Quarta-feira, 19 Julho, 2017

LINDSTROM / EROT Closing Shot / Song For Annie 7″

€ 9,95 7″ (Record Store Day 2017) Paper Recordings

[audio:http://www.flur.pt/mp3/PAPNDLV225-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/PAPNDLV225-2.mp3]

“Closing Shot” é só Lindstrom a estender o seu tapete épico, entre “Knight Rider”, Tangerine Dream e Jean-Michel Jarre, versão curta para um hit de 2016. Mas “Song For Annie” é um dos momentos definidores do Disko norueguês, em 1998, aqui na versão que apareceu no primeiro single da editora Tellé. Erot não viveu tempo suficiente para ser real super-estrela, mas aqueles poucos anos de produção garantiram o mito e, a nós, música feliz, completa, de uma outra galáxia, como se ele sozinho fizesse ainda mais gente feliz do que a banda inteira na animação “Intastella” dos Daft Punk. Premium. Sobras do Record Store Day de 2017.

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Quinta-feira, 20 Abril, 2017

SPACEMEN 3 For All The Fucked-Up Children Of This World We Give You Spacemen 3 LP

€ 21,50 LP (RSD 2017) Space Age Recordings


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Quinta-feira, 20 Abril, 2017

THE RAINCOATS Fairytale In The Supermarket 7″

€ 9,50 7″ (RSD 2017) We Three

[audio:http://www.flur.pt/mp3/WE5-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WE5-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/WE5-3.mp3]

Arranque para as Raincoats, em reedição com capa de papel que reproduz o original (1979). O som desconjuntado, que ecoava talvez o que as Slits faziam, é bem exemplificado por “In Love”, uma confusa balada distorcida sobre estar apaixonado, com vozes no limite, quase do fundo da garagem. “Adventures Close To Home” mapeia também um percurso pessoal, mental, em tom profundamente indie dissonante, um campo de experiências pop que não terminou ali – consegue ouvir-se durante a década de 80, numa espécie de compromisso entre Captain Beefheart e o passe verde de permissão que o pós-punk entregou a quem formava bandas e estivesse disponível a arriscar (ou, simplesmente, fosse diferente da média). Rude, genuíno, bonito.

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Quarta-feira, 19 Abril, 2017

RYUICHI SAKAMOTO Thousand Knives / Plastic Bamboo 7″

€ 14,50 7″ (RSD 2017) Rush Hour JPN

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RHSTOREJPN6-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RHSTOREJPN6-2.mp3]

Duas faixas retiradas do álbum “Thousand Knives” (1978), em cheio no actual interesse por grooves orientais e simultaneamente sinéticos, fortes em ambiência, romance e aventura (não exageramos). A sua actividade musical sempre seguiu paralela à de Yellow Magic Orchestra, a banda para a qual foi recrutado por Haruomi Hosono, e o que ouvimos na faixa-título deste single, e também no lado B “Plastic Bamboo”, corresponde à intenção original de YMO: exótica oriental cruzada com electrónica. Abriam-se portas, aqui, para um novo mundo, de facto, e uma fusão que não fazia mais que reconhecer a perfeita compatibilidade entre tradição e modernidade. Em simultâneo, no Ocidente, há muito que se reconhecia a importância das escalas orientais para o enriquecimento e a desformatação de músicos necessitados de perseguir outras vias. O jazz havia percebido isso, a escola minimalista também, até o rock, até os Beatles haviam percebido isso. Esta música de Sakamoto chega-nos, assim, como uma visão do outro lado do espelho: o extremo oriente a picar a Europa e até o Brasil para escrever linhas novas.

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Quarta-feira, 19 Abril, 2017

PECKER Pecker Power LP

esgotado LP (RSD 2017) Rush Hour JPN

Novo capítulo na divisão japonesa do catálogo Rush Hour. Dub bem funky, editado originalmente em 1980, só originais + versões de “jamming” e “Concrete Jungle” (Bob Marley). Por algum motivo a que não conseguimos ter acesso, o álbum inclui arranjos e participações de Sly & Robbie, Tyrone Downie (teclista de sessões com Bob Marley e Tom Tom Club, por exemplo), Aston e Carlton Barrett (Upsetters e Wailers), Augustus Pablo e outros nomes importantes na cena jamaicana. Pouco parece colocar “Pecker Power” no Japão (excepção clara para “Pecker Power (Part One)”, há uma corrente sonora bastante universal a atravessar o disco, isto é, dub produzido por quem sente profundamente dub, feliz por ter acesso a esta música espacial, mental, e colocar a sua mão num produto final que pode partilhar com o mundo. Disco luminoso, pausado como deve ser, tocado por mestres de acordo com os Mandamentos. Supremo.

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