Sexta-feira, 2 Agosto, 2013

JOHN ZORN Dreamachines CD

€ 15,50 € 12,95 CD Tzadik

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Parece injusto julgar os discos de John Zorn pelos músicos que participam, mas esta pode ser uma bem sucedida jogada de antecipação, já que é deveras complicado tentar seguir tudo o que este nova-iorquino decide compor, gravar e, para mal dos nossos pecados, editar. John Medeski, ultra-decidido em piano, Kenny Wollesen, furioso em vibrafone, Trevor Dunn, imparável em contrabaixo, e Joey Baron, all-over-the-place em bateria, formam o quarteto de serviço para continuar “Nova Express”, uma anterior composição de 2011. Dedicado e inspirado por Gyson e Burroughs, e pelas suas técnicas de corte e montagem celebrizadas no livro “The Third Mind”, Zorn joga em casa: quem conhece um mínimo da sua música sabe que não seria de agora este fascínio – Cobra ou Naked City servirão de exemplos simples. “Dreamachines” tenta seguir esse plano de trabalhos, tornando os temas elásticos, saltitando entre géneros, tempos e dinâmicas, entre o lirismo de recorte Masada e a poderosa carga jazzística; mostrando que tudo o que ouvimos só é possível – não nos cansamos de repetir – graças à exímia destreza dos geniais músicos que formam a constelação zorniana. Destaque ainda para a embalagem deste CD – a Tzadik continua a tentar não olhar a meios para valorizar as edições e vai sendo cada vez mais normal ficarmos também deslumbrados com o que vemos.

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Quinta-feira, 1 Agosto, 2013

AYA NISHINA Flora CD

€ 15,50 € 12,95 CD Tzadik


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Quinta-feira, 23 Maio, 2013

JOHN ZORN The Mysteries CD

€ 12,95 CD Tzadik

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Há sempre este receio de uma ideia se esticar demasiado na Tzadik. Aqui e ali isso acontece – e não acontece em todo o lado? -, mas também é verdade que conseguimos apanhar óptimas séries dentro da editora de Zorn. A “Mystic Series” começou há muito e já tem imensos álbuns na carteira, mas este “The Mysteries” é o directo herdeiro do projecto que nasceu com “The Gnostic Preludes”, no ano passado. Bill Frisell em guitarra, Carol Emanuel em harpa e Kenny Wollesen em vibrafone – pela instrumentação percebem a delicadeza sonora do trio, percorrendo sons agudos, evocando uma música íntima que parece ser tanto mística (lá está!) como inaugurando um novo cânone. Obviamente que as composições aproveitam-se da mestria de Frisell e Emanuel, deixando as cores e ritmos entregues a Wollesen. Uma hora de música melódica, minimal e improvisada sem nunca impor estes géneros, mostrando como um trio pode funcionar numa perfeição telepática. Andamos a tentar mostrar-vos quais os melhores discos com as melhores interpretações do espólio Zorn e este, se ainda não perceberam, é um dos mais conseguidos dos últimos tempos – em muito, graças ao grande Frisell.

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Terça-feira, 21 Maio, 2013

ANTHONY COLEMAN The End Of Summer CD

€ 12,95 CD Tzadik


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Terça-feira, 21 Maio, 2013

RAZ MESINAI Tunnel Vision DVD

€ 22,95 DVD Tzadik


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Terça-feira, 21 Maio, 2013

BILL FRISELL Silent Comedy CD

€ 12,95 CD Tzadik


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Terça-feira, 21 Maio, 2013

JOHN ZORN Lemma CD

€ 12,95 CD Tzadik


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Terça-feira, 21 Maio, 2013

JOHN ZORN Filmworks XXV: City Of Slaughter / Schamatta / Beyond The Infinite CD

€ 12,95 CD Tzadik

<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y9M-EVUBFF4?hl=en"><img src="http://blog.flur.pt/wp-content/plugins/images/play-tub.png" alt="Play" style="border:0px;" /></a>


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Terça-feira, 21 Maio, 2013

PAT METHENY Tap: Book Of Angels Vol. 20 CD

€ 12,95 CD Tzadik

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Pat Metheny na Tzadik a tocar John Zorn… Quem diria, não é? Quem seque o guitarrista de longe, decerto lembrar-se-á daqueles momentos raros em que parece querer agitar o seu currículo, colaborando com inesperados músicos ou fazendo algumas revoluções sonoras – “Song X” ou o álbum com Derek Bailey. Para quem não gosta do modo como ele decora habitualmente a sua música, este parece ser um daqueles momentos em que alguma reabilitação acontece. É mais um volume – o vigésimo! – do Book Of Angels, e Metheny parece dar-se bem com a encomenda, aproveitando para usar as composições de John Zorn para expor as suas visões pessoais dominantes. Há o barroco normal dos arranjos de Metheny, sim, mas também, e sobretudo, a dança klezmer sublinhada a jazz, o poderio jazz eléctrico e a intensa chuva de percussão. E, a fechar o álbum, um curioso diálogo de Metheny em piano. Mas o ponto alto é “Sariel” que nos seus 11 minutos vai transformando o seu ADN klezmer numa delirante convulsão rock hipnótica e contagiante. No seu todo, “Tap” é um álbum diverso, com poucos momentos daquilo que não gostamos em Metheny, deixando a ideia no ar que este desafio não só foi ultrapassado como pode dar mais frutos. Pelo menos virou a cabeça de Metheny ao contrário, ou não fosse o título deste disco “Tap”. Recomendado.

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Quinta-feira, 16 Maio, 2013

MASSACRE Love Me Tender CD

€ 12,95 CD Tzadik

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Foi pouco tempo depois de Fred Frith chegar a Nova Iorque que os Massacre se formaram, em 1979. Pouco tempo depois, “Killing Time” expunha o trio para fora dos palcos, mostrando um dos mais originais e incríveis power trios da história do rock, da improvisação, e etc. E se Nova Iorque eclodia música com esta facilidade, também a engolia com maior à-vontade: os Massacre acabariam pouco tempo depois da sua estreia. Quase vinte anos depois, Charles Hayward substituía Maher para editarem, já na Tzadik, o fabuloso “Funny Valentine” e o pouco inspirado “Meltdown” (gravado no Festival Meltdown de Robert Wyatt em 2001). “Lonely Heart”, em 2007, juntaria excertos de concertos de 2003, e agora “Love Me Tender” recupera gravações ao vivo de 1999, numa fase incrível, em que o baixo de Laswell já tem a sua impressão digital inconfundível, redonda e com dub resplandescente, a guitarra de Frith parece desdobrar-se em múltiplas vidas e a bateria de Hayward vive feliz numa polifonia rica e desmesurada. Em 1999 ainda havia new wave e memórias do punk, mas também havia uma vontade de criar algo novo com estes pressupostos de futuro – não seria estranho que algo de muito híbrido nascesse daqui. Por muito que procurem, não há muitos trios assim.

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Quinta-feira, 7 Março, 2013

JOHN ZORN Templars – In Sacred Blood CD

€ 19,50 € 15,50 CD Tzadik

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O mundo John Zorn é feito de peças grandes e pequenas, todas compatíveis mas diferentes entre si. É um prazer entrar neste universo de cores, sombras, formas e símbolos, e tentar descodificar a linguagem que une estas pontas que parecem soltas para quem não tem na bagagem uma grande dose de discos deste norte-americano imparável. “Templars” é um disco que entra na subcategoria “Moonchild” – é o sexto da série – e teve um invulgar tempo de preparação – Zorn é conhecido por não demorar muito a finalizar os seus projectos. Durante um ano, o trio Moonchild – Mike Patton (voz), Joey Baron (bateria) e Trevor Dunn (baixo) – juntou-se ao novo vértice para intensificar e assombrar a cruzada – John Medeski, em órgão. “Templars” alude, claro, à Ordem Dos Templários, esse projecto erguido e desmontado pela Igreja Católica entre o século XII e XIV. Uma desculpa, mais uma, para passearmos por atmosferas e narrativas com muitas liner notes. Como sempre, Patton é o elemento dissonante, falando, gritando, narrando e cantando como mais ninguém neste mundo, dando as habituais piruetas vocais com que Zorn tão habilmente se aproveita para ginasticar um pouco do seu jazz/rock dilacerante à Naked City – Patton é tanto um anjo negro satânico num ameaçador latim, como um narrador magnético de histórias místicas. Sublime, como há muito não o ouvíamos. Apesar dos disparos frenéticos do quarteto, este é, possivelmente, o mais acessível de todos os “Moonchild”, mas não quer dizer que seja algo próximo de Dreamers ou da fase soft jazz dos “Filmworks”. “Templars” denota um empenhado aprumo nos arranjos e, até, um fraseado rítmico algo inesperado nas partituras de Zorn. Depois, é um delírio sabermos que nada é o que parece ser, e à boa maneira de Naked City, a surpresa é um elemento primordial da composição. Fantástico e viciante.

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Quinta-feira, 14 Fevereiro, 2013

PHANTOM ORCHARD ORCHESTRA Trouble In Paradise CD

€ 12,95 CD Tzadik

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A Tzadik está cheia destas ideias: pequenos projectos que se juntam para editarem um disco mas que ganham uma energia cinética de tal ordem que acabam por perfilhar várias edições. “Phantom Orchard” foi um desses casos quando Ikue Mori e Zeena Parkins decidiram colaborar em duo, em 2004, tendo a edição acontecido na Mego. “Orra”, de 2008, foi a etapa seguinte, já na Tzadik, com os convidados Cyro Baptista, Makigami Koichi, Josh Quillen e Maja Ratkje. E com pesada herança de colaborações – no mundo Tzadik é sempre tudo tão fácil, não é? -, agora chegou a vez de assumirem a constelação inteira. Phantom Orchard Orchestra é, ainda, Ikue Mori e Zeena Parkins no comando das coisas, mas agora com um ensemble de cinco valiosas mulheres: Sara Parkins em violino, Shayna Dunkelman em percussão, Maja Ratkje em voz e electrónica, Maggie Parkins em violoncelo e Hild Tafjord em trompa e electrónica. “Trouble In Paradise” é glorioso: passarinha com verdade pela escrita de câmara (demasiadas cordas nesta orquestra para serem ignoradas), pelo ambientalismo fractal (demasiada electrónica para se desperdiçar), pela improvisação (demasiada criatividade para não se aproveitar) e pela música que nasce da erupção dos encontros disto tudo. Talvez o facto de ter sido uma encomenda para uma rádio tenha feito este resultado tão harmonioso, mas seja qual a razão para “Trouble In Paradise”, este parece ser um daqueles discos que dão boa fama à Tzadik e nos dão alimento para muitos dias.

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Sexta-feira, 8 Fevereiro, 2013

JOHN ZORN Rimbaud CD

€ 19,50 € 15,50 CD Tzadik

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“Rimbaud” é, como o nome facilmente sugere, um disco de homenagem ao poeta francês Arthur Rimbaud. São quatro peças, todas relativamente longas, com participantes muito diferentes em todas elas. “Bateau Ivre” é sobretudo uma peça acústica, de câmara, de recorte contemporâneo, sinuosa e cheira de energia contida, na melhor tradição da escrita erudita – à sua maneira – de Zorn. O segundo tema é, segundo as nossas contas (leia-se memória), uma estreia: Ikue Mori com John Zorn em sampler e electrónica – “A Season In Hell” é um constante borbulhar digital, entre a tempestade de partículas em surdina e o mergulho num mar de AM e FM longínquo. “Illuminations”, novo tema, nova reviravolta: Trevor Dunn, Kenny Wollesen e Stephen Gosling em baixo, bateria e piano, respectivamente. Um passeio jazz fragmentado entre o free e a partitura elástica. “Conneries” encerra “Rimbaud” e tem o actor e realizador Mathieu Amalric a citar Rimbaud no tema mais reconhecível do universo Zorn – entre o grito Naked City e as experiências com Mike Patton, por exemplo. Neste tema, John Zorn mostra como é suficiente: saxofone, órgão, piano, guitarra, bateria e efeitos, tudo nas suas mãos, criando o melhor tema deste álbum, algures entre o cinema negro abstracto e a experimentação em fuga imaginativa. Para quem se deixou de atrair pelas tramas Dreamers, eis um John Zorn rico, plural e original.

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Sexta-feira, 25 Janeiro, 2013

JOHN ZORN Mount Analogue CD

€ 19,50 € 15,50 CD Tzadik

[audio:http://www.flur.pt/mp3/TZ7394-1.mp3]

Diz-se que este é um dos mais cinemáticos álbuns de John Zorn, sem estar dentro da série “Filmworks”. Há as duas coisas: tem aroma “Filmworks”, sim, nem que seja pelos instrumentos e intérpretes que utiliza; e é uma obra temática, como tem sido grande parte da sua discografia. “Mount Analogue” vai até George Gurdjieff buscar referências e inspiração para esta jornada: Gurdjieff foi uma carismática personagem russa que, no início do século passado, advogava que a maioria da população vivia num estado de letargia hipnótica, embora pudessem, com o certo ensinamento, ascender a superiores estados de consciência. Percorreu a Europa e os Estados Unidos para ensinar a sua metodologia, convencendo os seus pupilos a acordarem desse “sono” profundo. Um dos seus exercícios consistia em danças sagradas, inspiradas pela música sacra e ritualística que importava das suas visitas a espaços de outras religiões e culturas – acabaria por deixar algumas obras, escritas para piano, em colaboração com um dos seus pupilos, Thomas De Hartmann; “Sacred Hymns” pode ser descoberto na ECM, por exemplo, e Keith Jarrett é um dos seus admiradores. Peter Ouspensky, um filósofo esotérico, escreveu “In Search Of The Miraculous” baseado nas suas experiências com Gurdjieff, e pode-se perceber como John Zorn chegou até à vida e obra deste último. Juntou o imprescindível Cyro Baptista e a sua trupe Banquet Of The Spirits a Kenny Wollesen em vibrafone e fez uma peça única com múltiplas estradas e opções, entre o soft jazz (trademark Zorn) e os movimentos de câmara falsos, entre a percussão hipnótica e a dança circular do vibrafone. Acessível como poucos – a série “Dreamers” pode ser um ponto de contacto -, este pode ser tanto uma porta de entrada para a sua música como um regresso a uma forma oleada das suas composições. “Mount Analogue” tem edição luxuosa em capa dura em tecido e junta um livrinho com uma extensa explicação de John Zorn sobre esta odisseia à vida de Gurdjieff.

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Sexta-feira, 25 Janeiro, 2013

TERRY RILEY Aleph 2CD

€ 22,50 € 18,50 2CD Tzadik

O nome de Terry Riley deverá ser sinónimo de “In C” para muitos que o conhecem. Ser-se conhecido apenas por essa obra-prima é, por si, um feito notável. Mas para quem ajudou a parir o minimalismo e tem feito uma exemplar biografia desde então, parece uma injustiça. Isto quer dizer que há muitos bons discos para descobrir, desde os anos 60 até aos dias de hoje – mas o que nos traz aqui é, nem de propósito, ums dos mais recentes trabalhos que, justamente, liga o passado ao presente. “Aleph” nasceu em 2008, para um festival de música contemporânea judaica organizado por John Zorn, mas traz directa inspiração e relação com as míticas “All Night Flights” dos anos 70. Tocado com “just intonation” – um método de afinação utilizado com particular eficácia pelos minimalistas – num sintetizador Korg (Triton Studio 88), “Aleph” está aqui na sua totalidade, em dois discos, mostrando Terry Riley no total controlo da sua música, serena, meditativa e circular, encantatória e mística. “Aleph” são duas horas de improvisação que tanto nos maravilham pela geometria como pela liberdade das suas formas sensuais. Há momentos em que o mantra polifónico faz-nos imaginar novos sons, novos instrumentos – sentimos quase uma espécie de textura electrónica no ar, graças às sinuosas curvas que se sobrepõem. Mesmo vindo de quem vem – e Terry Riley está quase octogenário -, este “Aleph” é uma surpresa e um deleite para os sentidos.

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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2013

JOHN ZORN Nosferatu CD

€ 19,50 € 15,50 CD Tzadik


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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2013

EYVIND KANG Grass CD

€ 12,95 CD Tzadik


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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2013

GUILLAUME PERRET & THE ELECTRIC EPIC
Guillaume Perret & The Electric Epic CD

€ 12,95 CD Tzadik


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https://soundcloud.com/bl-music-productions/sets/guillaume-perret-the-electric


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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2013

MARIA RADUCANU Ziori CD

€ 12,95 CD Tzadik


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Quinta-feira, 24 Janeiro, 2013

SHELLEY HIRSCH O Little Town Of East New York CD

€ 12,95 CD Tzadik


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