THE PAINS OF BEING PURE AT HEART
Belong
CD Fortuna Pop - 12.95 eur
“Take me down to Paradise City, where the grass is green and the girls are pretty”. Os primeiros acordes de guitarra quase que nos fazem crer que os Pains Of Being Pure At Heart queriam fazer uma versão de “Paradise City” de Guns N’ Roses, mas não. O que depois vem a revelar é que este é o disco da perda de inocência. Longe – bem, não tão longe quanto isso – desses anos do álbum homónimo, onde fizeram renascer o My Bloody Valentine teenager que havia em cada um de nós. Agora, retiraram do seu som esse filtro, e viraram-se para a afirmação de um shoegaze mais sério, um som maduro que é mais contemporâneo com o som shoegaze actual do que propriamente o revivalismo do primeiro álbum. Na sua essência, “Belong” mostra uma banda mais rock, a querer definir-se longe de parâmetros da comparação e a procurar um caminho próprio. “Belong” afirma que foi uma boa escolha.
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THE PAINS OF BEING PURE AT HEART
Higher Than The Stars
MCD Slumberland -9,95 eur8,50 eur
MLP Slumberland – 9,95 eur8,50 eur
Nome incontornável da pop de 2009, os Pains Of Being Pure At Heart pegaram no shoegaze e encontraram o ponto entre os My Bloody Valentine e os Slowdive. Guitarras sonhadoras, coração meloso e uma eficácia pop como pouco se viu durante 2009 – assim de memória, talvez só com os Girls e Xx. O álbum homónimo foi uma valente surpresa, este EP, prendinha para o último trimestre do ano, segue a mesma linha. “Higher Than The Stars” traz quatro canções novas e uma remistura e é imprescindível para quem percebeu que, apesar de não inventarem nada, os Pains Of Being Pure At Heart levaram-nos sem esforço ao encantador período 1991-93.
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THE PAINS OF BEING PURE AT HEART
The Pains Of Being Pure At Heart
CD Fortuna Pop! – 17.50 eur
O nome não vem com pincel de ironia e é mesmo a coisa mais foleira que se vai apanhar em 2009. Fora isso, temos aqui um dos discos mais orelhudos deste trimestre, tão fiel a esse princípio que até nos vem uma lágrima a pensar nos saudosos momentos onde o shoegaze se fundia na perfeição com a britpop (Ride, Blur dos dois primeiros discos). The Pains Of Being Pure At Heart é tão simples, pop tão cheesy, delicioso, que nos deixa exasperados por toda a pop/rock não ser assim. Parece tão fácil, é tão fácil, mas poucos entendem isso. E é assim, depois do burburinho na net, conhecem agora a edição física e têm recebido amor em todo o lado por onde passam. É mesmo tão bom replicar a história de há 20 anos atrás com tanto cuidado, bom gosto e genica. Até dá vontade de esquecer os originais, porque agora soa muito melhor que isso tudo.
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