SEX TAGS na FLUR
Sexta-feira, 28 Outubro, 2011Categoria: Fotos
Etiquetas: Sex Tags Mania

BANG!
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BANG!
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DJ SOTOFETT
Dritfett
12″ Sex Tags Wania - 8.50 eur
Na senda de outras produções na Sex Tags, um disco de música rude e bonita para quem parte do techno como princípio salvador. Acaba por ser um tributo à Roland TR-909 como máquina icónica ligada à música de dança, com todas as qualidades toscas (para os padrões de hoje) assumidamente exploradas. Seis faixas de fervor tech embrulhadas num som de baixa fidelidade mas com volume suficiente para cortar ângulos rectos. Material de DJ Sotofett gravado antes do arranque da Sex Tags há cerca de 10 anos.
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Ainda disponível:
DJ SOTOFETT “Acido Records presents DJ Sotofett”, 12″ Acido – 9.95 eur

BUSEN feat. PALEO
Stream Of Love
12″ Sex Tags Mania – 8.95 eur
Ambiente muito aquático no lado B, com algo a borbulhar constantemente à superfície. 11 minutos de dub techno com o que parecem ser várias pistas diferentes a correr em simultâneo. Lado A é a regravação em 2010 de uma faixa dos 90s, misto de house estilo Ladomat (a editora) e synth pop clássico. Grooves narcóticos, Sex Tags Wania (como aparece no rótulo) a editar o que apetece : )
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TRANSILVANIAN GALAXI
Transilvanian Galaxi
12″ Sex Tags Mania – 10.50 eur
O break vocal em “Galaxi” é suficiente para a conquista imediata. Um tom meio indiano e meio conde Drácula quebra um groove denso com cordas e sirenes no meio de beats old school como Legowelt faz. Poderia, na verdade, ser Legowelt: o som está lá, a temática também. “Rock On” e “Atle” têm cadência lenta, espécie de EBM em câmara de eco com níveis de actualidade próximos do período em que Juan Atkins fazia, em Detroit, a transição entre o som industrial da Wax Trax e o techno futurista pelo qual ficaria mais conhecido. Dizer “techno futurista” é quase redundante, mas com Transilvanian Galaxi acontece quase o oposto, o que ouvimos parece transmitido de um passado hermético disponível para poucos, uma zona evoluída também a partir de algumas bandas-sonoras de John Carpenter. Território pouco seguro e que,
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YOLANDA
Afro Rat / Afro Salad
12″ Sex Tags Amfibia – 8.95 eur
Mistério nórdico ou mais uma manobra de desinformação para fazer crer que estamos perante uma relíquia vintage? A Sex Tags não é das editoras mais ortodoxas, parece operar exclusivamente por capricho e, se não tem uma linha musical definida, tem certamente uma linha estética atraente. Do mesmo sítio de onde saiu “Kan Jeg Slippe?” de Bjorn Torske em 2008 ouvimos agora o que são suposto ser duas jams longas (13 e 18 minutos, respectivamente) de uma banda funk norueguesa. Independentemente da origem, são duas manifestações poderosas de groove ancestral que arranca em África (como tudo neste campo, verdade?) e se perde no melhor sentido possível nas explorações galácticas da geração de músicos que definiu a ideia exterior de krautrock na Alemanha durante a década de 70. Duas fantásticas viagens pelas muitas maravilhas que a música rítmica tem para oferecer, elevam-se acima de nomes, estilos, política de subgéneros e de quem criou o quê.
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BJORN TORSKE
Kan Jeg Slippe?
12″ Sex Tags Mania – 8.95 eur
Na lista dos nossos maxis favoritos de 2008, mais cópias em stock! Pedidos através de loja(a)flur.pt.
Anteriormente escrevemos:
Bjorn Torske representa o tipo de produtor que respeita totalmente os maxis como obras completas, não como meros excertos de algo maior. “Kan Jeg Slippe?” oscila entre Norte e Oeste de África, Nova Iorque e a nossa cabeça, um monumento ao poder hipnótico da música, banda sonora para uma realidade vodu, uma receita exótica para nos enfeitiçar com poções que deitam fumo negro (não fumo branco). A Noruega guarda ainda tesouros imensuráveis. Homens do Norte.
(Dezembro 2008)
Se o seu álbum não satisfez porque não soava coeso e, mesmo na liberdade de opções, não transmitia nada de especial que não fosse quase sempre melhor dito por outros, nos maxis “NY Lugg”, “As’besto”, “Kokt Kveite” e agora em “Kan Jeg Slippe?” é sempre perfeito. Duas, três faixas que não falham nunca, uma tendência forte para o exotismo associado a outras paragens sem qualquer tentativa de ser étnico – se soa africano, por exemplo, soa africano como se vivesse na L.A. de “Blade Runner”. “Kan Jeg Slippe?” são mais dois temas de fúria psicadélica, hipnóticos, com um groove mesmo ao lado do que é normal nas pistas de dança. Disco mutante no sentido mais puro do termo, abre as portas da floresta densa especialmente no lado B “Vond Vane”: improvisação, Martin Denny e 23 Skidoo no outro lado do mundo.
(Junho 2008)