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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Teatro Maria Matos</title>
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		<title>Super Disco #11 (Rui Miguel Abreu fala c/ Pedro Tenreiro)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/07/14/super-disco-11-rui-miguel-abreu-fala-c-pedro-tenreiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Tenreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Miguel Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 17 de Julho 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Sly &#38; The Family Stone &#8220;There&#8217;s A Riot Goin&#8217; On&#8221; (1971)
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9091" title="sly and the family stone" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/07/sly-and-the-family-stone.jpg" alt="sly and the family stone" width="206" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-9092" title="pedro tenreiro" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/07/pedro-tenreiro.jpg" alt="pedro tenreiro" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 17 de Julho 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Sly &amp; The Family Stone &#8220;There&#8217;s A Riot Goin&#8217; On&#8221; (1971)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>A ideia é todas estas sessões serem históricas, e o nome do Pedro Tenreiro já tem essa aura, apesar de a sua actividade estar longe de encerrada. Fez e editou re-edits praticamente uma década antes da recente cena que acontece em Portugal (virada para fora) e a sua dedicação a música negra aplicada à pista de dança torna-o incontornável se quisermos assinalar pontos importantes na cultura de música de dança em Portugal. No mesmo dia &#8211; 17 de Julho &#8211; estreia o seu Clube de Funk no Clube Ferroviário, em Santa Apolónia. Mas leiam o que escreveu Rui Miguel Abreu:</p>
<p><span style="color: #333399;">Pedro Tenreiro é um amigo, antes de mais nada. Trabalhei com o Pedro na NorteSul, aventureira etiqueta da Valentim de Carvalho, entre 1995 e 2001 e com ele aprendi muito. Sobre música, claro. Mas não só. Dj há mais tempo do que certamente é possível compreender à luz da escala actual que faz de tanta gente com um laptop e uns gigas de ficheiros mp3 «djs», Pedro Tenreiro seguiu uma linha constante na sua abordagem à música – a de um profundo respeito e conhecimento da música negra. Um conhecimento vasto, enciclopédico e em primeira mão: muitos dos discos hoje vistos como clássicos – de disco, hip hop, house, punk-funk… &#8211; entraram na colecção de Pedro Tenreiro aquando das suas edições originais. E ele soube depois medir-lhes o alcance, tendo o gira-discos como ponto de mira e a pista de dança como alvo da sua munição rítmica. Arma secreta? Um bom gosto profundo, que sempre lhe permitiu distinguir entre o que tem potencial para sobreviver ao teste do tempo e ascender ao estatuto de clássico e o que meramente traduz o momento. Pedro Tenreiro, é bom de ver, é um coleccionador devotado, digger com muita poeira nos dedos, sniper com olho de falcão capaz de sobreviver na selva que é o eBay, respeitado e conhecedor arquivista capaz de falar de igual para igual com nomes grandes do circuito internacional. Keb Darge ou Ian Wright são amigos íntimos. Como os Idjut Boys ou Nick The Record. Pedro é membro dessa elite: gente com uma paixão pelos discos tão enorme que tocá-los não chega. Há também que fazê-los. E Pedro fez muitos: como A&amp;R possuirá um dos mais invejáveis currículos do nosso país – ligou o seu nome ao de gente como Mind Da Gap, Cool Hipnoise, Mão Morta, aventurou-se, comigo ao seu lado, na Kami’khazz, editando vinil quando a “moda” actual era ainda uma distante miragem. E assinou edits que tiveram projecção internacional, como Dancin’ Days, acrescentando ao seu currículo edições na Noid e na Big Bear. É de homem.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0in;"><span style="color: #333399;">Mais recentemente, Pedro Tenreiro apontou à fonte e transformou o seu Clube de Funk num ponto de peregrinação para todos os que gostam de beber água da mais pura. Conjugando o microfone com pérolas que muitas vezes merecem mais estar depositadas no banco do que numa estante de discos – tal o seu valor! – Pedro criou a primeira e mais genuína noite de deep funk do país, capaz de rivalizar, na intensidade das suas sessões e na qualidade das suas selecções, com as mais quentes noites da Madame Jojo’s de Londres. O Clube de Funk arranca com uma residência em Lisboa precisamente na noite de 17 de Julho, quando Pedro desce à capital para protagonizar mais um Super Disco no Teatro Maria Matos. Disco escolhido? <em>There’s a Riot Goin’ On</em> de Sly and the Family Stone.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0in;"><span style="color: #333399;">Quando Marvin Gaye, de olhos lavados pela realidade no arranque dos anos 70 e informado pela experiência do seu irmão no Vietname, perguntava ao mundo o que se passava com a obra-prima <em>What’s Going On?</em>, Sylvester Stewart decidiu responder com o seu retrato real de uma sociedade em escombros, de um pós-Civil Rights Movement que, afinal, não escondia um pote de ouro no fim do arco-íris. Peter Doggett, no seu livro sobre «revolucionários, estrelas rock e a ascensão e queda da contra-cultura dos anos 60», apropriadamente intitulado <em>There’s a Riot Going On</em>, assim mesmo sem substituir o “g” por um apóstrofo, para se distinguir do disco que lhe inspirou o título, escrevia que o disco de Sly And The Family Stone «respondia à sombria realidade da vida nas ruas para os afro-americanos oferecendo um atraente e delicioso escape para a solidão, moldado pelas drogas e pelo hedonismo». É sobre este álbum de 1971 que Pedro Tenreiro vai falar no Super Disco do próximo sábado. A sua visão da obra-prima de Sly Stewart, salada psicadélica de funk, rock e política, e a sua própria vida e carreira serão as coordenadas para a conversa que se inicia às 18 e 30 no café do Teatro Maria Matos.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Passatempo Hanne Hukkelberg</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/07/13/passatempo-hanne-hukkelberg/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Hanne Hukkelberg]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
14 de Julho de 2010
Hanne Hukkelberg
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Editou dois álbuns de canções delicadas e frágeis, como se fossem manuais de brincadeiras pop, entre o imaginário do círculo polar e a candura das nursery rhymes. Depois, &#8220;Blood From A Stone&#8221;, um típico álbum de pop rock que só não foi apenas mais um disco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8741" title="mmy_si_900x200_1271853273_2" src="http://www.popstarsplus.com/images/HanneHukkelbergPicture001.jpg" alt="" width="450" /></p>
<p>14 de Julho de 2010<br />
<strong>Hanne Hukkelberg</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Editou dois álbuns de canções delicadas e frágeis, como se fossem manuais de brincadeiras pop, entre o imaginário do círculo polar e a candura das nursery rhymes. Depois, &#8220;Blood From A Stone&#8221;, um típico álbum de pop rock que só não foi apenas mais um disco nas lojas porque também aqui ela assustou a concorrência. Canções fortíssimas, refrões perfeitos, arranjos pouco comuns para mais um lote de composições abençoadas. Esta quarta-feira, é este o álbum em destaque, mas decerto irá rebuscar as suas memórias para as tocar com o músculo inesperado deste trio.<br />
Por exemplo:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=DFoSWOS1Qxg" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=DFoSWOS1Qxg</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=UdNQxmFqY_E" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=UdNQxmFqY_E</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=EUK9uY6dbD0" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=EUK9uY6dbD0</a></p>
<p><a href="http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=242" target="_blank">http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=242</a></p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de completar a seguinte frase:</p>
<p><strong>A que músico ofereceriam uma viagem para a Noruega? Porquê?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se       esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO HANNE HUKKELBERG">link</a>.      Os  escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às 17     horas   de amanhã, dia 14, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
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		<title>Passatempo David Maranha, Manuel Mota &amp; Richard Youngs</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/21/passatempo-david-maranha-manuel-mota-richard-youngs/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/06/21/passatempo-david-maranha-manuel-mota-richard-youngs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 12:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[David Maranha]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Mota]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Youngs]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
21 de Junho de 2010
David Maranha, Manuel Mota &#38; Richard Youngs
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
É quase uma bonita história de amor platónica. Se é verdade que David Maranha e Manuel Mota sempre tiveram uma especial admiração pela obra de Richard Youngs, também é verdade que este há muito confessou o gosto pela música dos músicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8741" title="mmy_si_900x200_1271853273_2" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/mmy_si_900x200_1271853273_21.jpg" alt="mmy_si_900x200_1271853273_2" width="450" height="100" /></p>
<p>21 de Junho de 2010<br />
<strong>David Maranha, Manuel Mota &amp; Richard Youngs</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>É quase uma bonita história de amor platónica. Se é verdade que David Maranha e Manuel Mota sempre tiveram uma especial admiração pela obra de Richard Youngs, também é verdade que este há muito confessou o gosto pela música dos músicos portugueses. O desafio de formarem um trio foi, por isso, um trabalho fácil. Youngs tornou-se o poeta e cantor deste projecto, que acabou por ser perfilhado pelo Festival Silêncio!, e que hoje concretiza no palco do Maria Matos o que se passou durante 6 meses pelo correio. Mais informação: <a href="http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=239">http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=239</a></p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de completar a seguinte frase:</p>
<p><strong>Que disco ofereceriam a Richard Youngs? Porquê?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se       esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO DAVID MARANHA, MANUEL MOTA &amp; RICHARD YOUNGS">link</a>.      Os  escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às 17     horas   de hoje, dia 21, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo The Necks</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/16/passatempo-the-necks/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 13:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[The Necks]]></category>

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		<description><![CDATA[
16 de Junho de 2010
The Necks
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Os Necks são um projecto quase mítico na música contemporânea. Pela sua música, claro, mas sobretudo pelo modo com a fazem. Tocam sempre de improviso, mas estão muito longe do jazz improv; usam a repetição e o minimalismo mas não são um trio de música clássica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8585" title="on_stage_cropped" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/on_stage_cropped.jpg" alt="on_stage_cropped" width="201" height="200" /></p>
<p>16 de Junho de 2010<br />
<strong>The Necks</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Os Necks são um projecto quase mítico na música contemporânea. Pela sua música, claro, mas sobretudo pelo modo com a fazem. Tocam sempre de improviso, mas estão muito longe do jazz improv; usam a repetição e o minimalismo mas não são um trio de música clássica contemporânea; conseguem suster um ritmo durante uma hora sem que pareçam filhos do krautrock. De facto, The Necks é isso tudo junto, com muitas caras e muitos sons, sem que nunca se saiba exactamente o que acontece quando começam. Pode ser Chris quem escolhe a estrada a seguir, pode ser Lloyd quem marca o passo, pode ser Tony quem marca a pulsação. Não há dois concertos iguais, mas quase todos têm sido especiais e super-hipnóticos; e os 15 discos já editados mostram bem que 30 anos de Necks podem ser ainda muito poucos para o que ainda está para vir. E a boa novidade de hoje é que vai haver dois sets &#8211; portanto, double fun no Maria Matos, às 22h.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de completar a seguinte frase:</p>
<p><strong>Que músico gostariam que colaborasse com os Necks?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se     esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO THE NECKS">link</a>.    Os  escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às 17   horas   de hoje , dia 16, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #10 (Rui Miguel Abreu fala c/ Sam The Kid)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/02/super-disco-10-rui-miguel-abreu-fala-c-sam-the-kid/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/06/02/super-disco-10-rui-miguel-abreu-fala-c-sam-the-kid/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 16:02:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Gang Starr]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Miguel Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Sam The Kid]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 5 de Junho 18h30 &#62; 20h00.
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Sam The Kid é um herói. Não daqueles que usa capa e voa, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8364" title="gang star" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/gang-star.jpg" alt="gang star" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-8365" title="sam the kid" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/sam-the-kid.jpg" alt="sam the kid" width="150" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 5 de Junho 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Sam The Kid é um herói. Não daqueles que usa capa e voa, mas daqueles que, pela persistência do talento, nos obrigam a prestar atenção, a alterar preconceitos, a mudar de direcção. Nesta altura, a sua carreira já vai longa, mas mantém a frescura dos primeiros momentos. Iniciou-se na “segunda vaga” do Hip Hop Tuga com a edição artesanal de Entre(tanto) mesmo a tempo de deixar a sua marca na década de 90. Era uma época de auto-edições, de ignorância propositada das regras da indústria, quando uma fotocópia bastava para capa e um CDR era mais do que suficiente para conter o que se gravava em casa, em total desrespeito pelas regras do áudio.</p>
<p>Logo de início Sam distinguiu-se pelas suas capacidades no microfone. Se em termos formais os primeiros passos dispensavam controle de qualidade, já ao nível daquilo que se passava entre a ponta da sua caneta e o papel não havia facilitismos. A língua, nesse tempo, era tomada de assalto como terreno virgem, pronto para a invenção, pronto para assistir à construção de uma nova realidade. Quando Sobre(tudo) chegou, em 2002, os holofotes já estavam lançados sobre esta nova geração que reclamava as ruas, a língua e os breaks como mecanismos de definição de identidade, de vontade, de criatividade. «Não percebes o hip hop», rappava ele. E tinha razão. Os equívocos eram por demais evidentes por parte de quem se dispunha a abordar o “fenómeno”.</p>
<p>A terceira etapa desta carreira dispensou as palavras e isso fomentou equívocos por si só. O clássico «até gosto de hip hop se não tiver rimas» era tão acertado quanto um «até gosto de futebol se só tiver remates à baliza». Na verdade, «Beats Vol. 1 – Amor» estava cheio de rimas, de palavras e de significados. E de remates à baliza, que no hip hop se chamam «punch lines». Só que ninguém as ouvia. Estavam todas na cabeça de Sam The Kid, mas de alguma forma a história passou cá para fora. Esse disco era tão transparente, mas tão honesto, que desarmou tudo e todos. Essa espécie de passo atrás precedeu os dois em frente que Sam deu com Pratica(mente) de 2006. «Poetas de Karaoke» voltou a agitar e «Negociantes» resguardou pelo menos uma voz, uma história, para a posteridade. Os samples de Sam continuavam a entrelaçar-se num rendilhado particular, desta vez admitindo a intervenção de músicos, de instrumentação real. Porque Sam soube sempre olhar para a frente. No fundo, essa experiência desembocou agora no projecto Orelha Negra – de novo os beats, os samples, mais o dj e os músicos a caminharem num passo seguro para uma direcção comum. As histórias continuam lá, nos silêncios, nos samples, enredilhadas nos grooves, escondidas na poeira do vinil que é samplado em cada momento, nas entrelinhas das “dicas” largadas pela MPC.</p>
<p>A verdade é que Sam não vive sem palavras. E por isso escolheu um Super Disco especial: &#8220;Moment of Truth&#8221; dos Gang Starr. Lançado originalmente em 1998 (a relação com a própria carreira de Sam é clara – este é um daqueles discos estudado até à última tarola), &#8221;Moment of Truth&#8221; é uma das obras primas do hip hop. Quinto álbum dos Gang Starr (o único gang a que todos quisemos pertencer, como diziam os De La Soul) de Dj Premier e do recentemente desaparecido Guru, representa o apogeu do som de Nova Iorque.<br />
Os Gang Starr só gravariam mais um álbum, The Ownerz de 2003. E por entre fantasias de uma reunião dos Gang Starr que os pudesse trazer até Portugal (tanto Primo como Guru nos visitaram, mas em separado) chegou-se até ao desaparecimento deste plano de existência de Keith Elam, a 19 de Abril último. Coordenadas mais do que suficientes para a conversa no Maria Matos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Passatempo Victor Gama</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/05/18/passatempo-victor-gama/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 12:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Victor Gama]]></category>

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		<description><![CDATA[
18 de Maio de 2010
Victor Gama
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa
Victor Gama tem sido um dos mais internacionais músicos  portugueses dos últimos anos, apesar de muito pouco se falar dele no nosso país.  Afinal, quem é que consegue ter um currículo com discos na editora de Aphex  Twin, encomendas do Kronos Quartet, concertos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8094" title="victor-gama_0004for-web" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/victor-gama_0004for-web.jpg" alt="victor-gama_0004for-web" width="183" height="275" /></p>
<p>18 de Maio de 2010<br />
<strong>Victor Gama<br />
</strong>Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa</p>
<p>Victor Gama tem sido um dos mais internacionais músicos  portugueses dos últimos anos, apesar de muito pouco se falar dele no nosso país.  Afinal, quem é que consegue ter um currículo com discos na editora de Aphex  Twin, encomendas do Kronos Quartet, concertos no Carnegie Hall, um trio com  William Parker e Guillermo Brown,  um espólio impressionante de instrumentos  inventados &#8211; no final deste mês estarão exposto no Olga Cadaval em Sintra &#8211; , e uma extensa lista de performances, concertos e workshops em todo o mundo? Hoje, no Teatro Maria Matos, nova versão para uma das suas peça mais conhecidas:  &#8220;Sol(t)o&#8221; desdobra-se em três partes distintas, cada uma dedicada a um instrumento particular. Soa e parece música etnográfica, mas ritmos, padrões e instrumentos (e atitude) atiram-nos para fora de géneros e etiquetas, lançando a sua arte para além da contemporaneidade.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que  músico gostariam de ver a tocar os instrumentos de Victor Gama?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome,  número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO VICTOR GAMA"> link</a>. Os escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às  18 horas de hoje, dia 18, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa  sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #9 (c/ Manuela Paraíso)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/05/12/super-disco-9-c-manuela-paraiso/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 12:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Manuela Paraíso]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[The Flying Lizards]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 15 de Maio 18h30 &#62; 20h00.
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Manuela Paraíso é uma paixão antiga. Depois da iniciação com António Sérgio, da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/FLYING-LIZARDS.jpg" alt="FLYING LIZARDS" title="FLYING LIZARDS" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-8021" /> <img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/MANUELA-PARAISO.jpg" alt="MANUELA PARAISO" title="MANUELA PARAISO" width="193" height="200" class="alignnone size-full wp-image-8022" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 15 de Maio 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Manuela Paraíso é uma paixão antiga. Depois da iniciação com António Sérgio, da continuada exploração do que se chamava (e de certa forma ainda se chama hoje, embora num contexto completamente diferente) &#8220;música alternativa&#8221;, chegava-se a um ponto em que o universo pop/rock indie já não era suficiente. &#8220;O Fogo E O Gelo&#8221;, programa de rádio realizado por Manuela Paraíso na Rádio Azul em Setúbal na segunda metade da década de 80, teve uma importância de formação que não se consegue transmitir eficazmente hoje em dia. Juntamente com &#8220;O Crepúsculo dos Deuses&#8221; (Paulo e Fred Somsen + Eugénio Teófilo) na Rádio Universidade Tejo, foram horas de rádio a mostrar novos sons fora do loop pop/rock: EBM, industrial, neo-clássico, noise, electrónica e muitas coisas sem classificação. Os próprios separadores e jingles das emissões eram objecto de curiosidade &#8211; como explicar o entusiasmo em descobrir, anos mais tarde, que a música X era um dos jingles em &#8220;O Fogo E O Gelo&#8221;? Não dá.</p>
<p>Manuela Paraíso escreve sobre música desde 1980 (<em>Música &amp; Som</em>, <em>Blitz</em>, <em>Se7e</em>, <em>Ícon</em>, <em>Première</em>, <em>Vogue</em>, etc.); fundou e dirigiu o jornal <em>LP</em>, meteoro fugaz na imprensa musical portuguesa entre 1988 e 89; foi DJ na Jukebox entre 1983 e 84; realizou vários programas de autor em diversas rádios e em 1996 fixou-se na Rádio Paris Lisboa (actualmente Rádio Europa Lisboa), onde assina, desde 2007, o programa de divulgação de música erudita portuguesa “Na Outra Margem”. As aulas de piano, ainda criança, deram-lhe a formação clássica necessária para compreender as regras quebradas pela música que divulgava mas também a base fundamental para sentir a paixão por música clássica e erudita que forma o essencial do seu trabalho actual de divulgação. Presentemente é colaboradora do <em>JL</em>, na área da música erudita, da nova revista <em>Glosas</em>, e desenvolve vários projectos de produção e audiovisuais ligados a música erudita portuguesa.</p>
<p>O seu Super Disco é o primeiro álbum dos Flying Lizards, homónimo, editado originalmente pela Virgin em 1979. O single <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ATmiX1tofBY&amp;feature=player_embedded#!">&#8220;Money&#8221;</a> foi um êxito inesperado para um grupo pensado como uma farpa no coração da indústria pop &#8211; o álbum é composto por versões de antigos hits pop e soul (coisas da Motown, etc.) revistos com o descaramento experimental do pós-punk mais arrojado. David Cunningham era já, então, figura importante na música improvisada britânica, e as técnicas e sons que transportou para a pop não tiveram precedentes. A música propositadamenbte &#8220;desajeitada&#8221; e as vozes femininas esvaziadas de emoção foram uma provocação explícita à formatação pop açucarada. Disco muito importante para reforçar, ainda hoje, a ideia de que a pop precisa sempre de uma contracultura.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Hildur Gudnadóttir</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/05/03/passatempo-hildur-gudnadottir/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 16:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Hildur Gudnadóttir]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
4 de Maio de 2010
Hildur Gudnadóttir
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Quase um ano depois de termos dito isto na nossa Lust: &#8220;Arranjos clássicos, ambientes tensos, paleta de cores extra dadas pela sitar, electrónica quase invisível e ajudas importantes pelo seu cúmplice Jóhann Jóhannsson, pelo baixista omnipresente Skúli Sverrisson e pelos sopros de Guoni Franzson, fazem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7871" title="4dc41f7cf38a288" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/4dc41f7cf38a288.jpg" alt="4dc41f7cf38a288" width="302" height="200" /></p>
<p>4 de Maio de 2010<br />
<strong>Hildur Gudnadóttir</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Quase um ano depois de termos dito isto na nossa Lust: &#8220;Arranjos clássicos, ambientes tensos, paleta de cores extra dadas pela sitar, electrónica quase invisível e ajudas importantes pelo seu cúmplice Jóhann Jóhannsson, pelo baixista omnipresente Skúli Sverrisson e pelos sopros de Guoni Franzson, fazem de &#8220;Without Sinking&#8221; um disco completo e um dos melhores avançados para conquistar público numa geografia sonora pouco habitada.&#8221;, Hildur Gudnadóttir vem tocar a Lisboa o seu celebrado álbum de 2009. Um álbum que começa <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_zQ69YET3GA">assim</a>, e que depois tem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AlFWy1CMsQs">isto</a>, não deve nunca passar ao lado, certo? Amanhã subirá ao Maria Matos para nos mostrar como faz a sua música.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia da Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Amanhã, o que é que não vai afundar?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se   esquecerem não serão considerados), e usem este<a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO%20ONEOHTRIX%20POINT%20NEVER"> </a><a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO HILDUR GUDNADÓTTIR">link</a>. Os escolhidos pela  promotora ganharão convites para o  concerto. Têm até às 17 horas de amanhã, dia 4, para poderem tentar a  vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Felix Kubin + Pia Burnette &amp; Felix Kubin</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/23/passatempo-felix-kubin-pia-burnette-felix-kubin/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 11:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Felix Kubin]]></category>
		<category><![CDATA[Pia Burnette]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
24de Abril de 2010
Felix Kubin + Pia Burnette &#38; Felix Kubin
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
A relação de Felix Kubin com Portugal é longa e  recheada de  momentos inesquecíveis, mas este sábado há algum espaço para novidades no repertório: primeiro, uma banda sonora tocada ao vivo para um filme de René Clair; depois, a estreia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7668" title="410_felix" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/410_felix.jpg" alt="410_felix" width="323" height="200" /></p>
<p>24de Abril de 2010<br />
<strong>Felix Kubin + Pia Burnette &amp; Felix Kubin</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>A relação de <strong>Felix</strong> <strong>Kubin</strong> com Portugal é longa e  recheada de  momentos inesquecíveis, mas este sábado há algum espaço para novidades no repertório: primeiro, uma banda sonora tocada ao vivo para um <a href="http://www.ubu.com/film/clair_entracte.html">filme</a> de René Clair; depois, a estreia do seu <a href="http://www.stora.de/player/qt/vplayer.php?datei=streams/m1930.mov">projecto</a> pop   com Pia Burnette. Se fossem preciso mais argumentos,  Kubin irá no final do concerto subir para o café do teatro para mostrar os seus <a href="http://phantombrainexchange.suchfun.net/archive/pics/2009/photos/FK1_lightning.jpg">dotes</a> de   incontestável animador das massas. Nós gostamos muito dele; e ele gosta  muito de todos nós.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que filme gostariam de ver projectado durante o DJ set de Felix Kubin no bar do Maria Matos?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO FELIX KUBIN &amp; PIA BURNETTE">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o concerto. Têm até às 20 horas de hoje, dia 23, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Super Disco #8 (c/ Zé Pedro Moura)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/04/07/super-disco-8-c-ze-pedro-moura/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/04/07/super-disco-8-c-ze-pedro-moura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 19:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[The Clash]]></category>
		<category><![CDATA[Zé Pedro Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 10 de Abril 18h30 &#62; 20h00.
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Um disco triplo de uma banda conotada com o punk não era, na época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7348" title="sandinista" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/sandinista.jpg" alt="sandinista" width="200" height="200" /><img class="alignnone size-full wp-image-7349" title="zé pedro moura" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/04/zé-pedro-moura.jpg" alt="zé pedro moura" width="267" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 10 de Abril 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Um disco triplo de uma banda conotada com o punk não era, na época em que &#8220;Sandinista&#8221; foi editado, uma correspondência esperada. Os LPs duplos e triplos estavam normalmente reservados para registos ao vivo ou &#8211; alerta vermelho para bandas punk &#8211; discos conceptuais de grupos de rock sinfónico/progressivo. Mas os Clash foram ousados e conseguiram também eficazmente eclipsar o cliché do punk em 36 canções de diversos estilos que, no fundo, traduziam diversos interesses, influências, uma atitude descontraída e, de certa forma, revolucionária. Não por acaso, &#8220;Sandinista&#8221; era também o nome da auto-proclamada Frente de Libertação Nacional que governou a Nicarágua entre 1979 e 1980, ano da edição deste álbum.<br style="display: block;" />Este é o Super Disco de Zé Pedro Moura (ZPM), nosso convidado do mês de Abril. Não foi fácil escolher de entre tantos discos num percurso tão rico e variado como o de ZPM, daí que este seja um ponto de partida para uma viagem pelo tempo que se cruza com as histórias do rock e da música de dança em Portugal. ZPM foi baixista nos Mão Morta, formou os SPQR com Rafael Toral, integrou os Zero Amarelo e é, ainda hoje, passados 25 anos, baixista e compositor nos Pop Dell&#8217;Arte. Fez parte da equipa de DJs residentes no clube Frágil, no Bairro Alto, durante os anos 80 e boa parte dos 90. Teve sexo, drogas e rock &amp; roll. É DJ no clube Lux desde a sua inauguração em 1998, não parece ter desejo em regressar ao passado porque há demasiada música boa a acontecer agora. É a vossa &#8211; e nossa &#8211; hipótese de homenagear em vida uma das figuras que mais solidamente contribuiram para que se ouvissem novos sons nos palcos e nas pistas de dança em Portugal.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.flur.pt/2010/04/07/super-disco-8-c-ze-pedro-moura/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Passatempo Ambrose Field &amp; John Potter</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/30/passatempo-ambrose-field-john-potter/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/03/30/passatempo-ambrose-field-john-potter/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 17:10:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Ambrose Field]]></category>
		<category><![CDATA[John Potter]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Lynch]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
31 de Março de 2010
Ambrose Field &#38; John Potter
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Falamos quase sempre de Murcof, por aqui, mas desde 2009 que também podemos dar  o exemplo de Ambrose Field. Sobretudo dessa obra-prima que decerto irá ficar  referenciável por muitos anos. &#8220;Being Dufay&#8221; foi um estrondo digital, um  magnífico álbum ambiental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7256" title="IMG_2059" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/IMG_2059.jpg" alt="IMG_2059" width="350" height="200" /></p>
<p>31 de Março de 2010<br />
<strong>Ambrose Field &amp; John Potter</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Falamos quase sempre de Murcof, por aqui, mas desde 2009 que também podemos dar  o exemplo de Ambrose Field. Sobretudo dessa obra-prima que decerto irá ficar  referenciável por muitos anos. &#8220;Being Dufay&#8221; foi um estrondo digital, um  magnífico álbum ambiental futurista, um marco nessa sempre difícil tarefa de  fundir géneros e tempos muito distintos. John Potter, ex-tenor dos Hilliard  Ensemble, foi o porta-voz de Guillaume Dufay e o responsável por essa viagem de  500 anos sem sintomas de jet lag. Amanhã, quarta-feira, Ambrose Field  (electrónica) e John Potter (voz) (com a ajuda das imagens de Michael Lynch)  irão desbravar ao vivo no Teatro Maria Matos algumas das pistas que deram lugar  ao disco e, talvez, revelar algum do novo trabalho que estão a preparar.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch_popup?v=Zb-gPzNvWz4">&#8220;Being Dufay&#8221; ao vivo na Austrália, no mês passado</a><br />
<a href="http://www.flur.pt/extra/ladolcevista.mp3">&#8220;La Dolce Vista&#8221;</a><br />
<a href="http://www.flur.pt/extra/sanctus.mp3">&#8220;Sanctus&#8221;</a></p>
<p><span style="color: #000080;">&#8220;Editado pela ECM em inícios de 2009, &#8220;Being Dufay&#8221; juntou as electrónicas  essencialmente texturais de Ambrose Field à voz do tenor John Potter, com as  peças de Guillaume Dufay (1397-1474) como pontos de partida. A memória da música  vocal do final da Idade Média surge assim no código genético de uma obra  claramente marcada pelos sons (e pela tecnologia) do início do século XXI. O  encontro entre duas épocas distintas apresenta-se na forma de um diálogo, a voz  de John Potter revelando-se inalterada, as electrónicas acabando por surgir à  sua volta.&#8221; </span><strong><span style="color: #000080;">Nuno Galopim, in Diário de Notícias</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color: #000080;">&#8220;One of the most hauntingly beautiful records of the year.&#8221; <strong>in <a href="http://www.allaboutjazz.com">AllAboutJazz.com</a></strong></span></p>
<p><span style="color: #003366;">&#8220;Avassalador.&#8221; <strong>5/5 in BBC</strong></span><br />
<strong><br />
</strong>Temos convites individuais  para oferecer, cortesia do Maria Matos.   Para ganhar só têm de responder à  seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Para onde viajam com a música de &#8220;Being Dufay&#8221;?<br />
</strong></p>
<p>Respondam  juntando o vosso nome, número de contacto (os que se   esquecerem não serão  considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO AMBROSE FIELD &amp; JOHN POTTER">link</a>.   Os escolhidos pela promotora ganharão convites  para o concerto. Têm   até às 15 horas de quarta-feira, dia 31, para poderem tentar a  vossa  sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #7 (c/ Jerry The Cat)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/03/12/super-disco-7-c-jerry-the-cat/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 14:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Jerry The Cat]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 13 de Março 18h30 &#62; 20h00.
Nota: esta sessão decorrerá inteiramente, ou quase, em inglês.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
&#8220;Live At The East&#8221;, originalmente editado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6915" title="pharoah sanders live at the east" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/03/pharoah-sanders-live-at-the-east.jpg" alt="pharoah sanders live at the east" width="199" height="200" /> <img class="alignnone" src="http://www.jerrythecat.com/images/meditations.jpg" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 13 de Março 18h30 &gt; 20h00.<br />
Nota: esta sessão decorrerá inteiramente, ou quase, em inglês.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>&#8220;Live At The East&#8221;, originalmente editado na Impulse em 1971, é tocado por um ensemble relativamente grande: dois bateristas, dois baixistas e mais cinco músicos acompanham o saxofone de Pharoah Sanders. Considerada por muitos admiradores como uma das mais completas gravações do músico, &#8220;Healing&#8221;, a faixa que abre o disco, mostra uma dinâmica incrível entre os instrumentos numa das obras fundamentais do jazz espiritual deste período. O baixo de Stanley Clarke acrescenta um tom mais funk que o habitual, e vamos tentar saber qual a importância de &#8220;Live At The East&#8221; para Jerry The Cat (Jerrald James), percussionista com longa carreira, DJ, nascido em Detroit em 1950 e actualmente residente em Lisboa. Tocou ao vivo com Parliament/Funkadelic e Carl Craig, entre muitos outros, acompanhou o histórico clube Music Institute, tornou-se DJ e é conhecido pelo seu estilo suave de mistura mas também pela sua perícia nas congas. A vasta experiência que acumulou em géneros como jazz, r&amp;b, disco, funk, soul, clássica ou blues proporcionou múltiplas histórias que mal podemos esperar para ouvir. A sua colecção de discos está em Detroit, pelo que não teremos o prazer da escuta dos originais em vinil. De qualquer forma, a presença carismática de Jerrald James é suficiente para esta tarde em que vamos aprender coisas! Se puderem, apareçam para mostrar respeito e saber o que Jerrald viu em Lisboa para ficar por cá. Para uma bio mais detalhada, consultem o seu site <a href="http://jerrythecat.com/bio.html">aqui</a>.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Passatempo Tiago Sousa</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/19/passatempo-tiago-sousa-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 16:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Sousa]]></category>

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		<description><![CDATA[
20 de Fevereiro de 2010
Tiago Sousa
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00 ** bilhetes à venda: 12 eur
Alguns assuntos vêm à baila quando falamos no Tiago  Sousa: é um jovem músico, é autodidacta, obrigou-nos a ir ao barreiro  ocasionalmente para os &#8220;seus&#8221; festivais e concertos, e há &#8220;Insónia&#8221;, um valente  álbum do qual dissemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6560" title="tiago sousa passatempo" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/tiago-sousa-passatempo.jpg" alt="tiago sousa passatempo" width="513" height="250" /></p>
<p>20 de Fevereiro de 2010<br />
Tiago Sousa<br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00<span style="color: #ff0000;"><strong> ** bilhetes à venda: 12 eur</strong></span></p>
<p>Alguns assuntos vêm à baila quando falamos no Tiago  Sousa: é um jovem músico, é autodidacta, obrigou-nos a ir ao barreiro  ocasionalmente para os &#8220;seus&#8221; festivais e concertos, e há &#8220;Insónia&#8221;, um valente  álbum do qual dissemos na Lust que as suas peças &#8220;expiram liberdade, são bem  trabalhadas, gerem bem o seu tempo e espaço, aprofundam o ambiente intimista que  criam, não deixando essa sugestão meramente ao acaso. É música onde apetece  estar, habitar, e voltar a ela como se fosse uma primeira vez.&#8221; Ao vivo, na  companhia de João Correia (bateria), Ricardo Ribeiro (clarinete baixo e  clarinete alto), Joana Guerra (violoncelo) e Rui Pedro Dâmaso (efeitos,  percussão e teclados), tudo deverá ser ampliado.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Municipal Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que disco gostariam de oferecer a Tiago Sousa?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso  nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem  este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO TIAGO SOUSA">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o concerto. Têm  até às 13 horas de amanhã, dia 20, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p>
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		<title>Groupshow @ Teatro Maria Matos, 18/02/2010</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/19/groupshow-teatro-maria-matos-18022010/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 15:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Andrew Pekler]]></category>
		<category><![CDATA[Groupshow]]></category>
		<category><![CDATA[Hanno Leichtmann]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Jalinek]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[


]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-6575" title="HANNO" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/Screen-shot-2010-02-19-at-3.21.00-PM.jpg" alt="HANNO" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6577" title="ANDREW" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/Screen-shot-2010-02-19-at-3.20.35-PM.jpg" alt="ANDREW" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-6578" title="JAN" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/02/Screen-shot-2010-02-19-at-3.20.07-PM.jpg" alt="JAN" height="300" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo Groupshow</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/17/passatempo-groupshow/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/02/17/passatempo-groupshow/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 18:29:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Groupshow]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
18 de Fevereiro de 2010
GROUPSHOW
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00 ** bilhetes à venda: 12 euros
Não é possível ser-se adepto da música electrónica &#8211; seja ela qual for &#8211; sem se  ter tido um caso sério com a música de Jan Jelinek. Algures entre Farben e  Groupshow, passando por Gramm ou G.E.S.,  o músico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://mmblogue.files.wordpress.com/2010/02/groupshow_2.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p>18 de Fevereiro de 2010<br />
<strong>GROUPSHOW</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00 <strong><span style="color: #ff0000;">** bilhetes à venda: 12 euros</span></strong></p>
<p>Não é possível ser-se adepto da música electrónica &#8211; seja ela qual for &#8211; sem se  ter tido um caso sério com a música de Jan Jelinek. Algures entre Farben e  Groupshow, passando por Gramm ou <a href="http://blog.flur.pt/2009/10/16/gesellschaft-zur-emanzipation-des-samples-circulations-em-stock-preco-especial/">G.E.S.</a>,  o músico alemão mostrou como se unem as  pontas soltas do som, sem que sintamos que elas algumas vez estiveram perdidas.  Vale também a pena julgá-lo como um sobredotado: não há passos em falso, não há  discos maus na sua discografia. Na melhor das companhias &#8211; atenção extra a  Andrew Pekler, outro iluminado; Hanno Leichtmann é um paciente artesão &#8211; vão  desafiar-nos a assistir à construção do som Groupshow, numa estética que deve  tanto aos Black Dice como a tudo o que têm feito sozinhos.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do  Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que prato gostariam que os Groupshow vos servissem?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se  esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO GROUPSHOW">link</a>. Os escolhidos pela  promotora ganharão convites para o concerto. Têm até às 16 horas de amanhã, dia  18, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.flur.pt/2010/02/17/passatempo-groupshow/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #6 (c/ DJ Ride)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/12/super-disco-6-c-dj-ride/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/02/12/super-disco-6-c-dj-ride/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 14:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Ride]]></category>
		<category><![CDATA[DJ Shadow]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 13 de Fevereiro 18h30 &#62; 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c1/Endtroducingcover.jpg" alt="" height="259" /> <a href="http://www.33-45.org/?p=407"><img class="alignnone" src="http://www.33-45.org/wp-content/uploads/2009/12/djride1.jpg" alt="" height="259" /></a></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 13 de Fevereiro 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Inicialmente conhecido como DJ e produtor de hip hop mas, embora essa ainda seja a sua cartilha, DJ Ride procura hoje navegar mais na margens do movimento do que seguir a corrente dominante. Escolhe como Super Disco um álbum de hip hop que transcende fronteiras: &#8220;Endtroducing&#8221; de DJ Shadow (1996). Os seus métodos de produção, escolha de samples, utilização de MPC, ainda inspiram Ride, que nos explicará também como vê no género contemporâneo chamado Wonky a herança do psicadelismo então recuperado por Shadow. Ride acaba de lançar o seu segundo álbum, &#8220;Psychedelic Sound Waves&#8221;, no qual explora ciências rítmicas em complexas camadas que transforma em groove. A sensação é de um mash-up permanente entre passado e presente (juntos fazem o futuro?), um percurso dinâmico e alucinante carregado de inspiração e que não consegue ocultar o entusiasmo deste jovem produtor por formas musicais que transcendem o nicho em que tende a ser colocado. Tal como Shadow, Ride procura moldar a matéria que o entusiasma em nova matéria que passa a fazer parte dos compêndios do amanhã. &#8220;Endtroducing&#8221; é, ainda hoje, dos discos que melhor captam o ímpeto reciclador do hip hop e o espírito inclusivo tantas vezes esquecido da sua vertente musical.<br />
Apareçam no café do Teatro Maria Matos para ouvir em primeira mão como um produtor actuante agora recicla e interpreta as mensagens fortes do passado e as transforma em novo assunto de discussão. De passagem, poderemos aprender algo mais sobra máquinas e equipamento: Ride não conseguirá certamente impedir-se de falar da sua relação íntima com as máquinas que tem comprado e que gosta de utilizar. Andou na companhia de André Fernandes e Mário Laginha, desenvolveu uma scratch tool adoptada pela Red Bull Home Groove, colaborou ao vivo com os Coldfinger, foi um dos primeiros convidados da série de Henrique Amaro na Optimus Discos, prepara uma peça com Rui Horta no CCB e será a personagem principal no muito esperado documentário “Dig In Japan”.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.flur.pt/2010/02/12/super-disco-6-c-dj-ride/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo Jandek</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/01/21/passatempo-jandek/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/01/21/passatempo-jandek/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Jan 2010 19:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Filho Único]]></category>
		<category><![CDATA[Jandek]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.flur.pt/?p=6216</guid>
		<description><![CDATA[ 
23 de Janeiro de 2010
Jandek
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00 ** bilhetes à venda: 12 euros
Mais de trinta anos depois de &#8220;Ready For The House&#8221;, Jandek vem a Lisboa. Para muitos será um dado irrelevante, para outros será como ver Tom Waits. É um exagero, uma comparação ineficaz, mas é aquela que ocorre entre pressa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://peterminter.com/wp-content/uploads/2008/06/jandek-guitar2.jpg" alt="" width="200" height="200" /> <img class="alignnone" src="http://digilander.libero.it/flanders1/jandek/jandek.jpg" alt="" width="145" height="200" /></p>
<p>23 de Janeiro de 2010<br />
<strong>Jandek</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00 <span style="color: #ff0000;"><strong>** bilhetes à venda: 12 euros</strong></span></p>
<p>Mais de trinta anos depois de &#8220;Ready For The House&#8221;, Jandek vem a Lisboa. Para muitos será um dado irrelevante, para outros será como ver Tom Waits. É um exagero, uma comparação ineficaz, mas é aquela que ocorre entre pressa e o êxtase dessa hora estar quase a chegar. Um ano depois da sua passagem pelo Porto a solo, desce até Lisboa para cumprir a tradição de tocar com músicos locais: Sei Miguel, André Ferreira e Peter Bastien. Aquilo que até há seis anos julgávamos impossível, vai acontecer no sábado.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar  só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que outro músico, que habitualmente anda escondido, gostariam de ver ao vivo?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO JANDEK">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o concerto.Têm até às 20 horas de amanhã, dia 22, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Super Disco #5 (c/ Joaquim Paulo)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/01/16/super-disco-5-c-joaquim-paulo/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/01/16/super-disco-5-c-joaquim-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 00:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[John Heartsman and Circles]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 16 de Janeiro 18h30 &#62; 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
&#8220;Music Of My Heart&#8221; é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/01/john-heartsman-and-circles.jpg" alt="john heartsman and circles" title="john heartsman and circles" width="259" height="259" class="alignnone size-full wp-image-6204" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 16 de Janeiro 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>&#8220;Music Of My Heart&#8221; é uma gema raríssima de 1977, mais conhecida pelos valores exorbitantes em leilões que pelo funk e soul superiores de John Heartsman And Circles. A recente reedição pela Jazzman colocou finalmente uma cópia do LP em casa do editor discográfico Joaquim Paulo que, emotivamente, o considera o <em>holy grail</em> da sua vasta colecção. O autor da série <a href="http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/popculture/all/01899/reviews.jazz_covers.1.htm">&#8220;Covers&#8221;</a> para a Taschen escolhe-o como super disco para partilhar a sua música, em primeiro lugar, mas também todas as histórias que a sua busca proporcionou. Histórias extensíveis a muitos outros discos na sua colecção, algumas semelhantes a verdadeiras investigações. Joaquim Paulo tem ainda larga experiência como programador de rádio, tudo em nome da partilha de música que acredita tornar o mundo melhor. Partimos na quase total ignorância sobre &#8220;Music Of My Heart&#8221;, estando tão disponíveis como vocês para ouvir relatos que de certeza farão sorrir quem encontra nos discos um prazer impossível de reproduzir na mera aquisição de música desligada da personalidade e vida do objecto. Não deixem que a chuva vos demova, o ambiente é confortável, a luz baixa e as janelas são grandes.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>SUPER DISCO #4 (c/ Rui Miguel Abreu)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/12/11/super-disco-4-c-rui-miguel-abreu/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 23:06:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<category><![CDATA[De La Soul]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 12 de Dezembro 18h30 > 20h00.
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Rui Miguel Abreu é o convidado da sessão #4 e escolheu &#8220;3 Feet High and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5a/DeLaSoul3FeetHighandRisingalbumcover.jpg" class="alignnone" width="280" height="280" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 12 de Dezembro 18h30 > 20h00.</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Rui Miguel Abreu é o convidado da sessão #4 e escolheu &#8220;3 Feet High and Rising&#8221; (De La Soul), um álbum de 1989 que coincide com o início da sua carreira como jornalista musical. O disco foi-lhe oferecido em Maio, um mês antes de passar a integrar a redacção d&#8217;A Capital. O álbum foi crucial para a relação que mantém ainda com a cultura hip hop e também abriu muitas portas (nunca encerradas desde então) para os universos soul e jazz através das samples nele incluídas. RMA é actualmente jornalista freelancer, mantendo colaborações, entre outros órgãos de comunicação, com a Antena 3 e a revista Blitz. A sua dedicação e paixão enquanto coleccionador de discos sempre o levou a querer partilhar as suas descobertas como DJ ou um dos bloggers mais activos que conhecemos (o suspenso <a href="http://hitdabreakz.blogspot.com/">Hit da Breakz</a> e o actual <a href="http://24thebass.blogspot.com/">2 4 The Bass</a>). Leiam<a href="http://24thebass.blogspot.com/2009/12/superdisco-4-maria-matos-sabado-12-de.html"> aqui</a> o teaser na primeira pessoa e lembrem-se que o que acontece nestas sessões segue a nobre tradição da partilha de conhecimento, entusiasmo e histórias pessoais. Apareçam.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história,<br />
representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD),<br />
o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Moritz von Oswald Trio @ Teatro Maria Matos, 25/11/2009</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/11/26/moritz-von-oswald-trio-teatro-maria-matos-25112009/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
© Vera Marmelo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://photos-b.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc3/hs116.snc3/16364_206510567783_543962783_4170801_5136866_n.jpg" alt="" width="402" height="604" /></p>
<p>© Vera Marmelo</p>
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		<title>SUPER DISCO #3 (c/ Rui de Castro)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/11/13/super-disco-3-c-rui-de-castro/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 14 de Novembro 18h30 &#62; 20h00.
Por motivos alheios a nós foi cancelada a presença de Sei Miguel na sessão Super Disco #3.
Mas continuem a ler : )
A descrição que se segue parece fabricada, um sonho de arqueologia musical, histórias vividas em primeira mão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5658" title="pir1" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/11/pir1.jpg" alt="pir1" width="299" height="300" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 14 de Novembro 18h30 &gt; 20h00.</strong></p>
<p>Por motivos alheios a nós foi cancelada a presença de Sei Miguel na sessão Super Disco #3.<br />
Mas continuem a ler : )</p>
<p>A descrição que se segue parece fabricada, um sonho de arqueologia musical, histórias vividas em primeira mão e na primeira pessoa, tudo  verdade:<br />
Rui de Castro viveu em Londres durante a década de 70, assistiu por dentro à ascenção e decadência do punk, vizinho da frente de Johnny Rotten, músico (The Warm), editor (Warm Records, inaugurada com dois singles em 1976), contacto privilegiado de António Sérgio para fornecer novidades frescas de Inglaterra. Regressado a Portugal no início da década de 80 viu frustradas pelo &#8220;Sistema Fonográfico&#8221; vigente as suas tentativas para fazer cá uma editora independente. Um resultado visível de toda essa frustração é o single de 7&#8243; &#8220;O Pirata (Pirata Rap Attack)&#8221;, auto-produzido e editado em 1984 sob o nome Rui de Castro e o Grupo Português de Piratas. O formato rap/electro faz deste disco uma peça única no panorama discográfico português, a letra aborda em tom de sátira o assunto sempre relevante do direito à diferença e auto-determinação. Este é o Super Disco para dia 14 de Novembro. Mário João Camolas tem um dos dois ou três exemplares  alegadamente vendidos e estará connosco na mesa para conversar com Rui de Castro.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4BjGFmFIieI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/4BjGFmFIieI&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história,<br />
representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD),<br />
o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
<p>Super Disco é idealizado pela Flur e produzido com a inestimável ajuda do <a href="http://www.teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://mk2.pt/">MK2</a>.</p>
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		<title>Passatempo Jon Hassell &amp; Maarifa Street</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/10/27/passatempo-jon-hassell-maarifa-street/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2009/10/27/passatempo-jon-hassell-maarifa-street/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 18:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Hassell]]></category>
		<category><![CDATA[Maarifa Street]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
28 de Outubro
Jon Hassell &#38; Maarifa Street
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Parece incrível, mas Jon Hassell é mais um daqueles nomes que tocam o sublime  sem nunca terem tocado no nosso país. A espera acabou. Um dos mais  revolucionários músicos das últimas décadas, autor do famoso conceito  quarto-mundista, e criador de uma mão-cheia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5474" title="jon hassell" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/10/jon-hassell.jpg" alt="jon hassell" width="660" height="200" /></p>
<p>28 de Outubro<br />
<strong>Jon Hassell &amp; Maarifa Street</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Parece incrível, mas Jon Hassell é mais um daqueles nomes que tocam o sublime  sem nunca terem tocado no nosso país. A espera acabou. Um dos mais  revolucionários músicos das últimas décadas, autor do famoso conceito  quarto-mundista, e criador de uma mão-cheia de álbuns essenciais, toca amanhã no  Teatro Maria Matos, em Lisboa, às 22h. A partir de amanhã alguns de nós serão um  pouco mais completos.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia  do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte  pergunta:</p>
<p><strong>O que é o quarto mundo?</strong></p>
<p>Respondam  juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão  considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO JON HASSELL &amp; MAARIFA STREET">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites  para o concerto.Têm até às 17 horas de amanhã, dia 28, para poderem tentar a  vossa sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><strong>Passatempo encerrado.</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo Sonic Scope #9</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/10/22/passatempo-sonic-scope-9/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2009/10/22/passatempo-sonic-scope-9/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:34:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Gala Drop]]></category>
		<category><![CDATA[Osso Exótico]]></category>
		<category><![CDATA[Oto]]></category>
		<category><![CDATA[Scarp + Gabriel Ferrandini]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[The Beautiful Schizophonic+Laetitia Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Variable Geometry Orchestra]]></category>

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		<description><![CDATA[
25 de Outubro
Sonic Scope #9:  Osso Exótico + The Beautiful Schizophonic &#38; Laetitia Morais + Gala Drop + Oto + Scarp &#38; Gabriel Ferrandini + Variable Geometry Orchestra
Teatro Maria Matos (Lisboa), 16H30 ** bilhetes à venda: 5 eur
A horas de já estarmos todos almoçados num Domingo, o Teatro Maria Matos acolhe no próximo dia 25, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5397" title="tmm_sonic_scope_990x250_1253268726" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/10/tmm_sonic_scope_990x250_12532687261.jpg" alt="tmm_sonic_scope_990x250_1253268726" width="490" height="200" /></p>
<p>25 de Outubro<br />
Sonic Scope #9: <strong> Osso Exótico + The Beautiful Schizophonic &amp; Laetitia Morais + Gala Drop + Oto + Scarp &amp; Gabriel Ferrandini + Variable Geometry Orchestra</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 16H30<span style="color: #ff0000;"> ** bilhetes à venda: 5 eur</span></p>
<p>A horas de já estarmos todos almoçados num Domingo, o Teatro Maria Matos acolhe no próximo dia 25, a 9º edição do Sonic Scope.</p>
<p>Alinhamento:</p>
<div>16h30 &#8211; <strong>Osso Exótico</strong></div>
<div>17h00 &#8211; <strong>The Beautiful Schizophonic &amp; Laetitia Morais</strong></div>
<div>18h00 &#8211; <strong>Gala Drop</strong></div>
<div>18h30 &#8211; <strong>Oto</strong></div>
<div>19h30 &#8211; <strong>Scarp &amp; Gabriel Ferrandini</strong></div>
<div>20h00 -<strong> Variable Geometry Orchestra</strong></p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia doTeatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que nome dariam a um festival criado por vocês?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso  nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem  este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO SONIC SCOPE #9">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o  concerto.<br />
Têm até às 17 horas de amanhã, dia 23, para poderem tentar a vossa  sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p></div>
<p><strong>Passatempo encerrado.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.flur.pt/2009/10/22/passatempo-sonic-scope-9/feed/</wfw:commentRss>
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		<title>Passatempo Burnt Friedman &amp; Jaki Liebezeit</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 16:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Burnt Friedman & Jaki Liebezeit]]></category>
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22 de Setembro
Burnt Friedman &#38; Jaki Liebezeit
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Duas referências incontornáveis para a música, cada uma ocupando um  território muito particular, mas que depressa invadem estilos e correntes  paralelas. Burnt Friedman a solo, como Nonplace Urban Field ou com Atom Heart em Flanger, tem  feito avanços consideráveis na electrónica como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-5051" title="friedman2-gr" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/09/friedman2-gr.jpg" alt="friedman2-gr" width="300" height="200" /></p>
<p>22 de Setembro<br />
<strong>Burnt Friedman &amp; Jaki Liebezeit</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Duas referências incontornáveis para a música, cada uma ocupando um  território muito particular, mas que depressa invadem estilos e correntes  paralelas. Burnt Friedman a solo, como Nonplace Urban Field ou com Atom Heart em Flanger, tem  feito avanços consideráveis na electrónica como veículo propulsor; e Jaki Liebezeit foi tão somente o homem-máquina que fez a pulsação dos Can. Cruzaram-se algures e nasceu &#8220;Secret Rhythms&#8221;. Ao fim de três discos,  visitam Lisboa e o Maria Matos.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos . Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Qual é o vosso ritmo secreto?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO BURNT FRIEDMAN &amp; JAKI LIEBEZEIT">link</a>. Os escolhidos pela promotora ganharão convites para o concerto.<br />
Têm até às 17 horas de amanhã, dia 22, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p>Boa sorte!</p>
<p><strong>Passatempo encerrado.</strong></p>
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