Sexta-feira, 18 Maio, 2018

PEOPLE LIKE US / MATMOS / WOBBLY Wide Open Spaces LP

€ 14,95 LP Discrepant

A música de Vicki Bennett enquanto People Like Us respira uma torrente de liberdade e criatividade em volta daquilo que se entende enquanto música experimental / library e field recordings. E faz sentido que o seu trabalho tenha vindo a sair na Discrepant, uma editora que desafia completamente os propósitos desses géneros sem ambicionar aquela “quebra de fronteiras”. Ou seja, a Discrepant tem no seu catálogo um conjunto colossal de música que está à margem do que se entende por x género, mas que o entende melhor do que muita música que se diz dentro. Esta actuação de Vicki com Matmos e Wobbly em 2002 tem uma forma livre, uma estrutura caótica, humor e uma forma de criar canções que exemplifica as experimentações com samples e o digital no final do século passado e no início deste. No meio do caos, os três coordenam ritmos do abismos, elevam o normal ao anormal e o anormal ao normal. Música que subjuga o ouvinte ao seu próprio estilo, ou género, e que o leva para a melhor viagem de todas. No fundo, faz o ouvinte sentir-se patriótico com aquilo que está a ouvir. Mesmo. Clássico.

NOTA: Artigo sempre sujeito a confirmação de stock e preço

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Sexta-feira, 6 Agosto, 2010

PEOPLE LIKE US & WOBBLY Music For The Fire CD

€ 13,95 € 12,50 CD Illegal Art  ENCOMENDAR

Longe, muito longe, de serem estranhos, People Like Us e Wobbly decidiram unir algumas peças soltas dos muitos anos de colaborações e diálogos, forçando aquilo que pareceria ser apenas mais uma compilação. Errado, claro. Seria muito ingénuo da parte de Vicki Bennett e Jon Leidecker – e da nossa – julgar que a matéria prima não seria tocada e manipulada vezes sem conta mais uma vez. Bastaram poucas sessões ao vivo para as coisas encaixarem todas num festim plunderphonic de proporções épicas. Mas há uma noção de composição que puxa o luxoo deste disco, como se fosse mais importante o fim do que os meios. E, mesmo que isso tenha sido sempre algo que tenha acontecido, agora há um maior foco e atitude, provavelmente fruto de mais de 12 anos de trabalho conjunto. Exotica, ping-pong de samples, música ambiental caleidoscópica, The Carpenters, muito humor, tudo dentro de um shaker de cocktails que não faria sentido estar noutra editora que não na Illegal Art. Já agora, relembramos que os planos do catálogo é extingirem os seus discos no final deste ano, portanto… Se hesitarem, estarão fora de jogo.

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