Clouded Vision)</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/photonz">MySpace</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo Out.Fest</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/05/21/passatempo-outfest/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2009/05/21/passatempo-outfest/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 May 2009 15:27:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
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		<category><![CDATA[Filho Único]]></category>
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		<description><![CDATA[
22 de Maio
William Basinski + Sei Miguel Metal Music 4 + Cian Nugent
Auditório Municipal Augusto Cabrita (Barreiro), 21H30 ** bilhetes à venda: 8 euros / passe dois dias: 12 euros
23 de Maio
Spectrum Band + Ducktails + Whitehouse + Loosers + Tomutonttu
&#8220;Os Franceses&#8221; (Barreiro), 21H30 ** bilhetes à venda: 8 euros / passe dois dias: 12 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-3307" title="william_basinski_200" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/05/william_basinski_200.jpg" alt="william_basinski_200" width="302" height="200" /><img class="alignnone size-full wp-image-3308" title="loosers1" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/05/loosers1.jpg" alt="loosers1" width="150" height="200" /></p>
<p>22 de Maio<br />
<strong>William Basinski + Sei Miguel Metal Music 4 + Cian Nugent</strong><br />
Auditório Municipal Augusto Cabrita (Barreiro), 21H30 <span style="color: #ff0000;">** bilhetes à venda: 8 euros / passe dois dias: 12 euros</span></p>
<p>23 de Maio<br />
<strong>Spectrum Band + Ducktails + Whitehouse + Loosers + Tomutonttu</strong><br />
&#8220;Os Franceses&#8221; (Barreiro), 21H30 <span style="color: #ff0000;">** bilhetes à venda: 8 euros / passe dois dias: 12 euros</span></p>
<p>23 de Maio<br />
<strong>Gala Drop + Photonz</strong><br />
Discoteca DNA (Barreiro), 02H00<span style="color: #ff0000;"> ** bilhetes à venda: 8 euros / passe dois dias: 12 euros</span></p>
<p>Maio, mês de Out.Fest. Embora as festividades tenham começado no dia 15, e tudo só termine no dia 29, é na sexta e no sábado que estão as refeições principais. Amanhã o concerto do Basinski é imperdível, vão por nós, quanto mais não seja porque marca a sua estreia por cá (e em melhor momento não poderia vir, com o excelente &#8220;<a href="http://blog.flur.pt/2009/05/15/william-basinski-92982-em-stock/">92982</a>&#8221; ainda fresco). Para sábado, espasmos de contentamento, a noite parece ser tão boa que dificilmente vamos querer sair do Barreiro depois de tudo.</p>
<p>Temos convites (diários e passes) individuais para oferecer, cortesia do Out.Fest. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>O que é que o Barreiro tem que não há em mais lado algum? Não vale a pena dizer Out.Fest.</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados) e para qual dia querem concorrer (ou se preferem o passe), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO OUT.FEST">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o festival.<br />
Têm até às 15 horas de amanhã, dia 22, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><strong>Passatempo encerrado.</strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Photonz &#8220;No Fear&#8221; no Resident Advisor</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/01/30/photonz-no-fear-no-resident-advisor/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 17:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Dissident]]></category>
		<category><![CDATA[Photonz]]></category>
		<category><![CDATA[Resident Advisor]]></category>

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		<description><![CDATA[
PHOTONZ
No Fear
12&#8243; Dissident &#8211; 8.95 eur
Yo. No Resident Advisor. E ainda temos stock : )
A imagem dos Photonz é do Márcio Matos.
&#8220;As fans of Dissident are undoubtedly familiar with by now, their second offering from Photonz is a one-sided 12-inch, printed in two hundred copies and listed with a &#8220;no repress!&#8221; tag. And like most [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1106" title="photonz-no-fear" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/photonz-no-fear.jpg" alt="photonz-no-fear" width="200" height="200" /><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/photonz-mm.jpg" alt="photonz-mm" title="photonz-mm" width="190" height="200" class="alignnone size-full wp-image-1292" /></p>
<p><strong>PHOTONZ</strong><br />
No Fear<br />
12&#8243; Dissident &#8211; 8.95 eur</p>
<p>Yo. No <a href="http://www.residentadvisor.net/">Resident Advisor</a>. E ainda <a href="http://www.flur.pt">temos stock</a> : )<br />
A imagem dos Photonz é do <a href="http://www.marciomatos.pt.vu/">Márcio Matos</a>.</p>
<p>&#8220;As fans of Dissident are undoubtedly familiar with by now, their second offering from Photonz is a one-sided 12-inch, printed in two hundred copies and listed with a &#8220;no repress!&#8221; tag. And like most of the label&#8217;s catalog, &#8220;No Fear&#8221; would be a solid acquisition even if it wasn&#8217;t the subject of a tantalizingly-small print run. It&#8217;s a spiraling, hydra-headed Detroit-style jam whose most valuable asset is its unpredictability. There&#8217;s not a straight bar of eight beats throughout the whole thing—just as the ears and the body have locked into the 808 groove, it jerks out from under you, stubbornly refusing to settle, instead sidewinding through a mildly hyperactive workout, making pit-stops among stiffly arpeggiated bass samples and bursts of synth-pads, finally dead-ending in an echoey cluster of percussive white noise. It&#8217;s memorable more for the effect of its overall structure and flow rather than any particular riff or standout sound. </p>
<p>Photonz are no strangers to classic dance music—&#8221;Shaboo,&#8221; their previous Dissident single, revisited early &#8217;90s feel-good house, and wouldn&#8217;t be easily distinguishable from its ancestors if put to a blind taste test. With &#8220;No Fear,&#8221; instead of merely aping the past, or grafting strands of it onto the present, Photonz have gone and mulched up a good chunk of it in a blender. The tune sounds like the result of some Frankensteinian megamix, where deep in their lab outside of Lisbon, the duo have transformed a heap of disembodied sonic fragments into a hoary, undead Kevin Saunderson joint. As such it&#8217;s a good history lesson, both in style and in name: No fear of returning to the classics, and then no fear of tearing them apart.&#8221;<br />
<em>(William Rauscher in Resident Advisor, Janeiro 2008)</em></p>
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		<title>Photonz &#8220;No Fear&#8221; em stock</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 16:20:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
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		<description><![CDATA[
PHOTONZ
No Fear
12&#8243; Dissident &#8211; 8.95 eur
Segundo dos Photonz na Dissident, menos Ibiza que &#8220;Shaboo&#8221; ; )  mas outro tiro certo na direcção house junto da raiz. Tem, no entanto, twists suficientes para não soar a mera reprodução de nostalgia pelo som de outrora. A explicação é simples: estes são os beats gordos que entusiasmam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1106" title="photonz-no-fear" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/photonz-no-fear.jpg" alt="photonz-no-fear" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>PHOTONZ</strong><br />
No Fear<br />
12&#8243; Dissident &#8211; 8.95 eur</p>
<p>Segundo dos Photonz na Dissident, menos Ibiza que &#8220;Shaboo&#8221; ; )  mas outro tiro certo na direcção house junto da raiz. Tem, no entanto, twists suficientes para não soar a mera reprodução de nostalgia pelo som de outrora. A explicação é simples: estes são os beats gordos que entusiasmam e abanam a pista de modo completamente diferente do que acontece com as superfícies polidas da maioria dos beats em discos house ou techno produzidos agora. Mais sujidade, melodia meio desviada e linha de baixo viciante &#8211; esta é que faz mexer o rabo na pista, como se vocês não soubessem. &#8220;No Fear&#8221; é simples mas dinâmico e parte de um processo de constante reinvenção dos Photonz, não têm um estilo mas têm o que é importante: uma assinatura. Como quase sempre na Dissident, o vinil só tem música num dos lados. Oiçam no <a href="http://www.flur.pt">site</a>.</p>
<p><strong>Outras novidades Dissident:</strong></p>
<p>Brassica “Illness From Awareness [12"]”, € 8,95<br />
Den Haan “Night Shift / The From Den Haan [12"]”, € 8,95</p>
<p><strong>CDs Dissident em stock:</strong></p>
<p>Vários “Veros Artis Volume 1”, € 10,95<br />
Vários “Veros Artis Volume 2”, € 10,5</p>
<p><strong>Stock Dissident a <span style="color: #ff0000;">preço baixo</span> até ao dia <span style="color: #ff0000;">23.01.2009</span>. Quantidades limitadas. Vejam os preços originais riscados. Pedidos? <a href="mailto:loja@flur.pt">loja(a)flur.pt</a></strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span></p>
<p>Ali Renault “Our World Is&#8230; [12"]”, <strong><span style="text-decoration: line-through;">€ 12,5</span><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Ali Renault “Zombie Raffle [12"]”, <strong><span style="text-decoration: line-through;">€ 12,5</span></strong><strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Binary Chaffinch “False Energy &#8211; Invincible Scum rmx [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Binary Chaffinch “Guitar Shaped Heart [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 11,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Cage &amp; Aviary “Television Train [12"]”,<span style="text-decoration: line-through;"><strong> € 11,95</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Caja De Ritmos “Drumstep1 [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 11,95</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Casionova “Shoreham Harbour Blues &#8211; Ali Renault rmx [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Control Voltage “1/2 [12"]”,<span style="text-decoration: line-through;"><strong> € 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Control Voltage “5/6 [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Control Voltage “The Bounce [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 11,95</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Electric Man “Bubble Wrap [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 11,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Gweilo “Ghosts [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Helium Robots “Long Lost [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Invincible Scum “House Of The Rising Scum [12"]”, <span style="text-decoration: line-through;"><strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Invincible Scum “Shake It Up [12"]”,<span style="text-decoration: line-through;"> <strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Mark Broom “Mandate &#8211; Kruton rmx [12"]”, <strong><span style="text-decoration: line-through;">€ 12,5</span></strong> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Midnight Steppers “Locked Out [12"]”,<strong><span style="text-decoration: line-through;"> € 12,5</span></strong> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Muravchix “Tropical Warrior [12"]”, <strong><span style="text-decoration: line-through;">€ 12,5</span></strong> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
S.C.S. “Redemption [12"]”,<span style="text-decoration: line-through;"> <strong>€ 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Tommy Walker 3 “Sure As [12"]”,<span style="text-decoration: line-through;"><strong> € 12,5</strong></span> <strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong><br />
Truffle Club “Gone Blue [12"]”, <strong><span style="text-decoration: line-through;">€ 12,5</span> </strong><strong><span style="color: #ff0000;"> 8,00</span></strong></p>
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		<title>2008: os nossos singles favoritos</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/01/10/2008-os-nossos-singles-favoritos/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2009/01/10/2008-os-nossos-singles-favoritos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 15:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Top]]></category>
		<category><![CDATA[2008]]></category>
		<category><![CDATA[Bjorn Torske]]></category>
		<category><![CDATA[Ghost Note]]></category>
		<category><![CDATA[Johannes Volk]]></category>
		<category><![CDATA[Mathew Jonson]]></category>
		<category><![CDATA[Omar-s]]></category>
		<category><![CDATA[Photonz]]></category>
		<category><![CDATA[Reggie Dokes]]></category>
		<category><![CDATA[Slight Delay]]></category>
		<category><![CDATA[The Juan Maclean]]></category>
		<category><![CDATA[Theo Parrish]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Toh]]></category>

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		<description><![CDATA[
11 singles que considerámos importantes em 2008.
Podem consultar aqui textos e listas mais pessoais e também de convidados que acederam em partilhar connosco as suas visões do ano que passou. Jornalistas, promotores, músicos, DJs, etc., portugueses e não só.

1   OMAR-S &#8220;Psychotic Photosynthesis&#8221; (FXHE)
1   OMAR-S &#8220;Psychotic Photosynthesis #2 (no drum mix)&#8221; (FXHE)
O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/intro2008.jpg" alt="intro2008" title="intro2008" width="600" height="272" class="alignnone size-full wp-image-962" /></p>
<p><em>11 singles que considerámos importantes em 2008.<br />
Podem consultar <a href="http://www.flur.pt/FLUR/2008.html">aqui </a>textos e listas mais pessoais e também de convidados que acederam em partilhar connosco as suas visões do ano que passou. Jornalistas, promotores, músicos, DJs, etc., portugueses e não só.</em></p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/psychotic_photosynthesis_100.jpg" alt="psychotic_photosynthesis_100" title="psychotic_photosynthesis_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-966" /><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/psychotic_photosynthesis_no_drum_100.jpg" alt="psychotic_photosynthesis_no_drum_100" title="psychotic_photosynthesis_no_drum_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-967" /></p>
<p><strong>1   OMAR-S &#8220;Psychotic Photosynthesis&#8221; (FXHE)</strong><br />
<strong>1   OMAR-S &#8220;Psychotic Photosynthesis #2 (no drum mix)&#8221; (FXHE)</strong><br />
O #2 surge perto do final do ano e pulveriza a concorrência. Versão sem beats do maxi que saiu em Janeiro com o mesmo título, serenata dedicada aos Céus, uma produção da nova escola de Detroit, Omar-S a chegar a corações neutros, não-militantes de house. A versão com batida transporta a pista de dança para uma dimensão quase surreal de prazer no rodopio psicadélico dos seus tons. Para nós, sai da mesma matéria que gerou &#8220;E2-E4&#8243; (Manuel Göttsching), e mesmo que não confiem em nós, vejam as vezes que Omar-S aparece nas listas que publicamos mais abaixo. Supremo. E se for arrogante ainda melhor, porque tem o direito.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/kan_jeg_100.jpeg" alt="kan_jeg_100" title="kan_jeg_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-969" /></p>
<p><strong>2   BJORN TORSKE &#8220;Kan Jeg Slippe?&#8221; (Sex Tags Mania)</strong><br />
Bjorn Torske representa o tipo de produtor que respeita totalmente os maxis como obras completas, não como meros excertos de algo maior. &#8220;Kan Jeg Slippe?&#8221; oscila entre Norte e Oeste de África, Nova Iorque e a nossa cabeça, um monumento ao poder hipnótico da música, banda sonora para uma realidade vodu, uma receita exótica para nos enfeitiçar com poções que deitam fumo negro (não fumo branco). A Noruega guarda ainda tesouros imensuráveis. Homens do Norte.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/rain_redemptive_love_100.jpg" alt="rain_redemptive_love_100" title="rain_redemptive_love_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-970" /></p>
<p><strong>3   REGGIE DOKES &#8220;Rain Redemptive Love&#8221; (Philpot)</strong><br />
África em todo o lado, este ano, e inegavelmente no beat de &#8220;Love&#8221;, primeira faixa do disco logo a trazer Tony Allen para tocar air drums no estúdio de Reggie. No outro lado, &#8220;Rain On Me&#8221; mistura piano, cordas e um sintetizador desregrado que ousa suplantar em atitude o som de Carl Craig, tudo demasiado perfeito para ser ignorado. Amor pelo universo e esperança no ser humano podem ser sentimentos fora de moda, mas Reggie Dokes não sabe disso. Ainda bem.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/join_the_resistance_1_100.jpg" alt="join_the_resistance_1_100" title="join_the_resistance_1_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-971" /><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/join_the_resistance_2_100.jpg" alt="join_the_resistance_2_100" title="join_the_resistance_2_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-972" /></p>
<p><strong>4   TIM TOH &#8220;Join The Resistance part I&#8221; (Philpot)</strong><br />
<strong>4   TIM TOH &#8220;Join The Resistance part II&#8221; (Philpot)</strong><br />
Duas partes de uma série de três, um dos manifestos mais revolucionários na renovação actual da house, quando um género passa a ser descrito apenas como Música. Parte I mais tribal e desnudada, com ritmos a chocarem com esqueletos de melodias, tudo em sacrifício ao groove. Mais romance na parte II mas sempre enroscado na batida que não deixa nunca esquecer que há um coração pulsante. Amigos, &#8220;Three&#8221;, na parte II, concentra quase tudo o que queremos ouvir: balanço, espírito, açucar, loucura, paixão, Sol e tempestade, morte e redenção &#8211; é bonito de morrer e também tem África. Tim Toh fez isto aos 22 anos, outro dia.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/theo_parrish_100.jpg" alt="theo_parrish_100" title="theo_parrish_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-973" /></p>
<p><strong>5   THEO PARRISH &#8220;Love Triumphant&#8221; (Sound Signature)</strong><br />
Uma das jams mais cósmicas do ano quando nos escaparates não está marcado como Cósmico, é esse o destino dos que se desviam permanentemente do centro onde são colocados. &#8220;Love Triumphant&#8221; irradia uma luz intensa, e sob essa luz vemos com clareza que não é alguém da música de dança a tentar fazer jazz, não se trata da pobre mímica que é celebrada como &#8220;homenagem&#8221;, não é electrónica a fazer de conta que é acústica, isto brota da terra directo lá para cima, sem tempo para se agarrar a nomes ou referências: jazz, minimalismo, kosmischer pitch, house, são os nomes que nós, pessoas comuns, temos de colocar nas coisas para podermos descrevê-las. &#8220;Spacebumps&#8221; completa o disco em típico modo Theo Parrish de stop-start e malhas de Rhodes. Fora de tudo.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/happy_house_100.jpg" alt="happy_house_100" title="happy_house_100" width="101" height="100" class="alignnone size-full wp-image-974" /></p>
<p><strong>6   THE JUAN MACLEAN &#8220;Happy House&#8221; (DFA)</strong><br />
O dance-punk da DFA, já com um historial impecável, excedeu-se em &#8220;Happy House&#8221;, Sol e mais Sol e nova inspiração DFA em Siouxsie &#038; The Banshees. Tudo magnífico, em harmonia, quase 13 minutos de felicidade (mais do que às vezes se consegue num dia) com a voz de Nancy Whang a dirigir uma cruzada em direcção ao escapismo boa onda que só house, disco e pop conseguem natural e honestamente. &#8220;Happy House&#8221; reúne o melhor dos três géneros, abre uma porta larga para toda a gente e, quando o plano abre mais para revelar o cenário completo, os corpos que dançam formam um smiley gigante. É assim tão bom.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/the_day_we_met_again_100.jpg" alt="the_day_we_met_again_100" title="the_day_we_met_again_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-975" /></p>
<p><strong>7   JOHANNES VOLK &#8220;The Day We Met Again&#8221; (Lifeworld)</strong><br />
A Alemanha, ligada espiritualmente a Detroit desde a aliança da cidade norte-americana com o clube Tresor em Berlim, produz uma nova geração de nomes que unem os feixes de ambas as proveniências para os concentrar num único, mais poderoso, apontado ao Cosmos. Tim Toh, de forma já descrita, e Johannes Volk em groove de total felicidade e comunhão. Imaginem samba, Jeff Mills, jazz astral, som atonal e Atom Heart da fase B.A.S.S. (que já era isso tudo em 1995) com licks de guitarra, rapidamente (bem acima das 120 BPM) em movimento de progressão. Se fosse mau seria quase histérico, mas deste modo são flores a multiplicarem-se num campo. Genial e aguerrido e, em ano Wall-E, a faixa do meio chama-se &#8220;Robot Love&#8221;.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/symphony_for_the_apocalypse_100.jpeg" alt="symphony_for_the_apocalypse_100" title="symphony_for_the_apocalypse_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-976" /></p>
<p><strong>8   MATHEW JONSON &#8220;Symphony For The Apocalypse: New Age Revolution&#8221; (Wagon Repair)</strong><br />
Num ano em que a Wagon Repair, com produção mais banal, acabou por sair um pouco dos radares, este maxi destaca-se claramente. MJ exercita a sua tendência analógica em duas faixas intensas que convocam Autechre e o Apocalipse. São dois épicos de pleno direito, sujos e carismáticos, a vender personalidade numa época digital de cada vez maior formatação genérica na cena techno. Muito respeito.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/holy_jungle.jpg" alt="holy_jungle" title="holy_jungle" width="98" height="100" class="alignnone size-full wp-image-977" /></p>
<p><strong>9   GHOST NOTE &#8220;Holy Jungle&#8221; (Golf Channel)</strong><br />
Com a Whatever We Want fora do nosso plano de 2008 (acreditem que tentámos tudo), foi a Golf Channel, também de Nova Iorque, quem permaneceu para nós como a editora a coleccionar, no que respeita a futuros clássicos do underground cósmico. &#8220;Holy Jungle&#8221; representou a magia negra nas pistas de dança, um kick forte, cordas dissonantes, guitarra com barba, coros e um ambiente soturno quebrado pelas sempre infalíveis palmas. Mark E entrega uma remistura em suspensão hipnótica.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/sufi_surfer_100.jpg" alt="sufi_surfer_100" title="sufi_surfer_100" width="100" height="100" class="alignnone size-full wp-image-978" /></p>
<p><strong>10   SLIGHT DELAY EP (Rong)</strong><br />
A espantosa folha de serviço deste disco na Flur, desde que chegou em Setembro, contribuiu em grande medida para a inclusão numa lista em que a concorrência se multiplicou bastante: os re-edits. A par com Social Disco Club, Slight Delay (e a sua metade Tiago) espalharam ciência de corte em editoras de topo neste jogo: Mindless Boogie e Rong. Slight Delay passou a ser o maxi de re-edits mais vendido de sempre aqui na loja, percorreu o espectro de interessados em rock até house e o seu trunfo principal foi o re-edit de &#8220;Sunshine Baby&#8221; (Clout), um pedaço genial de reggae psicadélico editado em 1979 e que pudemos ver (e ouvir) Harvey a passar num clip algures no YouTube.</p>
<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/photonz_dis_100.jpg" alt="photonz_dis_100" title="photonz_dis_100" width="101" height="100" class="alignnone size-full wp-image-979" /></p>
<p><strong>+   PHOTONZ &#8220;Shaboo&#8221; (Dissident)</strong><br />
Ano de impressionantes aquisições para o CV dos Photonz (Marco Rodrigues e Miguel Evaristo). Maxis na Dark &#038; Lovely e Astro Lab (Pilooski), Republic Of Desire (Midnight Mike) e DOIS maxis na julgada inacessível Dissident, de Londres. &#8220;Shaboo&#8221; foi o primeiro, e também a primeira vez que ouvimos oficialmente os Photonz a fazer house com atenção ao detalhe clássico. Uma faixa com sons de Chicago e Ibiza e que respondeu na perfeição a uma das necessidades mais prementes nas pistas de dança em 2008: House. &#8220;Shaboo&#8221; é feliz, pouco complicado e quebra o gelo inicial na pista. Toda a gente devia ter um.</p>
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		<title>Zonk: mixtape Photonz 2008-2009</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/01/04/zonk-mixtape-photonz-2008-2009/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Jan 2009 01:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mixtape]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Javenger Dourado]]></category>
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		<category><![CDATA[Oxigénio]]></category>
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		<category><![CDATA[Zonk]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imagem por Márcio Matos
Photonz, Major e Javenger Dourado são Escravos de Zonk. Zonk é uma noite meio feita pela Flur, há um texto a enquadrar tudo aqui. A Oxigénio convidou os Escravos para sonorizar a contagem decrescente até 2009, as horas 22:00-24:00 no dia 31 de Dezembro de 2008 foram as duas partes que oferecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-830" title="zonk_1" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/01/zonk_1.jpg" alt="zonk_1" width="273" height="200" /><br />
<em>Imagem por <a href="http://www.marciomatos.pt.vu/">Márcio Matos</a></em></p>
<p>Photonz, Major e Javenger Dourado são Escravos de Zonk. Zonk é uma noite meio feita pela Flur, há um texto a enquadrar tudo <a href="http://www.myspace.com/tamborzonk">aqui</a>. A <a href="http://www.oxigenio.fm">Oxigénio</a> convidou os Escravos para sonorizar a contagem decrescente até 2009, as horas 22:00-24:00 no dia 31 de Dezembro de 2008 foram as duas partes que oferecemos abaixo. <a href="http://www.myspace.com/photonz">Photonz</a> gravaram ambas. São uma porta de entrada para Zonk.<br />
Interessados nas tracklists? Utilizem <a href="mailto:zonk2008@gmail.com">este mail</a>.</p>
<p>parte 1<br />
parte 2 </p>
]]></content:encoded>
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