Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

HAT Tokyo – Frankfurt – New York CD

€ 16,50 CD (RI 037) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

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Funk Coaster, Sleep Run, 2 Gigabyte Of Joujou, Kubrick, Quick Esc.

Na capa lê-se Haruomi Hosono, Tetsu Inoue and Atom Heart. Naquele ano brilhante de 1996 (o catálogo da Rather Interesting foi revolucionário, nesse ano), a junção destes três nomes resultou num álbum de jazz disfarçado. A síntese conseguida entre um mundo exageradamente artificial e harmonias que parecem resultar de uma jam entre músicos ao vivo tem poucos paralelos. O ritmo serve de âncora à incrível rede de arranjos texturais. Diversas camadas de ambiente entram e saem da equação como parte de um fluxo que nos soa sempre natural. Regressando à capa, “Tokyo – Frankfurt – New York” (as bases de cada um dos músicos) parece espelhar “Penthouse And Pavement” dos Heaven 17, onde se lia Sheffield – Edimburgh – London. Se nada de óbvio liga os dois álbuns, talvez possamos inventar uma relação muito saudável com funk. Na verdade, “Funk Coaster” inclui a frase, repetida por uma voz artificial, “I am the funk master”. De novo, imperdível.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Segunda-feira, 5 Fevereiro, 2018

DATACIDE Ondas CD

€ 16,50 CD (RI 040) Rather Interesting

Exemplares originais SELADOS da edição alemã de 1996 / Original 1996 German release. SEALED. Sound clips and sleeve not from actual copy.

OUVIR / LISTEN
Holy Microwave
Good Vibe
Onsurf (Hello Mr. Wilson!)
Eternal Frequency


Em 96, Uwe Schmidt e Tetsu Inoue já traziam no currículo três Datacide (“I”, “II” e “Flowerhead”), mas “Ondas” representa uma outra avenida, em consonância com a presença forte, na época, da exotica, lounge e easy listening na pop e na música de dança. Burt Bacharach, Les Baxter, Martin Denny e, até, a exotica pop de Brian Wilson (há aqui uma faixa chamada “Onsurf (Hello Mr. Wilson!)”. “Ondas” reinventa de facto a postura em relação ao revivalismo “easy”, não só através de uma certa distância digital que dá à música uma qualidade de miragem mas também reforça a nostalgia, que deixa de ser palpável como outros eram na época (crooners a imitar crooners ou secções de cordas a imitar clássicos) para se assumir mais abstracta e, com isso, universal. Além disso, as faixas, relativamente longas, são quebradas por diversos ambientes no mesmo espaço, mudando abruptamente de tom (“Holy Microwave” é um excelente exemplo). Álbum magnífico para escutar com rigorosa atenção, para aceder devidamente a um “mundo de prazer”.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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