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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Teatro Maria Matos</title>
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		<title>Passatempo Fim de Semana Especial #3</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2012/01/26/passatempo-fim-de-semana-especial-3/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2012/01/26/passatempo-fim-de-semana-especial-3/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Gilbert]]></category>
		<category><![CDATA[CM von Hausswolff]]></category>
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		<description><![CDATA[
27 de Janeiro de 2012
Jana Winderen + CM von Hausswolff
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa
28 de Janeiro de 2012
Leslie Winer + Bruce Gilbert &#38; Mika Vainio
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa
Quem nos segue (de perto ou de longe) sabe que a Touch é uma das presenças regulares na loja. Mais do que isso, destacamos sempre a maioria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-16448" title="fds3" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2012/01/fds3.jpeg" alt="fds3" width="527" height="200" /></p>
<p>27 de Janeiro de 2012<br />
<strong>Jana Winderen + CM von Hausswolff</strong><br />
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa</p>
<p>28 de Janeiro de 2012<br />
<strong>Leslie Winer + Bruce Gilbert &amp; Mika Vainio</strong><br />
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa</p>
<p>Quem nos segue (de perto ou de longe) sabe que a Touch é uma das presenças regulares na loja. Mais do que isso, destacamos sempre a maioria das edições. A razão é sempre a mesma: música especial. E a importância dos trinta anos que a Touch comemora em 2012 não tem tanto a ver com o número redondo do aniversário mas mais pelo modo como esteve sempre na linha da frente, mostrando discos e artistas que foram sempre alguns dos melhores. Este fim-de-semana, no Teatro Maria Matos, a Touch traz quatro concertos &#8211; dois por cada dia. Na sexta-feira, Jana Winderen é uma espécie de Chris Watson das profundezas. Grava mares e os seus habitantes e depois monta tudo numa torrente sonora intensa e detalhada. (O concerto dela vai ser em quadrifonia.) O segundo concerto é para CM von Hausswolff, um dos mais antigos músicos da casa. Ao vivo pensem em Mika Vainio, Eleh e estetas desse calibre.<br />
Sábado, no segundo dia, uma surpresa chamada Leslie Winer &#8211; autora de &#8220;Witch&#8221;, um dos discos que quase toda a gente tem dos anos 90. Pouco se soube dela depois do álbum, mas reapareceu há pouco mais de um ano puxada pela família Touch. Spoken word com música feita pelos agentes Tapeworm e Ash International. Depois, outra surpresa, porque também rara: Mika Vainio e Bruce Gilbert em duo. Vai ser a segunda vez que vão tocar ao vivo e vai dar para esperar intensidade sonora elevada, entre o detalhe sonoro abstracto e o poder do ritmo Pan Sonic. Parabéns à Touch, e a todos os que a ouvem e veêm.</p>
<p>Temos bilhetes individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganharem só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Qual o vosso artista Touch favorito e porquê?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO FIM DE SEMANA ESPECIAL #3">email</a><span style="color: #ff0000;"> </span>. Têm até às 17 horas de amanhã, dia 27, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Joana Sá</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/09/30/passatempo-joana-sa/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 12:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Joana Sá]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
30 de Setembro de 2011
Joana Sá
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa
&#8220;Não é todos os dias que recebemos uma estreia em disco deste calibre.&#8221; Foi isto que dissemos quando recebemos o disco &#8220;Through This Looking Glass&#8221;, da Joana Sá. O Maria Matos recebe a estreia em palco desde disco, num concerto preparado ao pormenor para provar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-15052" title="joana sá" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/09/joana-sá1.jpg" alt="joana sá" width="628" height="250" /></p>
<p>30 de Setembro de 2011<br />
<strong>Joana Sá</strong><br />
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa</p>
<p>&#8220;Não é todos os dias que recebemos uma estreia em disco deste calibre.&#8221; Foi isto que dissemos quando recebemos o disco &#8220;Through This Looking Glass&#8221;, da Joana Sá. O Maria Matos recebe a estreia em palco desde disco, num concerto preparado ao pormenor para provar que a jovem compositora e pianista merece a nossa atenção. E se o disco também brilhava por causa do luminoso filme de Daniel Neves, a boa notícia é que o concerto terá uma forte contribuição visual, fruto da colaboração entre o Daniel, o artista plástico Pedro Diniz Reis e Nuno Salsinha. E para quem tem miúdos a cargo, este fim-de-semana, há &#8220;Do Outro Lado Do Espelho&#8221;: dois espectáculos que refazem a obra original pensando em crianças e jovens. Os convites individuais que temos para oferecer dizem apenas respeito ao concerto de hoje, sexta-feira.</p>
<p><strong>Que objectos gostariam de ver dentro do piano de joana sá?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO AUTRE NE VEUT">mail</a>. Têm até às 19 horas de hoje, dia 30, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="http://vimeo.com/12020771">THROUGH THIS LOOKING-GLASS</a> from <a href="http://vimeo.com/joanasacatarino">Joana Sá</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p><a href="http://www.teatromariamatos.pt/pt/prog/musica/20112012/joanasa">Info Teatro Maria Matos</a></p>
<p><strong>JOANA SÁ &#8211; &#8220;DO OUTRO LADO DO ESPELHO&#8221;</strong><br />
(espectáculo para famílias)<br />
sábado, 1 de outubro, teatro maria matos, lisboa (16h30)<br />
domingo, 2 de outubro, teatro maria matos, lisboa (16h30)<br />
de 3 a 6 euros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Nancy Elizabeth + James Blackshaw</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/06/27/passatempo-nancy-elizabeth-james-blackshaw/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2011/06/27/passatempo-nancy-elizabeth-james-blackshaw/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 14:05:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[James Blackshaw]]></category>
		<category><![CDATA[Nancy Elizabeth]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
27 de Junho de 2011
Nany Elizabeth / James Blackshaw
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa
É apenas a sua idade &#8211; ainda não tem 30 anos &#8211; que nos  faz sempre pensar em &#8220;jovem prodígio&#8221;. Mas é um erro acumulado por todos os anos  que passam sem que James Blackshaw se transforme de uma vez por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-14067" title="jamesnancy" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/06/jamesnancy-694x200.jpg" alt="jamesnancy" width="500" height="145" /></p>
<p>27 de Junho de 2011<strong><br />
Nany Elizabeth / James Blackshaw</strong><br />
Teatro Maria Matos (22h), Lisboa</p>
<p>É apenas a sua idade &#8211; ainda não tem 30 anos &#8211; que nos  faz sempre pensar em &#8220;jovem prodígio&#8221;. Mas é um erro acumulado por todos os anos  que passam sem que James Blackshaw se transforme de uma vez por todas num dos  maiores nomes da música que interessa ouvir &#8211; seja folk ou com &#8220;alt&#8221; como  prefixo. Talvez seja esse espaço incógnito entre estilos e referências que faça  da sua música algo não catalogável. E quando assim é, só resta chamar alguns dos  seus inspiradores, nomes com quem Blackshaw agora ombreia: John Fahey, Glenn  Jones, Jack Rose ou, muito particularmente, Robbie Basho. James Blackshaw toca  hoje no Teatro Maria Matos com primeira parte de Nancy Elizabeth.</p>
<p><strong>Que nome dariam a uma colaboração entre James Blackshaw e Nancy Elizabeth?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO JAMES BLACKSHAW">mail</a>. Têm até às 18 horas de hoje, dia 27, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #21 (c/ Eric D. Clark)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/06/15/super-disco-21-c-eric-d-clark/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2011/06/15/super-disco-21-c-eric-d-clark/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 16:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Dr. Seuss]]></category>
		<category><![CDATA[Eric D. Clark]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado,18 Junho 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Dr. Seuss &#8220;Fox In Socks / Green Eggs And Ham&#8221; (1965)
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Sacramento, Paris, Colónia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-13901" title="dr seuss" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/06/dr-seuss.JPG" alt="dr seuss" width="196" height="200" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-13897" title="EricDclark-400x287" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/06/EricDclark-400x287-278x200.jpg" alt="EricDclark-400x287" width="278" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado,18 Junho 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Dr. Seuss</strong><strong> &#8220;Fox In Socks / Green Eggs And Ham</strong><strong>&#8221; (1965)</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Sacramento, Paris, Colónia, Berlim e Lisboa são algumas das cidades onde este norte-americano viveu e trabalhou (ou ainda o faz). Estudou e praticou piano antes dos 10 anos de idade, dirigiu coros de crianças na igreja, fez demonstrações de instrumentos, foi professor de artes visuais, é músico, vocalista e DJ e a sua base actual é Lisboa, onde o podem encontrar esporadicamente a tocar ao vivo ou passar discos. Esteve no topo nos anos 90 com o hit house &#8220;From Disco To Disco&#8221; (co-fundou os Whirlpool Productions), vai contar-nos como sentiu o mega-sucesso, o que o trouxe dos EUA para a Europa há 20 anos, o que andava a fazer com os Beatnigs de Michael Franti, o que faz actualmente e como veio parar a Lisboa. Como Super Disco escolheu um standard norte-americano das histórias infantis: &#8220;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y-OPnBz6ctU">Fox In Socks / Green Eggs And Ham&#8221;</a> (1965) é a transposição para audio de dois livros de Dr. Seuss com canções, histórias e trava-línguas. Eric tem especial preferência por &#8220;Green Eggs And Ham&#8221; também pelo acompanhamento musical de Sheldon Manne. Como ligar tudo isto e muito mais que desconhecemos? Só fazendo perguntas.<br />
NOTA: Esta sessão decorrerá em Inglês, esperamos que não seja impeditivo para a maioria de vós.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas  brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música  clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria  de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto  cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se  acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o  adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos  que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre  eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD  foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados  mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo  manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem  os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais.  Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas  sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco,  traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de  contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se  fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos  que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de  programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio  Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e  80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes  canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é  qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #20 (c/ Vitor Rua)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/05/18/super-disco-20-c-vitor-rua/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2011/05/18/super-disco-20-c-vitor-rua/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 12:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Karlheinz Stockhausen]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Vítor Rua]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 21 Maio 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Karlheinz Stockhausen &#8220;Mikrophonie&#8221; (1964 e 1965)
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Vitor Rua fundou os GNR e Telectu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13397" title="stockhausen" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/05/stockhausen-196x200.jpg" alt="stockhausen" width="196" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-13373" title="vitor-rua-400v" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/05/vitor-rua-400v.jpg" alt="vitor-rua-400v" width="133" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 21 Maio 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Karlheinz Stockhausen</strong><strong> &#8220;Mikrophonie</strong><strong>&#8221; (1964 e 1965)</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Vitor Rua fundou os GNR e Telectu, há 30 anos, e o seu nome nunca deixou de estar ligado, frequentemente em simultâneo, à vanguarda pop portuguesa e à experimentação de novos sons e conceitos muito para além da utilização da guitarra, o seu instrumento habitual. Depois do último concerto com os GNR em Vilar de Mouros (1982), em projectos a solo ou colaborações, agitou o meio musical, provocou paixões e desentendimentos, criticou e ainda critica aquilo que considera injusto, mal feito e oportunista nesse mesmo meio. Nascido em 1961, Vitor Rua chega aos 50 anos de idade em 2011 com o grau de militância intacto e cada vez mais distante, musicalmente, dos primeiros singles de GNR, seja através da relação entre composição e improvisação, já presente nos Telectu, ou na composição mais rigorosa (óperas, música para dança, video, poesia, teatro). Escolheu para esta sessão &#8220;Mikrophonie&#8221;, uma obra em duas partes (1964 e 1965) de Karlheinz Stockhausen. Aqui, o compositor alemão procurou deslocar o microfone da sua posição passiva de mero reprodutor de som para um papel activo na captação de vibrações e &#8220;detecção&#8221; sonora. Tentaremos saber quando e como este disco apareceu no percurso de Vitor Rua, como compara a actualidade aos seus primeiros anos como músico. Quem viu os seus recentes videos no YouTube (retirados entretanto) vai querer conhecer, também, o espírito que anima a oposição.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas  brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música  clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria  de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto  cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se  acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o  adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos  que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre  eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD  foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados  mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo  manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem  os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais.  Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas  sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco,  traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de  contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se  fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos  que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de  programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio  Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e  80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes  canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é  qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Passatempo Vladislav Delay Quartet</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/05/04/passatempo-vladislav-delay/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2011/05/04/passatempo-vladislav-delay/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 May 2011 12:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Vladislav Delay Quartet]]></category>

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		<description><![CDATA[
5 de maio de 2011
Vladislav Delay Quartet
Teatro Maria Matos (22H), Lisboa
Tem sido impossível não incluir a música de Sasu Ripatti no melhor que se fez na última década na electrónica. Do techno ao ambiental, passando pelo house e pela pop também. Ou seja, Uusitalo, Sistol, Luomo, Vladislav Delay, com AGF, com Craig Armstrong, com Moritz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13390" title="vladislavdelayquartet_dispatch2009_04" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/05/vladislavdelayquartet_dispatch2009_04-298x199.jpg" alt="vladislavdelayquartet_dispatch2009_04" width="298" height="199" /></p>
<p>5 de maio de 2011<br />
<strong>Vladislav Delay Quartet</strong><br />
Teatro Maria Matos (22H), Lisboa</p>
<p>Tem sido impossível não incluir a música de Sasu Ripatti no melhor que se fez na última década na electrónica. Do techno ao ambiental, passando pelo house e pela pop também. Ou seja, Uusitalo, Sistol, Luomo, Vladislav Delay, com AGF, com Craig Armstrong, com Moritz Von Oswald, etc&#8230; Quase tudo o que fez foi de alguém que ilumina os géneros com a benção de um dotado para faz tudo melhor que os outros. Ou, pelo menos, de modo singular e único. Recentemente, no trio de Moritz Von Oswald, desenvolveu os seus dotes de percussionista, e com o seu novo quarteto mergulha numa hipótese de jazz contemporâneo algures entre a electroacústica e o ambientalismo experimental. Música feita de emoções ascensionais e descidas vertiginosas, é ao vivo que tudo fará mais sentido. E&#8230; ei-los, quinta-feira, no Maria Matos, em Lisboa. Delay exclusivamente em percussões, com a electrónica idiossincrática de Mika Vainio, dos Pan Sonic, com o contrabaixo pulsante de Derek Shirley e a impressionante polifonia dos sopros de Lucio Capece.</p>
<p><strong>Que músico de jazz convidariam para tocar com o quarteto de Delay?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO VLADISLAV DELAY">mail</a>. Têm até às 12 horas de amanhã, dia 5, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Ben Frost</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/04/21/passatempo-ben-frost/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Apr 2011 14:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Frost]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
25 de abril de 2011
Ben Frost
Teatro Maria Matos (22H), Lisboa
Não é uma estreia em lisboa porque já tinha estado na capital com as outras estrelas da companhia: Nico Muhly, Sam Amidon e Valgeir Sigurdsson. Nesse concerto mostrou partes de &#8220;By The Throat&#8221; e ficou claro que era possível trazer para palco um álbum de proporções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13242" title="ben frost blog" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/04/ben-frost-blog-353x200.jpg" alt="ben frost blog" width="353" height="200" /></p>
<p>25 de abril de 2011<br />
<strong>Ben Frost</strong><br />
Teatro Maria Matos (22H), Lisboa</p>
<p>Não é uma estreia em lisboa porque já tinha estado na capital com as outras estrelas da companhia: Nico Muhly, Sam Amidon e Valgeir Sigurdsson. Nesse concerto mostrou partes de &#8220;By The Throat&#8221; e ficou claro que era possível trazer para palco um álbum de proporções épicas e infinitas. É um pouco desse mundo que Ben Frost trará ao Maria Matos, na próxima segunda-feira à noite, com a ajuda de Borgar Magnason, um dos cúmplices responsáveis por esse mundo.<br />
Contrabaixo, piano, guitarra e electrónica encherão o espaço de som total, num concerto que promete ser electrizante.</p>
<p><strong>Ben Frost criou recentemente uma banda sonora para &#8220;Solaris&#8221;; que filme escolheriam para a música de &#8220;By The Throat&#8221;?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO BEN FROST">mail</a>. Têm até às 12 horas de segunda, dia 25, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #19 (Rui Miguel Abreu fala c/ Rodrigo Amado)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/04/14/super-disco-19-rui-miguel-abreu-fala-c-rodrigo-amado/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 13:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Brian Eno]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Record Store Day]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Amado]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 16 Abril 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Brian Eno &#8220;Before And After Science&#8221; (1977)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Tal como para o Rui Miguel, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13070" title="brian eno" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/04/brian-eno-200x200.jpg" alt="brian eno" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-thumbnail wp-image-13047" title="Rodrigo+Amado+by+Jan+Bebel" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/04/Rodrigo+Amado+by+Jan+Bebel-266x200.jpg" alt="Rodrigo+Amado+by+Jan+Bebel" width="266" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 16 Abril 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Brian Eno &#8220;Before And After Science</strong><strong>&#8221; (1977)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Tal como para o Rui Miguel, o Rodrigo Amado é um velho conhecido nosso de várias andanças no meio musical. Pode existir um mundo de diferença entre a improvisação com saxofone e a gestão de uma loja de discos, há com certeza vários mundos entre esses dois &#8211; digamos &#8211; pólos, e parece-nos ter sido sempre com naturalidade e empenho que o Rodrigo aparece na defesa daquilo que faz. O Rui Miguel fala com ele no Sábado, 16 de Abril, e é com prazer que incorporamos esta actividade nas nossas comemorações do Record Store Day 2011. Rui Miguel Abreu escreve:</p>
<p><span style="color: #000080;">&#8220;Lembro que me cruzei pela primeira vez com o nome de Rodrigo Amado na capa de &#8220;Corações Felpudos&#8221; dos Mão Morta e lembro-me também de não ter estranhado a presença de um saxofonista no segundo álbum de uma banda que já me tinha habituado a considerar como abrasiva: o trabalho de Steve Mackay em Funhouse dos Stooges era razão mais do que suficiente para encaixar da melhor forma essa &#8220;anomalia&#8221; na ficha técnica de &#8220;Corações Felpudos&#8221; numa altura em que as guitarras dominavam a paisagem musical das minhas prateleiras de discos.<br />
Voltei a ler o nome de Rodrigo Amado mais algumas vezes em contextos mais &#8220;apropriados&#8221;: em trabalhos de gente como os Duplex Longa, Vítor Rua, Sei Miguel, João Peste. Só o conheci uns anos mais tarde, como homem do leme de uma belíssima loja de discos que a Valentim de Carvalho ousou lançar no Chiado antes da Fnac, primeiro, e a contracção do mercado, depois, terem ditado o fim da aventura e a alteração das regras do jogo.<br />
Quando me voltei a cruzar com o Rodrigo, numa tarde num escritório junto ao jardim de Oeiras, reedições da Actuel e as possibilidades de cruzamento entre a Clean Feed e a Loop ocuparam a nossa conversa. Daí resultaria a cumplicidade que levou a que voltasse a cruzar-me com o nome de Rodrigo Amado nas fichas técnicas de discos de Rocky Marsiano e DJ Ride que eu próprio ajudei a lançar. A partir daí cruzámo-nos um sem número de vezes em situações de concerto.<br />
E os cruzamentos continuam, de outra forma, nos discos que tem lançado nos últimos anos, que me desafiam a atenção, me obrigam a repensar coordenadas do jazz e me enchem de orgulho quando motivam, na imprensa internacional, palavras como &#8220;a fast rising star of European improvisation&#8221;. E depois houve a outra surpresa, da câmara fotográfica, que tem levado Rodrigo a expor ideias de outra forma, mas com idêntica entrega.<br />
Ainda assim, apesar de todos os cruzamentos e de algumas surpresas, nada me faria pensar que a resposta do Rodrigo ao desafio Super Disco seria &#8220;Before and After Science&#8221; de Brian Eno, maverick da cena rock britânica que em 1977 conseguia lançar a vista para lá da nuvem causada pela explosão punk e sonhar um futuro que James Murphy, por exemplo, voltou a reclamar no presente. E ainda titulou canções com anagramas que antecipavam o seu próprio futuro. Apesar do cast de estrelas que se lista na ficha técnica, e que inclui Robert Fripp em &#8220;cascade guitars&#8221;, não há lugar para nenhum saxofonista, o que só reforça a surpresa. Sábado 16, pelas 18 e 30 no Maria Matos, haverá portanto, mais uma vez, lugar a cruzamentos e a surpresas. Em dia de celebração das lojas de discos.&#8221;</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas  brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música  clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria  de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto  cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se  acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o  adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos  que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre  eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD  foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados  mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo  manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem  os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais.  Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas  sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco,  traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de  contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se  fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos  que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de  programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio  Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e  80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes  canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é  qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #18 (c/ Rui Catalão)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/03/24/super-disco-18/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 15:58:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[José Cid]]></category>
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		<category><![CDATA[Rui Catalão]]></category>
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		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 26 Março 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: José Cid &#8220;Palha&#8221; (1971)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Rui Catalão passou a última década a escrever para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-12825" title="jose cid2" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/03/jose-cid2.jpg" alt="jose cid2" width="210" height="200" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-12829" title="rui catalão" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/03/rui-catalão-169x200.gif" alt="rui catalão" width="169" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 26 Março 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: José Cid &#8220;</strong><strong>Palha&#8221; (1971)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Rui Catalão passou a última década a escrever para teatro, cinema (&#8221;O Capacete Dourado&#8221; ou &#8220;Morrer Como Um Homem&#8221;, por exemplo), improvisou e interpretou personagens em palco, e recentemente, no Maria Matos, no início deste mês de Março, apresentou o seu primeiro solo. &#8220;Dentro das Palavras&#8221;, estreado em 2009, são duas horas em que personalidade e personagem se fundem, representa um balanço de dez anos a trabalhar na dança, a privar com bailarinos, e teve origem durante o período em que viveu na Roménia e trabalhou no CNDB (Centrul National al Dansului din Bucuresti). Reflecte sobre o seu progressivo desligamento da linguagem falada como principal meio de expressão (ele não falava romeno, passou três anos quase sem falar), mas também como a vida do corpo sofre essa mudança. Antes de tudo isto, nos anos 90, trabalhou cinco anos como jornalista e crítico musical no Público. Partindo da abordagem autobiográfica de &#8220;Dentro Das Palavras&#8221;, tentaremos que nos conte o que aconteceu entre um período e outro, o que aconteceu com a música na sua vida, de onde veio a ligação original. O Super Disco que ajudará a pontuar a conversa é o álbum conhecido como &#8220;Palha&#8221;, primeiro LP a solo de José Cid, gravado em 1971. Queremos saber coisas.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Palavras Desencarnadas</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/02/22/passatempo-palavras-desencarnadas/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 18:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Santos]]></category>
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		<description><![CDATA[
 
22, 23 e 24 de Fevereiro 2011
Terça: Inês Nogueira &#38; Carlos Zíngaro + Médèric Collignon
Quarta: Carlos Santos + Frances-Marie Uitt
Quinta: Ute Wassermann
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa
A palavra e a voz em destaque no ciclo &#8220;Palavras Desencarnadas&#8221;, agora na terceira edição desta iniciativa da associação Granular. Serão três dias de concertos no Teatro Maria Matos, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-12479" title="palavras desencarnadas1" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/02/palavras-desencarnadas1.jpg" alt="palavras desencarnadas1" width="476" height="200" /></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>22, 23 e 24 de Fevereiro 2011<br />
Terça: <strong>Inês Nogueira &amp; Carlos Zíngaro + Médèric Collignon</strong><br />
Quarta: <strong>Carlos Santos + Frances-Marie Uitt<br />
<span style="font-weight: normal;">Quinta:</span> Ute Wassermann</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa</span></p>
<p><span style="font-weight: normal;">A palavra e a voz em destaque no ciclo &#8220;Palavras Desencarnadas&#8221;, agora na terceira edição desta iniciativa da associação Granular. Serão três dias de concertos no Teatro Maria Matos, entre propostas nacionais e internacionais. Algum destaque nosso para Frances-Marie Uitti (amanhã), uma das mais vibrantes violoncelistas das últimas décadas. Cordas vocais e glotes em hiper-actividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal;">Temos convites individuais para oferecer, para cada dia do evento, cortesia do Teatro Maria Matos. Cada participante pode escolher os dias pretendidos, por ordem de preferência. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</span></p>
<p><strong>Qual o vosso vocalista favorito e porquê?</strong></p>
<p><span style="font-weight: normal;">Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este </span><a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO PALAVRAS DESENCARNADAS"><span style="font-weight: normal;">link</span></a><span style="font-weight: normal;">. Os escolhidos ganharão convites individuais para o dia pretendido – podem escolher ambos os dias, mas digam qual preferem . Têm até às 17 horas de amanhã, dia 23, para poderem tentar a vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</span></p>
<p><span style="font-weight: normal;">Boa sorte!</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #17 (Rui Miguel Abreu fala c/ António Pinho)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/02/17/super-disco-17-rui-miguel-abreu-fala-c-antonio-pinho/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 18:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aviso]]></category>
		<category><![CDATA[António Pinho]]></category>
		<category><![CDATA[Banda do Casaco]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 19 Fevereiro 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Banda do Casaco &#8220;Dos Benefícios de Um Vendido No Reino dos Bonifácios&#8221; (1974)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-12393" title="banda do casaco 1" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/02/banda-do-casaco-1-201x200.jpg" alt="banda do casaco 1" width="201" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-12389" title="bandadocasaco_01" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/02/bandadocasaco_01.jpg" alt="bandadocasaco_01" width="327" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 19 Fevereiro 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Banda do Casaco &#8220;</strong><strong>Dos Benefícios de Um Vendido No Reino dos Bonifácios&#8221; (1974)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>História muito importante para a música portuguesa, aquela vivida por António Pinho. Atravessou as décadas de formação da pop feita em Portugal mas também de experiências nas margens do jazz e do rock progressivo. Viveu o antes e o depois do 25 de Abril enquanto músico. Rui Miguel Abreu justifica melhor do que nós a escolha de António Pinho para a sessão Super Disco número 17:</p>
<p><span style="color: #000080;">&#8220;António Avelar Pinho é um daqueles homens que tem nos ombros o peso da invenção da modernidade na música portuguesa, que é algo bem diferente do peso da invenção da moderna música portuguesa, que é coisa que às vezes nem sabemos bem se existe. Com toda a certeza ninguém recusaria tal peso de forma mais veemente do que o próprio António Pinho, homem tão modesto quanto inteligente, mas que se moveu nas sombras da história o suficiente para que o presente lhe deva alguma coisa. Bastante, acredito eu.<br />
Quando a cultura pop começou a dar os primeiros passos, António Pinho ecoou imediatamente as suas possibilidades com uma banda no Entroncamento que nunca chegou a ser fenómeno, mas que lhe deixou vontade para prosseguir a aventura da música. O capítulo seguinte foi bem mais sério e levou o nome – seu! – de Filarmónica Fraude, grupo de Tomar que em 1969 lançou uma Epopeia que já projectava Portugal no futuro e no infinito. Da Filarmónica Fraude nasceram ideias que mais tarde António Pinho, juntamente com Luís Linhares, também dos homens de Epopeia, e ainda Nuno Rodrigues e Celso Carvalho desenvolveriam com a espantosa Banda do Casaco.<br />
O Super Disco de Fevereiro é precisamente o trabalho inaugural da discografia da Banda do Casaco, o mítico &#8220;Dos Benefícios de Um Vendido no Reino dos Bonifácios &#8220;de 1974, álbum que misturou folclore, rock progressivo e jazz de forma inédita e absolutamente prodigiosa recorrendo a músicos espantosos como Carlos “Zíngaro”, por exemplo.<br />
A carreira da Banda do Casaco levou-os até à década de 80, época em que António Pinho era já um activo agente da revolução tendo trabalhado no arranque das discografias de Rui Veloso, Heróis do Mar ou Táxi, entre tantos outros, ajudando a new wave e o rock a entrar numa cena de portas escancaradas. Pinho fez muito mais: escreveu canções e livros para os mais novos, brincou com a língua como muito poucos e reteve uma integridade humana e criativa que asseguram a sua singularidade até aos dias de hoje. Essas serão certamente as coordenadas da conversa marcada para as 18h30 do próximo dia 19, no sítio do costume.&#8221;</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Passatempo Fim-de-Semana Especial n.º2</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 19:42:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Alexander von Schlippenbach]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Poppy]]></category>
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		<description><![CDATA[
4 e 5 de Fevereiro 2011
Sexta: John Tilbury + Dustin O&#8217;Halloran
Sábado: Alexander von Schlippenbach + Andrew Poppy
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa
Depois de uma primeira edição em Dezembro dedicada à electrónica, o Fim-De-Semana  Especial regressa já amanhã para dois dias de concertos, quatro músicos e um ponto  de união: o piano. Pianistas de excelência, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-12236" title="fdse2_si_990x250_1294950454" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/02/fdse2_si_990x250_1294950454.jpg" alt="fdse2_si_990x250_1294950454" width="370" height="200" /></p>
<p>4 e 5 de Fevereiro 2011<br />
Sexta: <strong>John Tilbury + Dustin O&#8217;Halloran</strong><br />
Sábado: <strong>Alexander von Schlippenbach + Andrew Poppy<br />
</strong>Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa</p>
<p>Depois de uma primeira edição em Dezembro dedicada à electrónica, o Fim-De-Semana  Especial regressa já amanhã para dois dias de concertos, quatro músicos e um ponto  de união: o piano. Pianistas de excelência, nomes essenciais das últimas  décadas. Sexta há John Tilbury a apresentar seis peças de Vítor Rua; quinze  minutos depois é a vez de Dustin O&#8217;Halloran, que em breve irá editar na Fat Cat,  editora de Max Richter e Hauschka. Sábado, a improvisação de Alexander Von  Schlippenbach e logo a seguir Andrew Poppy.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, para cada dia do evento, cortesia do  Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que músico gostariam de ver como prelúdio a estes quatro na segunda edição do Fim-De-Semana Especial?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se  esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO FIM DE SEMANA ESPECIAL #2">link</a>. Os escolhidos ganharão  convites individuais para o dia pretendido – podem escolher ambos os dias, mas  digam qual preferem . Têm até às 18 horas de amanhã, dia 4, para poderem tentar a  vossa sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #16 (c/ Kalaf)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/01/20/super-disco-16-c-kalaf/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 15:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Kalaf]]></category>
		<category><![CDATA[Kanye West]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 22 de Janeiro 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Kanye West &#8220;My Beautiful Dark Twisted Fantasy&#8221; (2010)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Kalaf Ângelo. Poeta, MC, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-12107" title="kanye west" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/01/kanye-west.jpg" alt="kanye west" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-12108" title="kalafsuperdisco" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/01/kalafsuperdisco.jpg" alt="kalafsuperdisco" width="225" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 22 de Janeiro 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Kanye West &#8220;</strong><strong>My Beautiful Dark Twisted Fantasy&#8221; (2010)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Kalaf Ângelo. Poeta, MC, agitador, pensador, ícone de moda. Kalaf é uma das figuras emblemáticas da cena musical portuguesa dos últimos 10 anos, colaborou com projectos como Spaceboys ou Type, pertence ao núcleo duro da Enchufada desde o inicio, o que quer dizer que fundou a editora e foi dos 1Uik Project antes de haver Buraka Som Sistema. É um poeta cantor mas também é um cantor cronista, que assina um coluna semanal no P2 do jornal Publico. Kalaf faz a ponte entre Lisboa, Luanda e o resto do mundo, personificando o espirito de grande miscigenação da cultura pop actual. Escolhe &#8220;My Beautiful Dark Twisted Fantasy&#8221;, o recente álbum de Kanye West, uma espécie de ópera grandiosa que reflecte o estado de alma do seu autor e a sua interpretação da contemporaneidade enquanto procura deixar uma marca artística indelével. Foi um dos discos mais comentados e elogiados em 2010, para Kalaf certamente um disco integrado neste momento da História. É a sua visão mas também o seu percurso até à actualidade que vamos conhecer melhor. Detalhes sumarentos da cena musical angolana que não conhecemos, crónicas de viagens em tournée e o kuduro como fenómeno com apelo global.<br />
Diferente das outras sessões Super Disco, esta vai mergulhar sobretudo no presente.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Nurse With Wound &amp; Blind Cave Salamander</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2011/01/06/passatempo-nurse-with-wound-blind-cave-salamander/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Jan 2011 17:29:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nurse With Wound]]></category>
		<category><![CDATA[Nurse With Wound & Blind Cave Salamander]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
8 de Janeiro de 2011
Nurse With Wound &#38; Blind Cave Salamander
Teatro Maria Matos, Lisboa (22H00)
Inúmeros álbuns de Nurse With Wound ficarão de fora deste concerto, dedicado à reinterpretação ao vivo do monumental &#8220;Soliloquy For Lilith&#8221; (1988). Steven Stapleton foi um dos ícones da cultura industrial, ainda que a generalidade da sua música não conviva bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-11874" title="nww_bcs__sem_credito_site_900_x_200_1292505076" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2011/01/nww_bcs__sem_credito_site_900_x_200_1292505076.jpg" alt="nww_bcs__sem_credito_site_900_x_200_1292505076" width="440" height="198" /></p>
<p>8 de Janeiro de 2011<br />
<strong>Nurse With Wound &amp; Blind Cave Salamander</strong><br />
Teatro Maria Matos, Lisboa (22H00)</p>
<p>Inúmeros álbuns de Nurse With Wound ficarão de fora deste concerto, dedicado à reinterpretação ao vivo do monumental &#8220;Soliloquy For Lilith&#8221; (1988). Steven Stapleton foi um dos ícones da cultura industrial, ainda que a generalidade da sua música não conviva bem com o termo. É mais abrangente, totalizante e imprevisível, no fundo é livre, existindo ao sabor das suas visões. Estará no palco do Maria Matos acompanhado por Colin Potter, Julia Kent, Fabrizio Modonese Palumbo e Paul Beauchamp.</p>
<p>Temos convites individuais (e não duplos, como por lapso referimos no e-mail) para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>A quem dedicariam um álbum?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO NURSE WITH WOUND">link</a>. Os escolhidos ganharão convites individuais para o concerto. Têm até às 17 horas de amanhã, dia 7, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #15 (Rui Miguel Abreu fala c/ Rui Pregal da Cunha)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/12/07/super-disco-15-rui-miguel-abreu-fala-c-rui-pregal-da-cunha/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 19:41:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Buzzard's Original Savannah Band]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Pregal da Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado, 11 de Dezembro 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Dr Buzzard&#8217;s Original Savannah Band &#8220;Dr Buzzard&#8217;s Original Savannah Band&#8221; (1976)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Rui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-11252" title="dr buzzard" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/12/dr-buzzard-200x200.jpg" alt="dr buzzard" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-medium wp-image-11253" title="ruipregaldacunha" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/12/ruipregaldacunha-130x200.jpg" alt="ruipregaldacunha" width="130" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado, 11 de Dezembro 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Dr Buzzard&#8217;s Original Savannah Band &#8220;</strong><strong>Dr Buzzard&#8217;s Original Savannah Band&#8221; (1976)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Rui Pregal da Cunha simboliza (e personifica), directa ou indirectamente, boa parte das movimentações que, em Portugal, na viragem entre as décadas de 70 e 80, nos colocavam mais perto do que acontecia em Londres e Nova Iorque. Alguns agentes isolados criavam a ilusão de um cenário vibrante, e os Heróis do Mar acrescentavam-lhe polémica. RPC era o vocalista e figura de proa (como os vocalistas são, tradicionalmente, nas bandas) e o seu sentido de moda (+ a construção Heróis do Mar) acabou também por estar no centro do vanguardismo que deu personalidade à moda portuguesa nos anos 80. Rui terá muitas e variadas histórias para contar, é simpático e conversador, e nós todos teremos oportunidade de abrir uma janela privilegiada para a cultura pop portuguesa dos últimos 30 anos. Estejam lá!</p>
<p>Rui Miguel Abreu fala com Rui Pregal da Cunha, eis o que ele escreve:</p>
<p><span style="color: #000080;">&#8220;Quando se pensa na história da mais moderna música portuguesa vai-se sempre desembocar numa encruzilhada que algures no arranque da década de 80 colocava no mapa o Bairro Alto, clubes como o Trumps, galerias de arte e lojas de roupa que procuravam injectar Londres e Nova Iorque numa Lisboa adormecida. Algures nessa encruzilhada seria possível encontrar Rui Pregal da Cunha que se lembra de dançar ao som de discos da Ze Records tocados por João Vaz na cabine do Trumps.<br />
Pouco tempo depois, quando o impulso punk se transformou em sofisticação new wave, nasceram os desalinhados Heróis do Mar, mais de lá do que de cá no som, mais de cá do que de qualquer outro sítio na imagem e nas palavras. Hoje descobre-se que a sombra dos Heróis é longa e não se esgotou na discografia que, simbolicamente, ficou encerrada na mesma década que os viu nascer. Depois dos Heróis do Mar, Rui Pregal da Cunha ainda se reinventou com os LX 90, grupo em que também militava DJ Vibe, ou nos Kick Out The Jams, outra banda com o mesmo Paulo Pedro Gonçalves que abanava os alicerces da nossa monotonia desde o tempo dos Faíscas e dos Corpo Diplomático.<br />
Agora, Rui Pregal da Cunha ressurgiu ao lado dos Golpes, com uma das mais infecciosas canções dos últimos tempos e, vá lá, senhora, senhores, e todos os outros, fez-nos acreditar que podíamos ser o centro do mundo se realmente quiséssemos.<br />
Rui escolheu um fantástico disco de 1976, um daqueles que provavelmente escutou emitido a partir das cabines do Bairro Alto que era um bocadinho Soho e um bocadinho Manhattan quando era realmente preciso: Dr. Buzzard&#8217;s Original Savannah Band dos&#8230; Dr. Buzzard&#8217;s Original Savannah Band é o álbum do clássico disco «Cherchez la Femme». Na banda militavam August Darnell e Andy Hernandez, mais tarde parte do turbilhão de funk tropical que respondeu pelo nome de Kid Creole &amp; The Coconuts. Hernandez também é conhecido por Coati Mundi e como tal editou recentemente na Rong um álbum cuja capa evoca, precisamente, a estreia dos Dr. Buzzard&#8217;s&#8230;<br />
Se o mundo não é um loop o que é, afinal?&#8221;</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo &#8220;Fim-De-Semana Especial&#8221;</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/12/03/passatempo-fim-de-semana-especial/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/12/03/passatempo-fim-de-semana-especial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 13:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Frost]]></category>
		<category><![CDATA[Fennesz]]></category>
		<category><![CDATA[Fim-De-Semana Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Jan Jelinek]]></category>
		<category><![CDATA[Martin Brandlmayr]]></category>
		<category><![CDATA[Masayoshi Fujita]]></category>
		<category><![CDATA[Radian]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Werner Dafeldecker]]></category>

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		<description><![CDATA[
03 e 04 de Dezembro de 2010
FIM-DE-SEMANA ESPECIAL
hoje: Masayoshi Fujita &#38; Jan Jelinek + Radian
amanhã: Fennesz, Brandlmayr &#38; Dafeldecker + Ben Frost
Teatro Maria Matos, Lisboa
Parece quase uma extravagância: quatro nomes incontornáveis do panorama electrónico, juntos em dois dias num evento importante que marca este final de ano. Hoje, o novo projecto de Jelinek, com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-11172" title="FDS-E" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/12/FDS-E-328x200.jpg" alt="FDS-E" width="328" height="200" /></p>
<p>03 e 04 de Dezembro de 2010<br />
<strong>FIM-DE-SEMANA ESPECIAL</strong><br />
hoje: <strong>Masayoshi Fujita &amp; Jan Jelinek + Radian</strong><br />
amanhã: <strong>Fennesz, Brandlmayr &amp; Dafeldecker + Ben Frost</strong><br />
Teatro Maria Matos, Lisboa</p>
<p>Parece quase uma extravagância: quatro nomes incontornáveis do panorama electrónico, juntos em dois dias num evento importante que marca este final de ano. Hoje, o novo projecto de Jelinek, com o vibrafonista extraordinaire japonês. O disco já roda há muito aqui na loja. Depois, Radian, preferidos da Flur há muito, muito tempo &#8211; &#8220;Chimeric&#8221;, editado há pouco, recuperou força e músculo. No sábado, o trio da Mosz, saído há algum tempo e com elogios aqui na Flur &#8211; Fennesz em apuro de forma abstracta com Martin Brandlmayr e Dafeldecker em gestão de ritmos. A finalizar, Ben Frost, autor de um dos nossos discos do ano de 2009, &#8220;By The Throat&#8221;, vai transformar a sala do Maria Matos numa câmara de emoções intensas &#8211; já o vimos ao vivo este ano e só podemos dizer-vos que ninguém sairá do seu concerto sem uns quantos pelos levantados.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, para cada dia do evento, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Com que concerto completariam, no domingo, o vosso fim-de-semana especial?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso  nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem  este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO FIM-DE-SEMANA ESPECIAL"><span style="color: #ff0000;">link</span></a>. Os escolhidos ganharão convites individuais para o dia pretendido &#8211; podem escolher ambos os dias, mas digam qual preferem . Têm até às 19 horas de hoje, dia 03, para poderem tentar a vossa  sorte. Estejam atentos ao email a partir dessa hora.</p>
<p>Boa sorte!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Sonic Scope X</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 14:51:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Sonic Scope]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
23, 24, 25 de Novembro de 2010
SONIC SCOPE X
Teatro Maria Matos (todos os dias às 22H00), Lisboa
É uma idade para se celebrar. São dez anos de festivais, um pouco nómadas, tal como a música que acolhe, sempre a mudar de referências e geografias sonoras. Assente no Maria Matos desde o ano passado, o formato deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="SSX" src="http://sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-snc4/hs431.snc4/47428_126363734079329_126363537412682_125033_3200736_n.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p>23, 24, 25 de Novembro de 2010<br />
<strong>SONIC SCOPE X<br />
</strong>Teatro Maria Matos (todos os dias às 22H00), Lisboa</p>
<p>É uma idade para se celebrar. São dez anos de festivais, um pouco nómadas, tal como a música que acolhe, sempre a mudar de referências e geografias sonoras. Assente no Maria Matos desde o ano passado, o formato deste ano também é novo, com três dias de duplos concertos: primeira metade com a alegria do acústico, a segunda metade com a electricidade e electrónica em destaque. Eis o cardápio abundante para as actividades do Sonic Scope número dez, pela meritória Grain Of Sound:</p>
<p>
<br />
<span style="color: #ff0000;">Terça | 23 Novembro</span></p>
<p>A PARTE MALDITA<br />
<strong>Nuno Rebelo</strong> guitarra eléctrica<br />
<strong>António Chaparreiro</strong> guitarra eléctrica<br />
<strong>Abdul Moimême</strong> saxofone tenor<br />
<strong>Jorge Serigado</strong> baixo<br />
<strong>Rui Alves</strong> bateria<br />
<strong>Miguel Sá</strong> computador<br />
<strong>Fernando Fadigas</strong> computador<br />
<strong>Hernâni Faustino</strong> contrabaixo</p>
<p>GIGANTIQ COM MATTEO UGGERI<br />
<strong>Nuno Moita</strong> computador, gira-discos<br />
<strong>André Gonçalves</strong> sintetizador analógico, instalação vídeo<br />
<strong>Matteo Uggeri</strong> computador, objectos</p>
<p>
<br />
<span style="color: #ff0000;"> Quarta | 24 Novembro</span></p>
<p>SEI MIGUEL<br />
<strong>Sei Miguel</strong> trompete<br />
<strong>Fala Mariam</strong> trombone alto<br />
<strong>Travassos</strong> electrónica analógica<br />
<strong>César</strong> <strong>Burago</strong> percussão</p>
<p>CARLOS SANTOS E PAULO RAPOSO<br />
computador, elementos piezo-eléctricos, objectos</p>
<p>
<br />
<span style="color: #ff0000;">Quinta | 25 Novembro</span></p>
<p>RODRIGO AMADO QUARTETO<br />
<strong>Rodrigo Amado</strong> saxofone<br />
<strong>Gabriel Ferrandini</strong> bateria<br />
<strong>Hernâni Faustino</strong> contrabaixo<br />
<strong>Manuel Mota</strong> guitarra</p>
<p>@C<br />
<strong>Miguel Carvalhais</strong> computador<br />
<strong>Pedro Tudela</strong> computador</p>
<p>
<br />
Para ganharem um convite para o dia pretendido (podem escolher os três dias, mas coloquem por ordem as vossas prioridades, por favor), só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que nome dariam ao supergrupo formado por todos os músicos deste festival?<br />
</strong><br />
Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO SONIC SCOPE X" target="_blank">link</a>.     Os escolhidos ganharão convites individuais para o concerto do dia escolhido. Têm até  às 19  horas de hoje, dia 23, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Super Disco #14 (Isilda Sanches fala c/ Ana Cristina Ferrão)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/11/18/super-disco-14-isilda-sanches-fala-c-ana-cristina-ferrao/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 17:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Cristina Ferrão]]></category>
		<category><![CDATA[Joni Mitchell]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 20 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Joni Mitchell &#8220;Blue&#8221; (1971)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Ana Cristina Ferrão viveu ao lado do radialista António Sérgio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-10908" title="joni mitchell" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/11/joni-mitchell-200x200.jpg" alt="joni mitchell" width="200" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-10909" title="ana cristina ferrao super disco" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/11/ana-cristina-ferrao-super-disco.jpg" alt="ana cristina ferrao super disco" width="185" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 20 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Joni Mitchell &#8220;Blue&#8221; (1971)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Ana Cristina Ferrão viveu ao lado do radialista António Sérgio os seus últimos 30 anos de vida. Com entusiasmo pela produção e amor pela música, contribuiu para o sucesso dos vários programas que Sérgio realizou nestas três décadas. É a nossa convidada do mês de Novembro, disponível para partilhar as muitas memórias e experiências que guarda, a começar pela escolha do disco para esta sessão: “Blue”, de Joni Mitchell (1971), foi o primeiro LP que lhe foi oferecido por António Sérgio. É um álbum de canções delicadas que abordam vários aspectos de um relacionamento amoroso, é o quarto álbum da cantora e<br />
compositora canadiana e abrirá caminho a uma conversa que toca em pontos nevrálgicos da divulgação de música &#8220;diferente&#8221; em Portugal. Ana Cristina está em posição privilegiada para nos guiar pela espécie de submundo habitado por quem consome música com paixão suficiente para ter vontade em divulgá-la. Esta sessão é também assim, inevitavelmente, uma oportunidade para relembrar António Sérgio.</p>
<p><span style="color: #000080;">A luz (mas também a sombra) de &#8220;Blue&#8221; faz com que a discografia não-oficial de Joni Mitchell comece exactamente aqui, ignorando tudo o que tinha editado até ao ano de 1971 &#8211; o que é injusto, porque &#8220;Ladies Of The Canyon&#8221; é um fabuloso álbum, mostrando que iria ser, mais tarde ou mais cedo, uma escritora de canções de referência. E a grande escritora de canções iria aparecer exactamente no ano seguinte, com uma obra que ainda hoje estarrece-nos pela profundidade das suas palavras e pela agudeza da sua composição. Feito de algum desencanto, nas entrelinhas vagueia também a esperança, mesmo que vá sendo pintada de muitas cores &#8211; quase todas as canções têm referência a cores -, e mesmo que seja &#8220;Blue&#8221; (a cor e o sentimento) que domine a sua poesia. Se não conhecem este lendário álbum, comecem por ele a ouvir uma das mais importantes escritoras e cantoras norte-americanas (também é canadiana, tal como Leonard Cohen), percorrendo depois os anos seguintes e mais meia-dúzia de discos fantásticos.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Passatempo Hauschka</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/10/21/passatempo-hauschka/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/10/21/passatempo-hauschka/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Hauschka]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
22 de Outubro de 2010
Hauschka
Teatro Maria Matos (23H30), Lisboa
Volker Bertelmann tem um longo passado. Mas nunca se desviou um centímetro das  suas ambições mais verdadeiras. Tem sido sempre Hauschka, um pianista clássico  que descobriu que queria muito mais do seu instrumento. Partilhou-o com objectos  e fez dele uma potente caixa de música [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10385" title="1583" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/10/1583.jpg" alt="1583" width="150" height="150" /><img class="alignnone size-full wp-image-10386" title="268_518" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/10/268_518.jpg" alt="268_518" width="150" height="150" /></p>
<p>22 de Outubro de 2010<br />
<strong>Hauschka<br />
</strong>Teatro Maria Matos (23H30), Lisboa</p>
<p>Volker Bertelmann tem um longo passado. Mas nunca se desviou um centímetro das  suas ambições mais verdadeiras. Tem sido sempre Hauschka, um pianista clássico  que descobriu que queria muito mais do seu instrumento. Partilhou-o com objectos  e fez dele uma potente caixa de música original. Faz música para cinema,  documentários, colabora com Max Richter e muitos músicos que partilham o seu  festival em Berlim. Este ano deu o salto do piano para um ensemble sem desvendar  nenhum dos seus segredos. A sua música continua igual e há mais buraquinhos para  a espreitarmos. Sai agora, na Fat Cat, e chama-se &#8220;Foreign Landscapes&#8221;. Há &#8211;  orgulho! &#8211; estreia mundial em Lisboa dessa peça, com 11 músicos em palco.  É sexta-feira, no Maria Matos, às 23h30, integrado nas comemorações do 41.º  aniversário do teatro. Vejam aqui o making of de &#8220;Foreign Landscapes&#8221;: <a href="http://vimeo.com/15326738">um</a>, <a href="http://vimeo.com/15328651">dois</a> e <a href="http://vimeo.com/15454169">três</a>.</p>
<p>Concorram aqui à oferta de um convite para esse concerto, e, já agora,  aproveitem a campanha para o novo álbum. &#8220;Foreign Landscpaes&#8221;, até segunda-feira  custa apenas 9.95 euros. E o anterior, o fantástico &#8220;Ferndorf&#8221;, também por 9,95  euros. Depois desde fim-de-semana, voltarão ao preço de 11,95  euros.</p>
<p>Para ganharem um convite só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Que peça clássica é que gostariam que Hauschka fizesse uma versão para piano preparado?<br />
</strong><br />
Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO HAUSCHKA" target="_blank">link</a>.     Os escolhidos ganharão convites individuais para o concerto. Têm até   às 17  horas de sexta, dia 22, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/16020563" width="400" height="225" frameborder="0"></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/16020563">Hauschka &#8211; OffBeat</a> from <a href="http://vimeo.com/mattfrancis">Matt Francis</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Super Disco #13 (Rui Miguel Abreu fala c/ Dinis)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/10/14/super-disco-13-rui-miguel-abreu-fala-c-dinis/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/10/14/super-disco-13-rui-miguel-abreu-fala-c-dinis/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2010 17:24:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Dinis]]></category>
		<category><![CDATA[Goldie]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 16 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Goldie &#8220;Timeless&#8221;(1995)
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Um dos DJs que mais respeitamos em todo o mundo, não vale [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10288" title="goldie" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/10/goldie.bmp" alt="goldie" /> <img class="alignnone size-full wp-image-10289" title="dinis" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/10/dinis.jpg" alt="dinis" width="150" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 16 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Goldie &#8220;Timeless&#8221;(1995)</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Um dos DJs que mais respeitamos em todo o mundo, não vale a pena dizer só em Portugal. Dedicado, militante, bom tecnicamente, tem uma missão e não cede a oportunismos. Tem a sua árvore genealógica musical muito bem estudada, desde as raízes. A sua atitude é a chamada &#8220;no bullshit&#8221;. Quem não gosta, paciência, é pena. Mais abaixo podem ler um resumo do próprio sobre as suas actividades e uma apreciação de Rui Miguel Abreu, o seu interlocutor no Sábado, 16 de Outubro, no café do Teatro Maria Matos.<br />
Dinis teve visão privilegiada de toda a ascenção da música de dança em Portugal desde o final da década de 80, ele sabe-vos explicar os géneros, as diferenças entre eles, os detalhes sónicos, a paixão pela música e a cena hardcore que fragmentou para sempre a união rave que, por breves meses, agregou toda a gente. Os posters que desenha para as suas noites Flashdance estão sempre entre os nossos favoritos quando os colamos na montra da loja. Para descobrir, ainda, a outra ocupação de longa data: actor. Cinema mas sobretudo teatro. É isso. Tentem não faltar.</p>
<p><span style="color: #333399;">Dinis por Dinis:</span></p>
<p><span style="color: #333399;">«Dj desde 1990. Frágil (Zé Pedro/Vargas).<br />
Clubes do Bairro Alto: Nova, Keops, Sudoeste, Fremitus e mais tarde Captain Kirk<br />
Venda de discos na El Dorado.<br />
Fundação da Cool Train crew. Clube Ciclone (ex-Johnny Guitar)<br />
Primeiras datas no Porto a partir de 97.<br />
Fundação da Pressure Force.<br />
Lux: Lisburn com o Tiago e Jungle Bells com Pressure Force.<br />
Hard-Club, Meia-Cave e Anikibobo. Programador Meia-Cave.<br />
Abertura da loja de discos Portugeezers em 2001 no Porto (Breaks,dubstep and drumnbass).<br />
Nos últimos dez anos mantive residências (ou afins&#8230;) no Lux (Skillz), no Europa, no Lounge, no Music Box&#8230; no Maus Hábitos, no Passos Manuel, no Pitch, no Armazém do Chá e no Plano B.<br />
Flashdance: principalmente musica inglesa pós-Hard-core jungle + os clássicos e as referências (reggae, hip-hop, disco e funk).<br />
Pressure Force: Drumnbass»</span></p>
<p><span style="color: #333399;">O texto original era ainda mais urgente, sem espaços entre a pontuação e as palavras, sem acentuação, sem pausas… Exatamente como a carreira.<br />
Conheço o Dinis Neto desde sempre e adivinhei o disco que iria escolher – &#8220;Timeless&#8221;, de Goldie – exatamente porque estava lá, ao lado dele, quando esse frémito do drum n’ bass tomou conta dos espaços, em Lisboa e não só. Lembro-me bem do ritual da chegada de discos à Contraverso e da luta em que era necessário embarcar para se ter acesso aos 12 polegadas mais urgentes de etiquetas como a V, de gente como Photek. Cada 12 polegadas representava não o momento, mas um possível futuro. E o Dinis foi sempre infalível a perceber os golpes de rins que transportavam este aceleramento de partículas do &#8220;amen break&#8221; em direção a um futuro renovado de cada vez que Zé Guedes abria mais uma caixa.<br />
Há outra qualidade no Dinis: uma inabalável paixão pela música foi sempre o seu real motor. Não os trends, não as unanimidades, não as modas ditadas pelas páginas de alguma imprensa britânica mais flashy. E foi sempre generoso: drum n’ bass era a sua praia, sim, mas isso nunca o impediu de mergulhar noutras águas. E de o fazer com a autoridade de quem conhece bem a diferença entre cada oceano.<br />
O álbum escolhido por Dinis define uma época, define um momento do continuum hardcore de que fala Kode 9 que, ao contrário do que por breves instantes se chegou a pensar nesse tempo, tem óbvias ligações ao passado e ao futuro. House, acid, rave, hardcore, drum n’bass, two step, uk garage, dubstep… E daí uma ligação ao mundo, do disco ao dub e a toda a ciência rítmica que se tem desenvolvido desde que se conseguiu extrair pulsação sincopada de um conjunto de circuitos integrados. Faz sentido, pleno sentido, que Dinis escolha um disco assim. Está no centro. É um marco. E todas as viagens precisam de um marco. A viagem de Dinis tem agora paragem assegurada, sábado, no Maria Matos. Be there.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo Jóhann Jóhannson &amp; Iskra String Quartet</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/09/28/passatempo-johann-johannson-iskra-string-quartet/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/09/28/passatempo-johann-johannson-iskra-string-quartet/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 12:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Jóhann Jóhannson & Iskra String Quartet]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Terça, 28 de Setembro de 2010
Jóhann Jóhannson &#38; Iskra String Quartet
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa
Tem sido uma figura paternal na Islândia, uma espécie de deus sabe-tudo sobre  arranjos orquestrais. Da Björk aos Sigur Rós, passando por toda a corrente  underground, Jóhann Jóhannsson é um dotado guest musician, mas sobretudo um  intenso criador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-10040" title="johann" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/09/johann.jpg" alt="johann" width="445" height="281" /></p>
<p>Terça, 28 de Setembro de 2010<br />
<strong>Jóhann Jóhannson &amp; Iskra String Quartet</strong><br />
Teatro Maria Matos (22H00), Lisboa</p>
<p>Tem sido uma figura paternal na Islândia, uma espécie de deus sabe-tudo sobre  arranjos orquestrais. Da Björk aos Sigur Rós, passando por toda a corrente  underground, Jóhann Jóhannsson é um dotado guest musician, mas sobretudo um  intenso criador em nome próprio.<br />
Mistura elementos clássicos com imagens e  sons oblíquos, expondo-os em enredos surreais que elabora para os seus álbuns. A  sua trilogia tecnológica &#8211; que começou com &#8220;IBM1401&#8243; e teve em 2008 o segundo  capítulo com &#8220;Fordlandia&#8221; &#8211; mostra todas as qualidades de possui, andando sempre  entre a melancolia e exuberância, entre o silêncio e o ruído, entre as  convenções e a revoluções. Toca hoje à noite no Teatro Maria Matos, às 22h, com  um quarteto de cordas que também está habituado a colocar a sua mestria clássica  em nomes como Vampire Weekend ou Sufjan Stevens.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte  pergunta:</p>
<p><strong>Depois de um computador IBM e dos primeiros automóveis de Henry Ford, que outro  ícone tecnológico imaginam Jóhann Jóhannsson debruçar-se para o terceiro disco  da trilogia?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se esquecerem não serão considerados), e usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO JÓHANN JÓHANNSON">link</a>.   Os escolhidos ganharão convites individuais para o concerto. Têm até às 17  horas de hoje, dia 28, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
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		<item>
		<title>Super Disco #12 (c/ Nuno Rogeiro)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/09/23/super-disco-12-c-nuno-rogeiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 14:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Zappa]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Nuno Rogeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 25 de Setembro 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Frank Zappa &#8220;Hot Rats&#8221; (1969)

Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e MK2.
Nuno Rogeiro quase dispensa apresentações. É já, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9932" title="frank zappa" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/09/frank-zappa1.jpg" alt="frank zappa" width="203" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-9933" title="nunorogeirosuperdisco" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/09/nunorogeirosuperdisco.jpg" alt="nunorogeirosuperdisco" width="200" height="251" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 25 de Setembro 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Frank Zappa &#8220;Hot Rats&#8221; (1969)<br />
</strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>Nuno Rogeiro quase dispensa apresentações. É já, para os mais atentos, um ícone na cultura pop portuguesa, estatuto que conquistou naturalmente graças à eloquência com que aborda os assuntos sobre os quais é chamado a falar. Estudioso da Ciência Política, professor, jornalista (O Diabo, O Século, revista K, O Independente, TSF, etc.), comentador, investigador, apaixonado por música, cinema e outras artes, Homem da Renascença por excelência. É com muito prazer que saberemos nesta sessão Super Disco como e em que grau se manifesta o seu conhecido gosto por música, para além de admitir tocar &#8220;um bocado de flauta,  piano e baixo rudimentares (abaixo de principiante)&#8221;. Escolheu como base para esta conversa o álbum &#8220;Hot Rats&#8221;, de Frank Zappa, editado em 1969 como o seu primeiro álbum a solo, ou seja, em nome próprio, depois de abandonar o nome Mothers Of Invention (que viria a recuperar, sob várias formas, após &#8220;Hot Rats&#8221;, até 1976). Outra particularidade do álbum é ser quase exclusivamente instrumental, com excepção de uma faixa cantada por Captain Beefheart.<br />
Nuno Rogeiro comprou-o na discoteca Melodia, na Baixa de Lisboa, em 1974, quando era finalista no Liceu Pedro Nunes. Sobre o disco acrescenta:<br />
&#8220;Hot Rats&#8221;, publicado pela Reprise, foi a revelação de um jazz-rock alternativo e visionário, e de uma face &#8220;técnica&#8221; de Zappa, até então desprezada. Foi ainda a fundação de um dialecto próprio, de um som imediatamente reconhecível, de pequenas peças sinfónicas inigualáveis (&#8221;Peaches en Regalia&#8221;, &#8220;Little Umbrellas&#8221;), de melodias e arranjos geniais e bizarros, e da revelação de grandes nomes, como o violinista Jean Luc Ponty (que depois descaminhou um pouco&#8230;). Zappa morreu já há 17 anos, mas &#8220;Hot Rats&#8221; continua vivo: era avançado para a época, e portanto, se calhar, ainda não o apanhámos.&#8221;<br />
Acreditamos que a hora e meia desta sessão passará sem nos darmos conta.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<item>
		<title>Super Disco #11 (Rui Miguel Abreu fala c/ Pedro Tenreiro)</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/07/14/super-disco-11-rui-miguel-abreu-fala-c-pedro-tenreiro/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/07/14/super-disco-11-rui-miguel-abreu-fala-c-pedro-tenreiro/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:25:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[MK2]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Tenreiro]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio Oxigénio]]></category>
		<category><![CDATA[Rui Miguel Abreu]]></category>
		<category><![CDATA[Super Disco]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Entrada Gratuita, lotação limitada.
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.
Quando: Sábado 17 de Julho 18h30 &#62; 20h00.
 Super Disco: Sly &#38; The Family Stone &#8220;There&#8217;s A Riot Goin&#8217; On&#8221; (1971)
 
Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do Teatro Maria Matos, Rádio Oxigénio e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-9091" title="sly and the family stone" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/07/sly-and-the-family-stone.jpg" alt="sly and the family stone" width="206" height="200" /> <img class="alignnone size-full wp-image-9092" title="pedro tenreiro" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/07/pedro-tenreiro.jpg" alt="pedro tenreiro" height="200" /></p>
<p><strong>Entrada Gratuita, lotação limitada.<br />
Onde: Café do Teatro Maria Matos, em Lisboa.<br />
Quando: Sábado 17 de Julho 18h30 &gt; 20h00.</strong><br />
<strong> Super Disco: Sly &amp; The Family Stone &#8220;There&#8217;s A Riot Goin&#8217; On&#8221; (1971)</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Super Disco é o nome das sessões idealizadas pela Flur e produzidas com a inestimável ajuda do <a href="http://teatromariamatos.pt/">Teatro Maria Matos</a>, <a href="http://www.oxigenio.fm/">Rádio Oxigénio</a> e <a href="http://www.mk2.pt/">MK2</a>.</p>
<p>A ideia é todas estas sessões serem históricas, e o nome do Pedro Tenreiro já tem essa aura, apesar de a sua actividade estar longe de encerrada. Fez e editou re-edits praticamente uma década antes da recente cena que acontece em Portugal (virada para fora) e a sua dedicação a música negra aplicada à pista de dança torna-o incontornável se quisermos assinalar pontos importantes na cultura de música de dança em Portugal. No mesmo dia &#8211; 17 de Julho &#8211; estreia o seu Clube de Funk no Clube Ferroviário, em Santa Apolónia. Mas leiam o que escreveu Rui Miguel Abreu:</p>
<p><span style="color: #333399;">Pedro Tenreiro é um amigo, antes de mais nada. Trabalhei com o Pedro na NorteSul, aventureira etiqueta da Valentim de Carvalho, entre 1995 e 2001 e com ele aprendi muito. Sobre música, claro. Mas não só. Dj há mais tempo do que certamente é possível compreender à luz da escala actual que faz de tanta gente com um laptop e uns gigas de ficheiros mp3 «djs», Pedro Tenreiro seguiu uma linha constante na sua abordagem à música – a de um profundo respeito e conhecimento da música negra. Um conhecimento vasto, enciclopédico e em primeira mão: muitos dos discos hoje vistos como clássicos – de disco, hip hop, house, punk-funk… &#8211; entraram na colecção de Pedro Tenreiro aquando das suas edições originais. E ele soube depois medir-lhes o alcance, tendo o gira-discos como ponto de mira e a pista de dança como alvo da sua munição rítmica. Arma secreta? Um bom gosto profundo, que sempre lhe permitiu distinguir entre o que tem potencial para sobreviver ao teste do tempo e ascender ao estatuto de clássico e o que meramente traduz o momento. Pedro Tenreiro, é bom de ver, é um coleccionador devotado, digger com muita poeira nos dedos, sniper com olho de falcão capaz de sobreviver na selva que é o eBay, respeitado e conhecedor arquivista capaz de falar de igual para igual com nomes grandes do circuito internacional. Keb Darge ou Ian Wright são amigos íntimos. Como os Idjut Boys ou Nick The Record. Pedro é membro dessa elite: gente com uma paixão pelos discos tão enorme que tocá-los não chega. Há também que fazê-los. E Pedro fez muitos: como A&amp;R possuirá um dos mais invejáveis currículos do nosso país – ligou o seu nome ao de gente como Mind Da Gap, Cool Hipnoise, Mão Morta, aventurou-se, comigo ao seu lado, na Kami’khazz, editando vinil quando a “moda” actual era ainda uma distante miragem. E assinou edits que tiveram projecção internacional, como Dancin’ Days, acrescentando ao seu currículo edições na Noid e na Big Bear. É de homem.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0in;"><span style="color: #333399;">Mais recentemente, Pedro Tenreiro apontou à fonte e transformou o seu Clube de Funk num ponto de peregrinação para todos os que gostam de beber água da mais pura. Conjugando o microfone com pérolas que muitas vezes merecem mais estar depositadas no banco do que numa estante de discos – tal o seu valor! – Pedro criou a primeira e mais genuína noite de deep funk do país, capaz de rivalizar, na intensidade das suas sessões e na qualidade das suas selecções, com as mais quentes noites da Madame Jojo’s de Londres. O Clube de Funk arranca com uma residência em Lisboa precisamente na noite de 17 de Julho, quando Pedro desce à capital para protagonizar mais um Super Disco no Teatro Maria Matos. Disco escolhido? <em>There’s a Riot Goin’ On</em> de Sly and the Family Stone.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0in;"><span style="color: #333399;">Quando Marvin Gaye, de olhos lavados pela realidade no arranque dos anos 70 e informado pela experiência do seu irmão no Vietname, perguntava ao mundo o que se passava com a obra-prima <em>What’s Going On?</em>, Sylvester Stewart decidiu responder com o seu retrato real de uma sociedade em escombros, de um pós-Civil Rights Movement que, afinal, não escondia um pote de ouro no fim do arco-íris. Peter Doggett, no seu livro sobre «revolucionários, estrelas rock e a ascensão e queda da contra-cultura dos anos 60», apropriadamente intitulado <em>There’s a Riot Going On</em>, assim mesmo sem substituir o “g” por um apóstrofo, para se distinguir do disco que lhe inspirou o título, escrevia que o disco de Sly And The Family Stone «respondia à sombria realidade da vida nas ruas para os afro-americanos oferecendo um atraente e delicioso escape para a solidão, moldado pelas drogas e pelo hedonismo». É sobre este álbum de 1971 que Pedro Tenreiro vai falar no Super Disco do próximo sábado. A sua visão da obra-prima de Sly Stewart, salada psicadélica de funk, rock e política, e a sua própria vida e carreira serão as coordenadas para a conversa que se inicia às 18 e 30 no café do Teatro Maria Matos.</span></p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;</p>
<p>A frase Disco é Cultura, comum em muitas edições discográficas brasileiras, era simples e nela lemos que nem só os discos de música clássica ou jazz mais erudito tinham o direito de ascender à categoria de Cultura com cê maiúsculo. Na verdade, qualquer disco é um artefacto cultural, tem uma história, representa uma época e, através dele, tem-se acesso a múltiplas outras histórias, tantas quantas as pessoas que o adquirem. Com estas sessões propomos a a convidados que escolham discos que considerem importantes e que partilhem em público o que sabem sobre eles e o que sentem ao ouvi-los. Sem limites de género.<br />
Ainda, por excelência, o formato a que associamos a palavra Disco (o CD foi quase sempre CD), o álbum ou single em vinil transporta significados mais tangíveis que qualquer outro suporte para música, seja pelo manuseamento do próprio disco, pelo impacto visual da capa ou, defendem os incondicionais, pela superioridade do som face a formatos digitais. Por tudo isso será o formato privilegiado, mas não exclusivo, nestas sessões.</p>
<p>Queremos realçar o puro valor emocional e o carisma de um disco, traçar-lhe um percurso nas mãos do seu dono, manter viva a tradição de contar histórias e, porque é essencial, mostrar/ouvir a música de que se fala. No espírito das tertúlias literárias mas livres de academismos que possam erguer barreiras, estas sessões acontecerão em formato de programa de rádio gravado ao vivo e com emissão posterior na Rádio Oxigénio (102.6).<br />
&#8220;Super Disco&#8221; era o título de algumas colectâneas de êxitos nos anos 70 e 80, uma espécie de disco com poderes reforçados pelas mais importantes canções nas listas de vendas. Para o que nos interessa, Super Disco é qualquer um que adquira poderes especiais nas mãos de quem o defende.</p>
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		<title>Passatempo Hanne Hukkelberg</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/07/13/passatempo-hanne-hukkelberg/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 21:36:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Hanne Hukkelberg]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
14 de Julho de 2010
Hanne Hukkelberg
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Editou dois álbuns de canções delicadas e frágeis, como se fossem manuais de brincadeiras pop, entre o imaginário do círculo polar e a candura das nursery rhymes. Depois, &#8220;Blood From A Stone&#8221;, um típico álbum de pop rock que só não foi apenas mais um disco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8741" title="mmy_si_900x200_1271853273_2" src="http://www.popstarsplus.com/images/HanneHukkelbergPicture001.jpg" alt="" width="450" /></p>
<p>14 de Julho de 2010<br />
<strong>Hanne Hukkelberg</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Editou dois álbuns de canções delicadas e frágeis, como se fossem manuais de brincadeiras pop, entre o imaginário do círculo polar e a candura das nursery rhymes. Depois, &#8220;Blood From A Stone&#8221;, um típico álbum de pop rock que só não foi apenas mais um disco nas lojas porque também aqui ela assustou a concorrência. Canções fortíssimas, refrões perfeitos, arranjos pouco comuns para mais um lote de composições abençoadas. Esta quarta-feira, é este o álbum em destaque, mas decerto irá rebuscar as suas memórias para as tocar com o músculo inesperado deste trio.<br />
Por exemplo:<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=DFoSWOS1Qxg" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=DFoSWOS1Qxg</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=UdNQxmFqY_E" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=UdNQxmFqY_E</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=EUK9uY6dbD0" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=EUK9uY6dbD0</a></p>
<p><a href="http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=242" target="_blank">http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=242</a></p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de completar a seguinte frase:</p>
<p><strong>A que músico ofereceriam uma viagem para a Noruega? Porquê?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se       esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO HANNE HUKKELBERG">link</a>.      Os  escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às 17     horas   de amanhã, dia 14, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Passatempo David Maranha, Manuel Mota &amp; Richard Youngs</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/06/21/passatempo-david-maranha-manuel-mota-richard-youngs/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/06/21/passatempo-david-maranha-manuel-mota-richard-youngs/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 12:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[David Maranha]]></category>
		<category><![CDATA[Manuel Mota]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Youngs]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>

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		<description><![CDATA[
21 de Junho de 2010
David Maranha, Manuel Mota &#38; Richard Youngs
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
É quase uma bonita história de amor platónica. Se é verdade que David Maranha e Manuel Mota sempre tiveram uma especial admiração pela obra de Richard Youngs, também é verdade que este há muito confessou o gosto pela música dos músicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8741" title="mmy_si_900x200_1271853273_2" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/06/mmy_si_900x200_1271853273_21.jpg" alt="mmy_si_900x200_1271853273_2" width="450" height="100" /></p>
<p>21 de Junho de 2010<br />
<strong>David Maranha, Manuel Mota &amp; Richard Youngs</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>É quase uma bonita história de amor platónica. Se é verdade que David Maranha e Manuel Mota sempre tiveram uma especial admiração pela obra de Richard Youngs, também é verdade que este há muito confessou o gosto pela música dos músicos portugueses. O desafio de formarem um trio foi, por isso, um trabalho fácil. Youngs tornou-se o poeta e cantor deste projecto, que acabou por ser perfilhado pelo Festival Silêncio!, e que hoje concretiza no palco do Maria Matos o que se passou durante 6 meses pelo correio. Mais informação: <a href="http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=239">http://teatromariamatos.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=239</a></p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia do Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de completar a seguinte frase:</p>
<p><strong>Que disco ofereceriam a Richard Youngs? Porquê?<br />
</strong></p>
<p>Respondam juntando o  vosso nome, número de contacto (os que se       esquecerem não serão considerados), e  usem este <a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO DAVID MARANHA, MANUEL MOTA &amp; RICHARD YOUNGS">link</a>.      Os  escolhidos ganharão convites para o concerto. Têm até às 17     horas   de hoje, dia 21, para poderem tentar a vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
]]></content:encoded>
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