THE DANCE
In Lust + Into The Black
12″ Statik (STAT712) - 6 eur Exemplares originais de 1981 em óptimo estado
The Dance eram a típica banda nova-iorquina no início dos 80s: toques de no wave, new wave, pós-punk, dub e disco. Talvez os conheçam do primeiro volume da série “New York Noise” (Soul Jazz, 2003) ou de bancas de discos usados em feiras e lojas de segunda-mão em Portugal (a sua editora – Statik – era distribuída / fabricada cá). A banda teve origem nos Model Citizens (som mais No Wave), produzidos por John Cale, de onde resultaram também os Polyrock (que gravaram com Philip Glass) e, depois de uma experiência de um disco só em que gravaram com uma miúda de 12 anos na voz, Chandra, The Dance arrancaram para dois álbuns e três singles, entre 80 e 82. Ambas as faixas neste maxi saem do primeiro álbum, também chamado “In Lust”, mas aqui em versões estendidas e trabalhadas com mais efeitos de estúdio. Groove meio espacial, elegante e a mandar uma vibe de luxo nada lo-fi. Classe. Exemplares de armazém praticamente novos.
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THE LADY SUPREME
I’m That Type Of Girl
12″ Urban Rock Records (UR942) - 7 eur Exemplares originais de 1989 ainda selados!ESGOTADO
“You’re the type of guy that always get his wishes, I’m the type of girl that does not do dishes” Na longa e nobre tradição hip hop de respostas a mensagens anteriores (houve várias também para “Billie Jean” de Michael Jackson), esta faixa é a clássica cena de desafio feminino a gabarolice masculina. Mesmo groove, mesmos sons de L.L. Cool J e “I’m That Type Of Guy”, ainda quente no mesmo ano (1989) e reforçando a tendência hip-house do momento – The Lady Supreme joga com 5 versões, incluindo House Vocal e House Instrumental. Também presente o instrumental da versão que vos mostramos. Guitarra ácida mais para a frente (Michael Jackson não as tinha também?) mas é tudo sobre o beat e o flow da Supreme. Disco de festa para quando quiserem pôr ordem na pista, isto é, tirar de lá mais homens e encher com mais mulheres. Exemplares originais selados, não fica melhor do que isso!
LIGHTNIN’ RICH – BIG JOHN & THE MANIACS
Roaches + dub + bonus beat
12″ Slice Records (SR-911) – 10 eur Exemplares originais de 1986 como novos!
Sem info adicional para este. Experiência bizarra na cena electro dos 80s (não era a única). Começa com um grito e “There’s a new kind of invasion that’s posing a threat to all of Mankind”. A introdução à música propriamente dita é a palavra “Roaches!” e então percebemos: é tudo sobre baratas, “something i know about, they’re in control when the lights go out”. Impossível ninguém se rever pelo menos em parte da letra que termina com uma refeição conjunta entre humanos e baratas quando alguém grita “Food fight!”. A beatbox é bem old-school, seca, reforçada por scratch estratégico em modo Art Of Noise (por sua vez em modo hip hop, claro), o flow é agressivo, zangado. BOM, e tem dub + bonus beat. É mais ou menos raro e não é barato. Exemplares novos de armazém. O rótulo é a cores, não o que mostramos acima. Reparem que este disco tem 25 anos, alguns de vocês ainda eram só uma ideia, se calhar : )
HELLER ‘N’ FARLEY PROJECT
From the DAT Vol. 1
12″ Underground Music Department (UMD185) – 7 eur Exemplares originais de 1995 em muito bom estadoESGOTADO
“Ultra Flava” foi um dos momentos definidores da cultura house dos anos 90, tão significativo como “So Get Up” de Underground Sound Of Lisbon. A linha melódica, que se desdobra em linha de baixo, é instantaneamente reconhecível por quem passou bastante tempo em pistas de dança, nesses anos, mas ainda hoje (facto) faz vibrar pessoas sem idade para terem apanhado a primeira vaga. Bouncy é a palavra! Atenção também às primeiras duas faixas, “B-Boy Black” e “Golden Afro”. Exemplares originais da edição italiana de 1995 em muito bom estado.
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THE SLITS
Animal Space + Animal Spacier
7″ Human Records (HUM4) -7 eur Exemplares originais de 1980 como novos!
Uma das bandas punk que mais apontou o futuro, as Slits (na sua formação clássica eram só raparigas) incorporaram dub e reggae desde o primeiro disco, além de serem punk o suficiente para não saberem tocar bem os instrumentos. Fizeram primeiras partes dos Clash em 77, Kate Korus saiu para formar os Mo-dettes, Budgie saiu para ser o lendário baterista de Siouxsie & The Banshees mas ainda gravou com as Slits o primeiro álbum “Cut” (1979), produzido por Dennis Bovell segundo o modelo punky reggae. “Animal Space” é o terceiro single, apareceu na versão longa em “The Return Of The Giant Slits” (1981) mas aqui aparece com o dub separado no lado B. Numa canção sobre o espaço pessoal e as reacções pouco agradáveis quando alguém invade o nosso, as Slits soam dissonantes (Beefheart na memória) e representam a real natureza do espírito punk, que não tem de soar como rock’n'roll dos 50s para ser credível. Exemplares originais de 1980 descobertos em armazém. Como novos, certamente nunca tocados (capas em melhor estado do que a imagem acima sugere)!
JEEP STYLE
If There’s A Cure
12″ Top Secret Records (KV729) – 7 eur Exemplares originais de 1989 ainda selados!
Há momentos na história da house que se sente estarem tão próximos do Big Bang que a sua energia é palpável. A confissão primordial nesta canção house iluminada pela devoção é que, a existir uma cura, não a queremos nem precisamos dela. “If there’s a cure for this, i don’t want it!”. Depois: “That’s bloody relevant my darling”. A doença chama-se house mas a mensagem subtil neste jogo de sedução diz “Let’s play house!”, abraçando o perigo no jogo de sedução que toda a gente que sai à noite, de uma maneira ou outra, procura. Autoria de Kenny Vanwright, produção adicional de Jazzy G e Cisco Ramos, cinco misturas incluindo instrumental. Refrão reutilizado a partir da fonte natural da house, a produção disco dos 70s, neste caso Diana Ross e “Love Hangover“. Jeep Style não tem, infelizmente, créditos para a voz feminina que canta “If There’s A Cure” num registo entre o tom juvenil de algum rap dos 80s e os artifícios sexy das mais perigosas divas disco. A palavra “Aciiiiiiid” é gritada no segundo video que podem ver e ouvir mais abaixo, numa devolução aos EUA (Nova Iorque) do que já acontecia em larga escala em Inglaterra. Oiçam a Caravan Mix para maior impacto. Exemplares originais de 1989 ainda selados!
MIAMI SOUND MACHINE
Dr. Beat (Long version) + instrumental
12″ Epic (A12.4614) – 5 eur Exemplares originais de 1984 em excelente estado!
Talvez alguns tenham entrado neste portal via Mylo com “Doctor Pressure” (2005), mas eis aqui o travo original de uma das batidas freestyle mais difundidas de sempre. A natural influência latina na música produzida na Flórida e, em especial, Miami, gerou vários híbridos que ajudaram a aumentar a pressão sanguínea nas pistas de dança. Funk, house, electro e outros géneros contaminados pelo carisma natural da percussão latina, até à emergência de um desses híbridos como novo género: freestyle. Mistura de pop electrónica, electro e paixão latina, mais tarde também cruzada com house. Gloria Estefan e os Miami Sound Machine estão longe de ficar para a história como uma das bandas mais incríveis de sempre, mas a sua longevidade desde meio da década de 70 significou também uma adaptação aos novos sons dos 80s. “Dr. Beat” resume a pulsão rítmica da música latina na própria letra desta canção gravada entre Nova Iorque e Porto Rico. Exemplares originais da edição europeia de 1984 em excelente estado (capas e vinil).
BLUEJEANS REGIME
I Like
12″ Quark (QK022) – 8 eur Exemplares originais de 1990 ainda selados!
Gene Hughes faleceu no Verão passado, num atropelamento com fuga, deixando alguns maxis inscritos no quadro de honra da cena house nova-iorquina. O som físico em “I like” incorporava a flauta que interpretava para o mundo a house espiritual como praticada em discos da Nu Groove, por exemplo, e tinha o baixo musculado que se ouviria no Sound Factory. “I like what you’re doin’ to me”, em modo sussurado cheio de suspiros, reforça o suor na pista de dança. “I want you to hurt me all night long” mostra o lado kinky de dor & prazer associado a algumas produções house mais à esquerda. A voz tem eco e paixão ao declarar-se feliz com o que o seu objecto de desejo faz ao seu corpo. HOT. Na versão DUB-N-2-U, baixo, flauta e piano sustentam um instrumental tenso que, apesar de dispensar a voz, não perde carga sensual. Depende do que vocês procuram. Exemplares perfeitos, ainda SELADOS, de um período rico em que Nova Iorque continuava a obra de Chicago.
JERE McALLISTER
What I Do
12″ D.J. International (DJ976) - 6 eur Exemplares originais de 1989 em muito bom estadoESGOTADO
Numa das editoras responsáveis pela exportação da house de Chicago e constantemente escondida por detrás da sombra da Trax, a D.J. International, este maxi é um belíssimo exemplo do ouvido pop que equilibrava o rigor jack. Jere era teclista, teve um maxi anterior (1986) não tão bem sucedido, mas aqui a mistura final é feita por Joe Smooth e a voz (Caprice ou o próprio McAllister) é tão no ponto que corta directo ao coração da pista de dança. Canção de devoção (”Tell me girl what can i do for you, I’ll do it baby!”) com percussão extra por Carlos Garcia e licks de guitarra bem lá atrás na mistura mas suficientemente presentes para se sentir o funk. Muitos pormenores ricos nesta faixa em três versões – Club Mix, Radio Mix e o sempre desejado instrumnental para todos vocês que gostam de estender as coisas mais um pouco para além da mensagem : ) Exemplares originais com o vinil em excelente estado, apenas um traço amarelo por cima do logotipo da editora no rótulo, nada de mais.
THE DANSE SOCIETY
Heaven Is Waiting
LP Arista (205972) – 8 eur Exemplares originais de 1984 em excelente estado
THE DANSE SOCIETY
Heaven Is Waiting
LP Arista (ARI90094) – 8 eur Exemplares originais de 1984 em excelente estado
THE DANSE SOCIETY
Heaven Is Waiting + The Lizard Man
12″ Society Records (SOC-126) - 6 eur Exemplares originais de 1983 em excelente estado
O legado deixado ao mundo pela cena gótica de início dos 80s nem sempre sobreviveu bem a análises mais frias e gerou inúmeros sucedâneos de qualidade duvidosa. Uma das alianças mais fortes que se forjaram na década, em termos de música independente, foi entre a estética sombria herdada de Joy Division, Siouxsie e Bauhaus e o som electrónico mais desenvolvido na pop no período neo-romântico. A electrónica ampliou a capacidade evocativa de ambientes escuros ou reforçou o groove que muitas bandas tinham mas que os seus fãs mais cegos se recusavam a reconhecer. Danse Society conseguiram os dois efeitos num álbum que ainda hoje se pode ouvir como um dos melhore marcos do género (a par, por exemplo, do homónimo de Clan Of Xymox para a 4AD). Sem excessivos tiques na voz, Steve Rawlings limita-se a explorar naturalmente um tom mais grave. E resulta tão eficaz em faixas rítmicas (”2000 Light Years From Home”, original dos Rolling Stones, “Angel” ou “Heaven Is Waiting”), como em baladas sombrias (”The Hurt”, “The Night”). Álbum extremamente datado e que, por isso, captura perfeitamente um período e uma estética que floresceu desde então, com resquícios encontrados ainda hoje. Exemplares em excelente estado do LP (edições alemã e holandesa, ambas com capa interior incluindo ficha técnica) e também do maxi “Heaven Is Waiting”.
KLAPTO
Mister Game + instrumental
7″ Durium / Teldec – 3.50 eur Exemplares originais de 1983 em excelente estadoESGOTADO
Alguns clássicos de Italo Disco entraram no panteão dos deuses da música popular, e aqui está um desses exemplos. A editora Radius pegou em “Mister Game” em 2006 e juntou remisturas de Alden Tyrell, reafirmando a relevância da música no contexto Space Disco actual. Tem vocoder e apenas a dose certa de teclados épicos para sobreviver hoje, pode ser acelerado para corresponder aos desejos de DJs que tocam sempre com o pitch em cima e também pode ser reduzido para um arrasto cósmico mais soporífero. Os clips abaixo são as versões 12″ mas as versões neste 7″ têm pouco mais de 4 minutos de duração. Ainda assim, suficiente espaço para brilhar. Coisa série para o verdadeiro fã de Italo. Exemplares de armazém em excelente estado.
THE GEORGE-EDWARDS GROUP
Archive
LP Drag City – 17.95 eur14.50 eur
Há dois anos, quando a Drag City revelou “38:38″, ficou logo claro que esta era uma das melhores reedições no catálogo da editora e bem em cima no top das centenas que nos têm chegado nos últimos anos. O único álbum do George-Edwards Group é uma verdadeira pérola de cosmic-folk, uma viagem bem à frente do seu tempo, gravado entre 1977 e 78 e que ganhou, como muitos, um estatuto de culto por via das únicas cem cópias feitas da edição original. Por muito que respeitemos este trabalho, temos que admitir que ficámos de pé atrás com a ideia de arquivos deste duo. Contudo, bastaram apenas uns segundos de audição para perceber que “Archives” não é um disco de restos mas um conjunto de temas com princípio, meio e fim que foram gravados em casa, com uma qualidade tremenda e de meter a um canto muitas das coisas DIY que são feitas actualmente. Se “38:38″ demonstra um conjunto de ideias exploratórias de folk concretizadas num contexto de álbum (ou seja, apesar de entrar em vários domínios, existe um ideal estético singular), “Archives” é um baú de ideias de experimentação do duo, que passa por aventuras com Moog (incríveis!), temas declaramente mais rock (Love) e uma abordagem à pop que hoje encontramos em Ariel Pink, só que isto foi gravado nos anos 80. Um verdadeiro achado da Drag City.
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THE MONOTONES
Mono + Monotone Music
7″ CNR/Metronome – 3 eur Exemplares originais de 1979 em muito bom estadoESGOTADO
Bem atrás nos 70s existia na Holanda uma banda de glam rock chamada Catapult que não chegaria à década de 80 (o último concerto foi em 1979). O género estava decadente e os elementos da banda desdobraram-se por outros projectos mais condizentes com os tempos. Um deles, Monotones, parodiava a cena synth pop / new wave com algum sucesso. “Mono”, como podem verificar facilmente, era uma espécie de fusão entre “Video killed The Radio Star” (Buggles) e “Pop Muzik” (M), música artificialmente bem disposta sem outra ideia que não o sucesso nos tops. Adiante. É o lado B deste single (também existe em maxi mas tem a mesma duração) que interessa. “Monotone Music” não aparece no único álbum dos Monotones em 1980 e os seus cerca de 2m40s são um exemplo tão bom como qualquer outro que conhecemos de Disco cósmico com tom épico, género Warlord. Como a faixa é curta, não vão encontrar nela qualquer excesso e também parece não lhe faltar nenhum elemento importante – é concisa, forte, toca tudo o que é certo no manual Space Disco de ontem e de agora. Exemplares de armazém da edição alemã em muito bom estado. BANG!
MORGAN GEIST
Triadic Trial EP
12″ Fragmented Records – 7 eur Exemplares originais de 1998 em excelente estado!ESGOTADO
Antes de Metro Area, durante os 90s, Morgan Geist reescreveu as regras house, juntando Detroit e New Jersey numa solução realmente fresca. As raízes vão mais atrás, no entanto, e neste maxi é “Pico”, a primeira faixa, a representar a produção boogie tão influente em Metro Area. “Straight Swing” é típico Morgan Geist desta era: ritmos complexos, baixo sintético, teclas soul e um passo mais rápido do que se espera. O mesmo em “Waterwork”, house quebrada, orgânica e emotiva, repleta de pormenores rítmicos incríveis que complicam a matemática simples da dança mas oferecem enorme satisfação ao ouvido curioso. Geist ampliava a sua originalidade com elementos b-boy, uma infiltração benigna da cena electro original que reforçava a inquietude na sua música, confundindo quase sempre a noção direita de 4/4. Temos exemplares de 1998 em excelente estado para sentirem o que Matthew Herbert sentiu quando, no mesmo ano, reuniu em álbum alguns maxis essenciais de Morgan Geist na Environ.
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