Sábado, 23 Julho, 2016

RAIME Tooth CD / 2LP

€ 10,95 CD Blackest Ever Black

€ 22,50 2LP (+mp3) Blackest Ever Black

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Quinta-feira, 29 Novembro, 2012

RAIME Quarter Turns Over A Living Line CD / 2×12″

€ 16,50 € 12,50 CD Blackest Ever Black  ENCOMENDAR

€ 21,95 € 18,95 2×12″ Blackest Ever Black  ENCOMENDAR

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Demdike Stare e Andy Stott abriram certamente portas para que um manancial de música com crises existenciais e influências óbvias do industrial começasse a existir. Muito se tem feito dentro desse género no último ano e meio, a grande diferença que existe em relação ao auge do industrial é a de que esta música funde lógicas de dança mais recentes (techno e dubstep e fusões entre as duas) e usa processos menos analógicos. O computador parece dominar e isso nota-se muito no tom seco de muito dos discos que têm saído, ao ponto disto ser já característico. A Blackest Ever Black tem dedicado parte substancial do seu catálogo a este género (já editou Vatican Shadow, Regis, Black Rain e agora edita o primeiro álbum de Raime depois de dois 12″). Não é surpreendente que o faça e muito menos é que a tendência vire para aqui. O som que se produz é realmente um reflexo do contexto em que vivemos: em ciclos. E talvez grande parte desta música aconteça não tanto por uma influência directa mas por total desconhecimento do que está para trás. “Quarter Turns Over a Living Line” é uma espécie de disco marcante para o género, porque chega numa altura em que parece que já está sedimentadíssimo, num momento em que se faz a revisão dos discos do ano (lembram-se da reedição em CD de Andy Stott no ano passado?), aparece com todos os clichés e tiques que caracterizam o género e fá-lo muitíssimo bem, com uma desenvoltura musical composta, despreocupada somente na construção de um ambiente e acertada em querer mostrar algo mais. É um universo que se fecha muito em si mesmo – não é música de expansão – mas Raime fá-lo muito bem neste seu disco.


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