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	<title>blog.FLUR.pt &#187; Touch</title>
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		<title>Eleh &#8220;Location Momentum&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 16:03:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Eleh]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
ELEH
Location Momentum
CD Touch &#8211; 14.50 eur 12.50 eur
O puzzle misterioso começou a ser feito, peça a peça, com a edição de inúmeros LPs (todos muito mais que limitados; procurem-nos por algumas boas dezenas de euros nos mercados de segunda-mão) na Important. Os sortudos e as críticas contam que eram pedaços incríveis de drones e correntes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-8296" title="eleh" src="http://touchmusic.org.uk/images/585x/TO80.jpg" alt="eleh" height="200" /></p>
<p><strong>ELEH<br />
</strong>Location Momentum<br />
CD Touch &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">14.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>O puzzle misterioso começou a ser feito, peça a peça, com a edição de inúmeros LPs (todos muito mais que limitados; procurem-nos por algumas boas dezenas de euros nos mercados de segunda-mão) na Important. Os sortudos e as críticas contam que eram pedaços incríveis de drones e correntes estáticas de sons analógicos e outras meditações acústicas. No ano passado, salto mais que esperado para a Touch, onde um LP mostrou ao mundo o quanto Eleh deu à Important. &#8220;Location Momentum&#8221; é, finalmente, o álbum CD na Touch, o som Eleh em scope digital, e funciona como a porta de entrada para o seu maravilhoso mundo. E esse mundo continua a ser feito de drones e ondas sinuosas, colisões de mares electrificados e atmosferas electroestáticas intensas, como se a electricidade tivesse sido domada com precisão há poucos instantes. Do ambiente cativante de &#8220;Heleneleh&#8221;, ao total deslumbramento sinusoidal de &#8220;Circle One&#8221;, passado pelo ambientalismo clássico de &#8220;Observation Wheel&#8221; e a suspensão total de &#8220;Rotational&#8221;, tudo aqui convida à hipnose e à entrada num estado cognitivo único. Parece abrir tantas portas com tão pouco, mas a música tem esse poder, não é? E, no final, de novo a velha e inútil pergunta: quem é o alquimista que se esconde sob o nome de Eleh?</p>
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		<title>Passatempo Hildur Gudnadóttir</title>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 16:07:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Passatempo]]></category>
		<category><![CDATA[Hildur Gudnadóttir]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Maria Matos]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
4 de Maio de 2010
Hildur Gudnadóttir
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00
Quase um ano depois de termos dito isto na nossa Lust: &#8220;Arranjos clássicos, ambientes tensos, paleta de cores extra dadas pela sitar, electrónica quase invisível e ajudas importantes pelo seu cúmplice Jóhann Jóhannsson, pelo baixista omnipresente Skúli Sverrisson e pelos sopros de Guoni Franzson, fazem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-7871" title="4dc41f7cf38a288" src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2010/05/4dc41f7cf38a288.jpg" alt="4dc41f7cf38a288" width="302" height="200" /></p>
<p>4 de Maio de 2010<br />
<strong>Hildur Gudnadóttir</strong><br />
Teatro Maria Matos (Lisboa), 22H00</p>
<p>Quase um ano depois de termos dito isto na nossa Lust: &#8220;Arranjos clássicos, ambientes tensos, paleta de cores extra dadas pela sitar, electrónica quase invisível e ajudas importantes pelo seu cúmplice Jóhann Jóhannsson, pelo baixista omnipresente Skúli Sverrisson e pelos sopros de Guoni Franzson, fazem de &#8220;Without Sinking&#8221; um disco completo e um dos melhores avançados para conquistar público numa geografia sonora pouco habitada.&#8221;, Hildur Gudnadóttir vem tocar a Lisboa o seu celebrado álbum de 2009. Um álbum que começa <a href="http://www.youtube.com/watch?v=_zQ69YET3GA">assim</a>, e que depois tem <a href="http://www.youtube.com/watch?v=AlFWy1CMsQs">isto</a>, não deve nunca passar ao lado, certo? Amanhã subirá ao Maria Matos para nos mostrar como faz a sua música.</p>
<p>Temos convites individuais para oferecer, cortesia da Teatro Maria Matos. Para ganhar só têm de responder à seguinte pergunta:</p>
<p><strong>Amanhã, o que é que não vai afundar?</strong></p>
<p>Respondam juntando o vosso nome, número de contacto (os que se   esquecerem não serão considerados), e usem este<a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO%20ONEOHTRIX%20POINT%20NEVER"> </a><a href="mailto:passatempo@flur.pt?subject=PASSATEMPO HILDUR GUDNADÓTTIR">link</a>. Os escolhidos pela  promotora ganharão convites para o  concerto. Têm até às 17 horas de amanhã, dia 4, para poderem tentar a  vossa sorte.</p>
<p><strong>Boa sorte!</strong></p>
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		<title>BJ Nilsen &#8220;The Invisible City&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2010/02/12/bj-nilsen-the-invisible-city-em-stock-preco-especial/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2010/02/12/bj-nilsen-the-invisible-city-em-stock-preco-especial/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 13:40:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[BJ Nilsen]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
BJ NILSEN
The Invisible City
CD Touch &#8211; 14.50 eur 12.50 eur
BJ NIlsen dificilmente conseguirá acompanhar a pedalada de Chris Watson. Mas é altamente reconfortante ver a electrónica deste calibre sempre a olhar para fora da caixa. Neste caso, para fora do computador. Nilsen assume sons captados na Suécia, Islândia, Noruega, Inglaterra, Japão, Alemanha e Portugal &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.touchshop.org/contents/image.php?sizex=245&amp;sizey=244&amp;image[0]=images/products/TO77.jpg&amp;image[6]=images/&amp;prlocx[6]=0&amp;prlocy[6]=0&amp;prscale[6]=100&amp;" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>BJ NILSEN</strong><br />
The Invisible City<br />
CD Touch &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">14.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>BJ NIlsen dificilmente conseguirá acompanhar a pedalada de Chris Watson. Mas é altamente reconfortante ver a electrónica deste calibre sempre a olhar para fora da caixa. Neste caso, para fora do computador. Nilsen assume sons captados na Suécia, Islândia, Noruega, Inglaterra, Japão, Alemanha e Portugal &#8211; bem como uma colecção grande de instrumentos &#8211; para os estender no tempo e espaço como uma visceral sessão abstracta de field recording. Mas a sua música &#8211; e a sua abordagem &#8211; é muito mais que isso. É sobretudo computer music tal como Fennesz o entende e Hecker  executa, mas ao contrário destes o espaço, as dimensões, o eco e a reverberação acústica jogam a favor da intensificação das emoções. Nos momentos em que estas duas vertentes colidem, uma espécie de apogeu aparece em &#8220;Invisible City&#8221; &#8211; tome-se como exemplo &#8220;Scientia&#8221;, o terceiro tema: começa como um borbulhar digital, evolui no silêncio para um ruído irregular animalesco e de repente preenche-nos o espaço com ambient music celestial e aos poucos todos os passos anteriores começam a encaixar. Há muito que BJ NIlsen merecia estar num plano superior; ei-lo, por sua iniciativa, a subir na escala de valores.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ainda disponíveis:</span></strong><br />
<strong>BJ NILSEN</strong> The Short Night CD Touch &#8211; <span style="text-decoration: line-through;">14.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span><br />
<strong>CHRIS WATSON &amp; BJ NILSEN</strong> Storm CD Touch &#8211; <span style="text-decoration: line-through;">14.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></p>
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		<title>Hino nacional de Elgaland-Vargaland &#8211; edições limitadas em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/09/11/hino-nacional-de-elgaland-vargaland-edicoes-limitadas-em-stock/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 15:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ash International]]></category>
		<category><![CDATA[Elgaland-Vargaland]]></category>
		<category><![CDATA[Kabukabu]]></category>
		<category><![CDATA[Klezmer Chidesch]]></category>
		<category><![CDATA[Mariachi Azteca Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
MARIACHI AZTECA PRINCIPAL
Performs The Elgaland-Vargaland National Anthem Nos: 2 &#8211; Edição numerada, limitada a 500 exemplares
7&#8243; Ash International &#8211; 5.95 eur
KABUKABU &#38; KLEZMER CHIDESCH
Perform The Elgaland-Vargaland National Anthem Nos: 3 &#38; 4 &#8211; Edição numerada, limitada a 500 exemplares
7&#8243; Ash International &#8211; 5.95 eur
Como se cria um novo Estado sem perturbar países vizinhos, sem entrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://touchshop.org/contents/image.php?sizex=245&amp;sizey=245&amp;image%5B0%5D=images/products/ASH7.2.jpg&amp;" alt="" height="200" /><img class="alignnone" src="http://touchshop.org/contents/image.php?sizex=245&amp;sizey=245&amp;image%5B0%5D=images/products/ASH7.4.jpg&amp;" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>MARIACHI AZTECA PRINCIPAL</strong><br />
Performs The Elgaland-Vargaland National Anthem Nos: 2 &#8211; Edição numerada, limitada a 500 exemplares<br />
7&#8243; Ash International &#8211; 5.95 eur</p>
<p><strong>KABUKABU &amp; KLEZMER CHIDESCH</strong><br />
Perform The Elgaland-Vargaland National Anthem Nos: 3 &amp; 4 &#8211; Edição numerada, limitada a 500 exemplares<br />
7&#8243; Ash International &#8211; 5.95 eur</p>
<p>Como se cria um novo Estado sem perturbar países vizinhos, sem entrar em guerras regionais ou provocar resoluções inconsequentes da ONU? Como se cria uma nova nacionalidade que todos queremos ter, um território em que a liberdade impera e todos os nossos movimentos sejam possíveis? Como se pode pegar numa brincadeira, torná-la séria e depois, por fim, divertirmo-nos com tudo? Carl Michael von Hausswolff e Leif Elggren encontraram resposta para estas perguntas quando criaram o seu reino &#8211; juntos para conquistar? &#8211; de Elgaland-Vargaland (KREV), em 1992. Desde então, dezenas de ministérios, embaixadas e consulados espalham a mensagem por todo o mundo, e todos os anos o seu território é maior. Todos os terrenos e espaços não reclamados passaram para o domínio da soberania KREV: territórios terrestres (espaço entre fronteiras, zonas desmilitarizadas, águas internacionais, etc&#8230;), mundos virtuais e espaço digital, e toda a variedade de estados mentais. Há bandeira oficial, há selos de correio próprios, já houve passaportes emitidos e há um hino que serve regularmente para ilustrar os encontros diplomáticos. Dois desses encontros têm o retrato em singles. Primeiro, a versão mariachi, gravada em Agosto de 2002 durante a inauguração da embaixada na Cidade Do México. O outro single documenta a abertura da embaixada alemã em Berlim, em 2006, com a gravação do hino pelo grupo de afrobeat Kabukabu (lado A) e pelo ensemble Klezmer Chidesch (o outro lado). Edições numeradas, limitadas a 500 e Mike Harding, o embaixador britânico de Elgaland-Vargaland e presidente da Touch já avisou que estão a esgotar.</p>
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		<item>
		<title>Mika Vainio &#8220;Aíneen Musta Puhelin/Black Telephone Of Matter&#8221; em stock &#8211; Preço Especial!</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/09/11/mika-vainio-aineen-musta-puhelinblack-telephone-of-matter-em-stock-preco-especial/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 13:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mika Vainio]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
MIKA VAINIO
Aíneen Musta Puhelin / Black Telephone Of Matter
CD Touch &#8211; 14.50 eur 12.50 eur
As composições de Mika Vainio parecem brotar espontaneamente de um núcleo efervescente composto por matéria perigosa. O som ameaçador da electricidade audível nos cabos de alta tensão, a gestação fantasma de códigos desconhecidos no interior das máquinas que utiliza, as ligações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.touchshop.org/contents/image.php?sizex=245&amp;sizey=219&amp;image[0]=images/products/TO72new.jpg&amp;" alt="" height="200" /></p>
<p><strong>MIKA VAINIO</strong><br />
Aíneen Musta Puhelin / Black Telephone Of Matter<br />
CD Touch &#8211; <strong><span style="text-decoration: line-through;">14.50 eur</span> <span style="color: #ff0000;">12.50 eur</span></strong></p>
<p>As composições de Mika Vainio parecem brotar espontaneamente de um núcleo efervescente composto por matéria perigosa. O som ameaçador da electricidade audível nos cabos de alta tensão, a gestação fantasma de códigos desconhecidos no interior das máquinas que utiliza, as ligações quebradas entre vários segmentos na mesma faixa, Vainio utiliza uma linguagem sonora próxima da música concreta mas as suas fontes não são exteriores. O poder deste som está na sensação de permanente construção e destruição de valores musicais, algo está aqui a ser feito de raiz e é entusiasmante acompanhar o processo, quando se consegue ver beleza nos tons quase sempre soturnos da música de Mika Vainio. Gravado em Berlim durante 2008; tema 3 dedicado a John Duncan.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Biosphere &#8220;Wireless&#8221; em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/05/15/biosphere-wireless-em-stock/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 14:23:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Biosphere]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
BIOSPHERE
Wireless &#8211; Live at The Arnolfini, Bristol
CD Touch &#8211; 12,50 eur PREÇO PROMOCIONAL POR TEMPO LIMITADO &#62; 9,95 euros
Há a oportunidade do preço (especial de lançamento, por tempo limitado), mas há sobretudo a oportunidade de voltarmos a ouvir Biosphere em estado de graça. Já não havia nada a provar &#8211; é dele um bom pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Biosphere - Wireless" src="http://touchshop.org/contents/image.php?sizex=245&amp;sizey=221&amp;image[0]=images/products/Tone38_245.jpg&amp;" alt="" width="200" height="200" /></p>
<p><strong>BIOSPHERE</strong><br />
Wireless &#8211; Live at The Arnolfini, Bristol<br />
CD Touch &#8211; <span style="text-decoration: line-through;">12,50 eur</span><strong><span style="color: #ff0000;"> PREÇO PROMOCIONAL POR TEMPO LIMITADO &gt; 9,95 euros</span></strong></p>
<p>Há a oportunidade do preço (especial de lançamento, por tempo limitado), mas há sobretudo a oportunidade de voltarmos a ouvir Biosphere em estado de graça. Já não havia nada a provar &#8211; é dele um bom pedaço da mais cativante música ambiental dos últimos 10 anos -, e por isso, a gravação de um concerto em 2007 em Bristol serviu de desculpa para repensar e remontar algumas das suas memórias recentes, tornando &#8220;Wireless&#8221; numa espécie de &#8216;best of&#8217; dissimulado. Não se iludam: não é possível construir esta música ao vivo. O que é importante notar é o empenho nesta segunda aproximação ao seu trabalho e ao labor de uma nova reconstrução do seu espólio. E quem melhor para o fazer senão o próprio Geir Jenssen? Podemos então viajar literalmente pelos seus ábuns e apreciar o seu chill out de alta definição propondo-nos sugestões de hipnose digital, techno envergonhado, hipóteses de bandas sonoras imaginárias, jazz paralelo, uma subida ao Tibete e um mergulho nas profundidades. Telúrico mas de olhos nas estrelas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hildur Gudnadóttir &#8220;Without Sinking&#8221; em stock</title>
		<link>http://blog.flur.pt/2009/04/24/hildur-gudnadottir-without-sinking-em-stock/</link>
		<comments>http://blog.flur.pt/2009/04/24/hildur-gudnadottir-without-sinking-em-stock/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 14:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Hildur Gudnadóttir]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
HILDUR GUDNADÓTTIR
Without Sinking
CD Touch &#8211; 14.50 eur
Um grande disco&#8230; e uma grande surpresa, a vários niveis. Não só &#8220;Without Sinking&#8221; parece criar uma saudável dissonância com o que ouvimos habitualmente na Touch, como esta jovem islandesa assume-se na segunda obra a solo como uma compositora que promete entregar valiosos discos em nome próprio. Hildur Gudnadóttir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/04/to70.jpg" alt="to70" title="to70" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-2729" /></p>
<p><strong>HILDUR GUDNADÓTTIR</strong><br />
Without Sinking<br />
CD Touch &#8211; 14.50 eur</p>
<p>Um grande disco&#8230; e uma grande surpresa, a vários niveis. Não só &#8220;Without Sinking&#8221; parece criar uma saudável dissonância com o que ouvimos habitualmente na Touch, como esta jovem islandesa assume-se na segunda obra a solo como uma compositora que promete entregar valiosos discos em nome próprio. Hildur Gudnadóttir já tinha estado em companhias desafiadoras &#8211; Pan Sonic e Throbbing Gristle, à cabeça -, e aqui mostra ter ideias para criar enebriantes paisagens e um discurso que invariavelmente nos sugere ambientes narrativos. De facto, a islandesa parece ter recursos infinitos para o seu instrumento, sem sucumbir em nenhum tipo de virtuosismo. Arranjos clássicos, ambientes tensos, paleta de cores extra dadas pela sitar, electrónica quase invisível e ajudas importantes pelo seu cúmplice Jóhann Jóhannsson, pelo baixista omnipresente Skúli Sverrisson e pelos sopros de Guoni Franzson, fazem de &#8220;Without Sinking&#8221; um disco completo e um dos melhores avançados para conquistar público numa geografia sonora pouco habitada.</p>
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		<title>Nana April Jun &#8220;The Ontology Of Noise&#8221; em stock</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 14:02:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Destaques Lust]]></category>
		<category><![CDATA[Nana April Jun]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[
NANA APRIL JUN
The Ontology Of Noise
CD Touch &#8211; 12.50 eur
&#8220;The Ontology Of Noise&#8221; recupera parte da boa onda experimental dos anos 80-90, deixando de lado alguns sons de computador que inundaram o noise a partir de meados dos anos 90. Está, por isso, mais perto da filosofia ambiental (no seu duplo sentido) de Francisco López [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2009/04/tone37.jpg" alt="tone37" title="tone37" width="200" height="200" class="alignnone size-full wp-image-2726" /></p>
<p><strong>NANA APRIL JUN</strong><br />
The Ontology Of Noise<br />
CD Touch &#8211; 12.50 eur</p>
<p>&#8220;The Ontology Of Noise&#8221; recupera parte da boa onda experimental dos anos 80-90, deixando de lado alguns sons de computador que inundaram o noise a partir de meados dos anos 90. Está, por isso, mais perto da filosofia ambiental (no seu duplo sentido) de Francisco López ou Karkowski do que, por exemplo, de Hecker ou Russell Haswell. Os sons aparecem como uma torrente noise, ora incontrolável, ora circunscrita a uma transparente noção de contenção volumétrica. Nana April Jun &#8211; ou Christopher Lamgren, artista sueco nascido em 1974 &#8211; revela justamente que tudo se passou em tempo real, sem qualquer cosmética ou retoques de produção. O título do álbum poderá demonstrar um excesso de ambição por parte do músico, mas &#8220;The Ontology Of Noise&#8221; vai longe na procura desse estado puro do ruído, recolhendo e mostrando-o como se existisse liberto e imperceptível na Natureza. É um exercício retro, como qualquer outro, mas tem a faculdade de ser honesto e franco, e ter aqui e ali picos de emoção para quem guarda um espaço na prateleira para os drones.</p>
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		<title>Farmers Manual &#8220;Explorers_We&#8221; + campanha Touch</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 11:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Farmers Manual]]></category>
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		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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FARMERS MANUAL
Explorers_We
CD Or/Touch € 14,50 12,50
Podemos pensar em Farmers Manual como uma célula terrorista que chegou para destruir a música. Foi efectivamente a sensação que se teve em 1998, quando este disco saíu. Parecia que toda a música desde sempre tinha sido exaustivamente comprimida para chegar a um ponto de abstracção tal que seria impossível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2008/12/farmers-manual-explorers-we.jpg" alt="farmers-manual-explorers-we" title="farmers-manual-explorers-we" width="150" height="150" class="alignnone size-full wp-image-688" /></p>
<p><strong>FARMERS MANUAL</strong><br />
Explorers_We<br />
CD Or/Touch € <span style="text-decoration: line-through;">14,50</span></strong><strong><span style="color: #ff0000;"> 12,50</span></strong></p>
<p>Podemos pensar em Farmers Manual como uma célula terrorista que chegou para destruir a música. Foi efectivamente a sensação que se teve em 1998, quando este disco saíu. Parecia que toda a música desde sempre tinha sido exaustivamente comprimida para chegar a um ponto de abstracção tal que seria impossível continuar a existir para além disso. &#8220;Explorers_We&#8221; é o título justo para este som que parte para o desconhecido sem saber se há retorno. Muita música desconstruída (ou destruída) existiu antes de Farmers Manual, mas até pela contextualização da época (a aproximação do ano 2000 significou, entre outras coisas, a chegada ao poder do laptop enquanto instrumento e a consequente miniaturização do som para dentro da máquina), este álbum representou para nós o definitivo salto para o vazio. A partir daí, a música electrónica pura, a música feita dentro da máquina em busca do seu próprio limite, que só podia ser a atomização progressiva das parículas de som, deixou de ter a mesma expressão, tudo passou a parecer cópia, derivação e mero contorno de um território já pisado. Neste sentido, o futuro da música acabou antes do ano 2000.<br />
Dividido em 60 faixas de um minuto, coladas para formar uma história com 60 minutos, &#8220;Explorers_We&#8221; foi o último disco de Farmers Manual, onde o erro e autogestão da máquina foram magnificamente explorados. Comprensível que seja o último. Que mais havia a dizer depois disto?</p>
<p><em>Disponível a preço reduzido juntamente com outros títulos da Touch. Últimos dias desta campanha, vejam a lista </em><a href="http://www.flur.pt/FLUR/touch.html"><em>aqui</em></a><em>.</em></p>
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		<title>Campanha Touch</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2008 02:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>flur</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoção]]></category>
		<category><![CDATA[Fennesz]]></category>
		<category><![CDATA[Touch]]></category>

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Aproveitámos a edição de &#8220;Black Sea&#8221; (Fennesz) para colocar outros discos da Touch a preço reduzido até ao final de 2008. Vejam lista aqui, estão lá alguns títulos fundamentais da electrónica de fim de século/princípio de século.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2008/12/touch-logo2.jpeg"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/uploads/2008/12/touch-logo2.jpeg" alt="" title="touch-logo2" class="alignnone size-medium wp-image-36" /></a></p>
<p>Aproveitámos a edição de &#8220;Black Sea&#8221; (Fennesz) para colocar outros discos da Touch a preço reduzido até ao final de 2008. Vejam lista<a href="http://www.flur.pt/FLUR/touch.html"> aqui</a>, estão lá alguns títulos fundamentais da electrónica de fim de século/princípio de século.</p>
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