Quinta-feira, 29 Março, 2018

TROPA MACACA Mais Pa Frente CASSETE

€ 8,50 CASSETE The Trilogy Tapes

A Tropa em modo mixtape, com uma espécie de flow de DJ aplicado às paisagens que vão desenhando. André e Joana em guitarra e coisas electrónicas, e por vezes, aos nossos ouvidos, parecem existir duas pistas paralelas com narrativas diferentes entre si. No entanto, o percurso de 50 minutos tem uma direcção só – em frente, sempre diferente. Mais do que esboços, são partes de um caminho próprio que se encontram aqui como pedaços de filme que depois formam imagens em movimento. Descrições (nossas) talvez demasiado académicas para um som tão natural.


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Quarta-feira, 28 Fevereiro, 2018

TROPA MACACA Caçador Do Futuro LP

€ 16,50 LP Dunno

OUVIR / LISTEN:
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Já longa e considerada, a carreira de Tropa Macaca. Mantemo-nos perto e sintonizados nas construções não académicas deste duo emprestado há uns anos a Lisboa. Para além do texto do press release que podem ler por aí, acrescentamos a abstracção do amor sentido por esta música pouco simétrica. Algumas descargas de graves não fazem de linha de baixo, as batidas dispersas também não fazem marcação de pista de dança, mas o todo aparentemente desconexo liga-se perfeitinho na evolução do groove. O tom metálico e a sensação de mãos no trabalho dão aquela experiência viva de que a música acontece enquanto a escutamos. Melhor dito, ela nasce no momento em que a ouvimos, como a árvore que cai na floresta e só emite som se estivermos lá para ver. Mais um grau de aproximação com a Tropa.

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Quinta-feira, 21 Julho, 2016

TROPA MACACA Vida LP

€ 19,95 € 13,50 (-32%) LP The Trilogy Tapes

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TTT042-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT042-2.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT042-3.mp3,http://www.flur.pt/mp3/TTT042-4.mp3]

O som de Tropa Macaca que temos vindo a acompanhar já quase há uma década é irrequieto, sem rumo definido e parece-nos que essa é uma condição benéfica auto-imposta por André Abel e Joana Da Conceição. Para a Trilogy Tapes, uma editora habitualmente mais centrada em interpretações muito soltas de techno mas, parece-nos também, com carta branca passada a todos quantos nela editam, Tropa Macaca não terão procurado uma aproximação, se bem que pode sempre ser argumentado que o groove extra nestas quatro faixas e a repetição que afinal não é repetitiva são indícios de música para dançar. Felizmente, o vigor nesta aventura não se esgota em pensamentos desse tipo e é-nos mostrado através de um acesso às maquinações conjuntas da dupla, quase aparentes enquanto escutamos a música. Há um saudável desajustamento no encaixe de várias peças, como se os sons fossem de certa forma forçados a conviver, só que o resultado final não se traduz em caos. “Vida” é até uma proposta bastante pacífica, fluída e, diríamos, positiva.

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Quinta-feira, 8 Maio, 2014

TROPA MACACA Praga De Urubu Só Pega Em Cavalo Magro LP

€ 11,95 LP Wasserbin

Colocado em formato físico no início deste ano, aquando da digressão europeia que os Tropa Macaca realizaram recentemente, “Praga De Urubu Só Pega Em Cavalo Magro” é o registo ao vivo do concerto que deram há cerca de um ano no Lux, masterizado pelo grande Tó Pinheiro da Silva e com um som absolutamente magnético, híbrido e vivo, prova supra-metafísica de que os Tropa Macaca são uma banda com um som diferente ao vivo, embora os propósitos e a linguagem que mantêm nos dois registos (estúdio / concerto) sejam próximos e impossíveis de se distanciar. Mas é claro que o seu som abre mais ao vivo. De certa forma não é tão calculado, ou extremamente calculado, e numa ordem expansionista, onde André Abel saca sons da guitarra que não julgaríamos possíveis e Joana da Conceição faz beats que criam paralelos com o universo de Jamal Moss / Hieroglyphic Being. 21 minutos supremos, com um som imperial, de uma das melhores bandas da última década.



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Quinta-feira, 21 Março, 2013

TROPA MACACA Praga De Urubu Só Pega Em Cavalo Magro CASSETE

€ 8,50 CASSETE Edição de Autor

Colocado em formato físico no início deste ano, aquando da digressão europeia que os Tropa Macaca realizaram recentemente, “Praga De Urubu Só Pega Em Cavalo Magro” é o registo ao vivo do concerto que deram há cerca de um ano no Lux, masterizado pelo grande Tó Pinheiro da Silva e com um som absolutamente magnético, híbrido e vivo, prova supra-metafísica de que os Tropa Macaca são uma banda com um som diferente ao vivo, embora os propósitos e a linguagem que mantenham nos dois registos (estúdio / concerto) seja próxima e impossível de se distanciar. Mas é claro que o seu som abre mais ao vivo. De certa forma não é tão calculado, ou extremamente calculado, e numa ordem expansionista, onde André Abel saca sons da guitarra que não julgaríamos possíveis e Joana da Conceição faz beats que criam paralelos com o universo de Jamal Moss / Hieroglyphic Being. 21 minutos supremos, com um som imperial, de uma das melhores bandas da última década.


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Quinta-feira, 20 Setembro, 2012

TROPA MACACA Ectoplasma 12″

€ 13,95 12″ Software

Um longo hiato entre “Sensação de Princípio” e este “Ectoplasma”. À volta de três anos, que deu para sentir muita falta dos Tropa Macaca, compostos por Joana da Conceição e André Abel (também dos Aquaparque). O tempo é um factor de maturação e apesar deste “Ectoplasma” dar a entender que foi o lançamento mais pensado e trabalhado dos Tropa, é aquele onde o seu som se faz sentir com maior emergência e uma força inexplicável naquele lugar que eles criaram entre o ambient, noise e o house. Dois temas a encherem os lados de um vinil, ambos com uma duração de 14:58. Precisão. “Balada Dos Que Já Nascem Mortos” é o pulsar da tal urgência. Mas a urgência dos Tropa faz-se também com precisão, tudo é medido e calculado, as canções tornam-se absolutas e autênticas narrativas sempre com caminhos novos por desvendar. E, apesar do hiato, os Tropa Macaca mantiveram aquilo que os caracterizou nos álbuns: a tal diversidade de linguagens/géneros não é um boião de cultura, mas a própria linguagem do duo, o seu caminho. Construíram uma língua única que os coloca à margem de tudo o que é feito actualmente. Continuam a ser não um dos mais originais projectos portugueses, mas um dos mais inovadores e originais a nível mundial. “Ectoplasma” prova como no espaço da mudança de um lado para o outro do disco se criam tantas diferenças de expressão mas a voz continua a ser a mesma. Tropa reconhece-se à distância. “Ectoplasma” é aquele bom regresso. Essencial.

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Sexta-feira, 27 Novembro, 2009

TROPA MACACA Sensação Do Princípio LP

tropamacaca

€ 16,50 € 13,95 LP Siltbreeze  ENCOMENDAR

Terceiro álbum de Tropa Macaca. O primeiro em vinil preto , editado na Siltbreeze, selo que os está a premiar com parte da atenção que merecem fora de Portugal. Já aqui dissemos, e não é demais repetir que os Tropa Macaca possuem aquela qualidade rara do discurso próprio, uma linguagem que encontra raízes nalguns sons de Detroit misturados com as fronteiras que os Black Dice abriram com “Beaches & Canyons”. Mas onde tantas e tantas coisas parecem sair como subprodutos do rastilho aceso no início desta década, os Tropa Macaca saem ilesos a comparações. Se de início poderiam parecer uma variação dos Black Dice (muito partida, contudo), hoje são completamente outra coisa: Tropa Macaca. Torna-se importante assumir e reconhecer essa identidade, tomá-la como algo que ajuda a definir aquilo que Joana da Conceição e André Ferreira fazem. “Sensação Do Princípio” é, ironicamente, o álbum mais difícil dos Tropa Macaca. Os dois lados completam-se, mas as imensas quebras no início do lado A, “Canos Serrados”, dificultam a entrada no fio contínuo que o liga ao lado B, “Semba de Fevereiro”. É um disco mais de formas, de massas gordas que se adensam e acumulam, loops que se repetem até se formarem noutra coisa qualquer, seja pela sobreposição ou fragmentação. Nada que não se conheça nos Tropa Macaca, mas aqui o som é mais denso, desconcertante, como uns Blues Control sem exotismo e contemplação. Industrial sem o ser, imprevisível porque “Sensação Do Princípio” não tem uma rota definida e é uma viagem diferente a cada audição. Único.

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Sexta-feira, 18 Setembro, 2009

TROPA MACACA Fazer Chuva / Fazer Sol 7″

tropa_macaca

€ 8,50 7″ Rafflesia

Cada disco e concerto de Tropa Macaca é um portal para outro mundo. Desde que os vimos pela primeira vez ao vivo, há quatro ou cinco anos. No panorama nacional estão ao lado de Loosers ou Gala Drop, aquela estilização inclassificável que ultrapassa as barreiras do rock: transversal, vanguarda, o que quiserem. Joana e André (dos Aquaparque) desenvolveram uma linguagem única, um vocabulário sem tempo ou espaço e que felizmente acontece aqui e agora. Há toda uma estética pensada, ou não pensada mas que respeita um universo muito próprio, que passa não só pela música e abrange as capas dos discos (da autoria de Joana), os títulos das canções e dos álbuns. Com “Marfim” (Ruby Red) chegaram aos ouvidos da malta da Siltbreeze que na altura (2007) o elegeu como um dos álbuns do ano. Eles vão, aliás, editar em breve “Sensação do Princípio”, LP em edição limitada,que consagrará – esperemos – esta banda que sofre das consequências da geografia. “Fazer Chuva / Fazer Sol”, primeira edição em vinil da Rafflesia de Afonso Simões, que já nos trouxe Caveira, Phoebus e Coclea, é um momento-chave para acordar cabeças adormecidas, num tempo em que os Tropa estão em digressão europeia com Blues Control (outro duo que grava algumas das coisas mais interessantes da segunda metade desta década, autores do provavelmente melhor disco deste ano) com passagem por Lisboa (Museu do Chiado) no próximo dia 25 de Setembro. Música de abstracção, descreve-se pelo momento em que a cabeça abandona o corpo e se liberta de coisas concretas. Lembra Black Dice na fase “Beaches & Canyons” + “Creature Comforts” mas mais minimal, sons house de Omar-s (“Psychotic Photosynthesis”) sem qualquer ligação explícita à música de dança, mas fá-lo desvirtuando essas relações, não procurando ligações ou uma confluência de géneros. É como música do princípio, onde o primitivo é consequência de mentes cheias de informação – ruído – e o reboot não é coisa necessária ou uma resposta, mas algo que nasce naturalmente quando se encontra uma voz, uma boca, uma palavra para falar. Essa palavra foi o primeiro concerto dos Tropa Macaca há alguns anos. Hoje escrevem frases curtas, médias, longas, com a sua própria fluência. Não é preciso partir muita pedra para chegar, basta acontecer, como tudo acontece. E aqui bastou Joana e André conhecerem-se. Oiçam “Fazer Chuva no myspace do grupo.

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Quinta-feira, 28 Junho, 2007

TROPA MACACA Marfim LP

€ 13,50 € 7,95 LP Ruby Red

[audio:http://www.flur.pt/mp3/RR09-1.mp3,http://www.flur.pt/mp3/RR09-2.mp3]

Fundada por Tiago Miranda, dos Loosers, a Ruby Red começa a ter um catálogo de respeito e a tornar-se no caminho obrigatório das edições “sérias” (sem desrespeito aos CD-R’s e às net-labels) para os projectos que criam a música mais fresca feita em Portugal nas últimas décadas. Depois dos próprios Loosers, do incrível «Double Banana» de Fish & Sheep, chega agora «Marfim», dos Tropa Macaca. Provenientes de Santo Tirso, Ju-undo e Símio Superior passaram nos dois últimos anos de uma espécie de partição dos Black Dice para a linha da frente do que de melhor se faz hoje no noise que abraça o techno minimal, dub: Astral Social Club, Ashtray Navigations e, embora distantes, Skaters. Ju-undo é particularmente dotada em recriar ambientes repetitivos próximos dos recentes trabalhos de Neil Campbell, que reúnem e dão sentido às peças soltas abandonadas por Símio Superior. Daqui parte o elemento basilar dos Tropa, assente numa música que parece desconstruída por princípio (lembram-se dos Sightings?) e que só com o tempo começa a ganhar estrutura. Talvez por isso se alonguem nos concertos, caindo no vício da estrutura e no respeito de bases, com uma tamanha inocência que lhes dá um brilho especial. «Marfim» coloca definitivamente os Tropa Macaca nos lugares cimeiros da música transversal feita em Portugal e são um dos nomes mais importantes e criativos em acção neste preciso momento. É um álbum sem excessos, com as medidas todas certas, a duração exacta, e o mais próximo da perfeição que podem chegar num registo discográfico.

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